Pra vc curtir, clicar e recomendar!

Publicidade:

Aécio Neves em Discurso no Senado e os 13 Fracassos do PT após Dez Anos de Governo

por em
(via Redação Senado)

No dia em que o Partido dos Trabalhadores programa uma grande festa para celebrar seus 33 anos de existência e os dez anos à frente da Presidência da República, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) fez nesta quarta-feira (20) duras críticas ao partido, do qual é adversário político, afirmando que lhe faltam “autocrítica, humildade e reconhecimento, matérias-primas fundamentais do fazer diário da política”.

Em pronunciamento no Plenário do Senado, o senador acusou o PT de ter mudado de postura depois de ter conquistado o poder e apresentou uma lista com 13 (em alusão ao número da legenda) pontos que classificou como os maiores fracassos dos petistas à frente do governo federal.



Transcrição do Pronunciamento do senador Aécio Neves - 20 de fevereiro de 2013 - Brasília

Senhor presidente,

Senhoras e senhores senadores,

Aproveito a oportunidade, extremamente emblemática, em que o Partido dos Trabalhadores festeja os seus 33 anos de existência - e uma década de exercício de poder à frente da Presidência - para emprestar-lhes alguma colaboração crítica.

Confesso que o faço neste momento completamente à vontade, haja vista a cartilha especialmente produzida pela legenda para celebrar a ocasião festiva.

Nela, de forma incorreta, o PT trata como iguais as conjunturas e realidades absolutamente diferentes que marcaram os governos do PSDB e do PT.

Ao escolher comemorar o seu aniversário falando do PSDB, o PT transformou o nosso partido no convidado de honra da sua festa.

Eu aceito o convite até porque temos muito o que dizer aos nossos anfitriões.

Apesar do esforço do partido em se apresentar como redentor do Brasil moderno, é justo assinalar algumas ausências importantes na celebração petista.

Nela, não estão presentes a autocrítica, a humildade e o reconhecimento. Essas são algumas das matérias primas fundamentais do fazer diário da política e que, infelizmente, parecem estar sempre em falta na prática dos nossos adversários.

Mas afinal, qual é o PT que celebra aniversário hoje?

O que fez do discurso da ética, durante anos, a sua principal bandeira eleitoral, ou o que defende em praça pública os réus do mensalão?

O que condenou com ferocidade as privatizações conduzidas pelo PSDB ou o que as realiza hoje, sem qualquer constrangimento?

O que discursa defendendo um Estado forte ou o que coloca em risco as principais empresas públicas nacionais, como a Petrobras e a Eletrobrás?

O Brasil clama por saber: qual PT aniversaria hoje?

O que ocupou as ruas lutando pelas liberdades ou o que, no poder, apóia ditaduras e defende o controle da imprensa?

O PT que considerava inalienáveis os direitos individuais ou o que se sente ameaçado por uma ativista cuja única arma é a sua consciência?

A verdade é que hoje seria um bom dia para que o PT revisitasse a sua própria trajetória, não pelo espelho do narcisismo, mas pelos olhos da história.

Até porque, ao contrário do que tenta fazer crer a propaganda oficial, o Brasil não foi descoberto em 2003.

Onde esteve o PT em momentos cruciais, que ajudaram o Brasil a ser o que é hoje?

Como já disse aqui, todas as vezes que o PT precisou escolher entre o PT e o Brasil, o PT escolheu o PT.

Foi assim quando negou seu apoio a Tancredo no Colégio Eleitoral para garantir o nosso reencontro com a democracia.

Foi assim quando renegou a constituição cidadã de Ulysses.

Quando eximiu-se de qualquer contribuição à governabilidade no governo Itamar Franco e quando se opôs ao Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal

Em todos esses instantes o PT optou pelo projeto do PT.

Fato é que, no governo, deram continuidade às políticas criadas e implantadas pelo presidente Fernando Henrique.

E fizeram isso sem jamais reconhecer a enorme contribuição dada pelo governo do PSDB na construção das bases que permitiram importantes conquistas alcançadas no período de governo do PT.

No governo ou na oposição temos as mesmas posições.

Não confundimos convicção com conveniência.

Nossas convicções não nos impedem de reconhecer que nossos adversários, ao prosseguirem com ações herdadas do nosso governo, alcançaram alguns avanços importantes para o Brasil.

Da mesma forma, são elas, as nossas convicções, que sustentam as críticas que fazemos aos descaminhos da atual gestão federal.

Senhoras e senhores senadores,

A presidente Dilma Rousseff chega à metade de seu mandato longe de cumprir as promessas da campanha de 2010.

Há uma infinidade de compromissos simplesmente sublimados.

A incapacidade de gestão se adensou, as dificuldades aumentaram e o Brasil parou.

Os pilares da economia estão em rápida deterioração, colocando em risco conquistas que a sociedade brasileira logrou anos para alcançar, como a estabilidade da moeda.

Senhoras e Senhores

Sei que a grande maioria das senadoras e senadores conhece as dezenas de incongruências deste governo, que têm feito o país adernar em um mar de ineficiência e equívocos.

Mas o resultado do conjunto da obra é bem maior do que a soma de suas partes.



Nos poucos minutos de que disponho hoje gostaria de convidá-los a percorrer comigo 13 dos maiores fracassos e das mais graves ameaças ao nosso futuro produzidos pelo governo que hoje comemora 10 anos.

Confesso que não foi fácil escolher apenas 13 pontos.

1. O comprometimento do nosso desenvolvimento:

Tivemos um biênio perdido, com o PIB per capita avançando minúsculo 1%. Superamos em crescimento na região apenas o Paraguai. Um quadro inimaginável há alguns anos.

2. A paralisia do país: o PAC da propaganda e do marketing

O crítico problema da infraestrutura permanece intocado. As condições de nossas rodovias, portos e aeroportos nos empurram para as piores colocações dos rankings mundiais de competitividade. O Brasil está parado.

São raras as obras que se transformaram em realidade e extenso o rol das iniciativas só serve à propaganda petista.

3. O tempo perdido: A indústria sucateada

O setor industrial – que tradicionalmente costuma pagar os melhores salários e induzir a inovação na cadeia produtiva – praticamente não tem gerado empregos. Agora começa a desempregar, como mostrou o IBGE. Estamos voltando à era JK, quando éramos meros exportadores de commodities.

4. Inflação em alta: a estabilidade ameaçada

O PT nunca valorizou a estabilidade da moeda.

Na oposição, combateu o Plano Real.

O resultado é que temos hoje inflação alta, persistentemente acima da meta, com baixíssimo crescimento. Quem mais perde são os mais pobres.

5. Perda da Credibilidade: A Contabilidade criativa

A má gestão econômica obrigou o PT a malabarismos inéditos e manobras contábeis que estão jogando por terra a credibilidade fiscal duramente conquistada pelo país.

Para fechar as contas, instaurou-se o uso promíscuo de recursos públicos, do caixa do Tesouro, de ativos do BNDES, de dividendos de estatais, de poupança do Fundo Soberano e até do FGTS dos trabalhadores.

Recorro ao insuspeito ministro Delfim Neto, próximo conselheiro da presidente da republica que publicamente afirmou:

“Trata-se de uma sucessão de espertezas capazes de destruir o esforço de transparência que culminou na magnífica Lei de Responsabilidade Fiscal, duramente combatida pelo Partido dos Trabalhadores na sua fase de pré-entendimento da realidade nacional, mas que continua sob seu permanente ataque”.

A quebra de seriedade da política econômica produzidas por tais alquimias não tem qualquer efeito pratico, mas tem custo devastador.

6. A destruição do patrimônio nacional: a derrocada da Petrobras e o desmonte das estatais

Em poucos anos, a Petrobras teve perda brutal no seu valor de mercado.

É difícil para o nosso orgulho brasileiro saber que a Petrobras vale menos que a empresa petroleira da Colômbia.

Como o PT conseguiu destruir as finanças da maior empresa brasileira em tão pouco tempo e de forma tão nefasta?

Outras empresas estatais vão pelo mesmo caminho.

Escreveu recentemente o economista José Roberto Mendonça de Barros:

“Não deixa de ser curioso que o governo mais adepto do estado forte desde Geisel tenha produzido uma regulação que enfraqueceu tanto as suas companhias”.

7. O eterno país do futuro: o mito da autossuficiência e a implosão do etanol

Todos se lembram que o PT alçou a Petrobras e as descobertas do pré-sal à posição de símbolos nacionais. Anunciou em 2006, com as mãos sujas de óleo, que éramos autossuficientes na produção de petróleo e combustíveis.

Pouco tempo depois, porém, não apenas somos importadores de derivados como compramos etanol dos Estados Unidos.

8. Ausência de planejamento: O risco de apagão

No ano passado, especialistas apontavam que o governo Dilma foi salvo do racionamento de energia pelo péssimo desempenho da economia, mas o risco permanece.

Os “apaguinhos” só não são mais frequentes porque o parque termoelétrico herdado da gestão FHC está funcionando com capacidade máxima.

A correta opção da energia eólica padece com os erros de planejamento do PT: usinas prontas não operam porque não dispõem de linhas de transmissão.

9. Desmantelamento da Federação: interesses do pais subjugados a um projeto de poder

O governo adota uma prática perversa que visa fragilizar estados e municípios com o objetivo de retirar-lhes autonomia e fazê-los curvar diante do poder central.

O governo federal não assume, como deveria, o papel de coordenador das discussões vitais para a Federação como as que envolvem as dividas dos estados, os critérios de divisão do FPE e os royalties do petróleo assistindo passivamente a crescente conflagração entre as regiões e estados brasileiros.

Assiste, também, ao trágico do Nordeste, onde faltam medidas contra seca.

10. Brasil inseguro: Insegurança pública e o flagelo das drogas

Muitos brasileiros talvez não saibam, mas apesar da propaganda oficial, 87% de tudo investido em segurança publica no brasil vêm dos cofres municipais e estaduais e apenas 13% da União.

Os gastos são decrescentes e insuficientes: no ano passado, apenas 24% dos R$ 3 bilhões previstos no Orçamento foram investidos. E isso a despeito de, entre 2011 e 2012, a União já ter reduzido em 21% seus investimentos em segurança.

Um dos efeitos mais nefastos dessa omissão é a alarmante expansão do consumo de crack no país. E registro a corajosa posição do governador Geraldo Alckmin nessa questão.

11. Descaso na saúde, frustração na educação

O governo federal impediu, através da sua base no Congresso, que fosse fixado um patamar mínimo de investimento em saúde pela esfera federal. O descompromisso e as sucessivas manobras com investimentos anunciados e não executados na área agridem milhões de brasileiros.

Enquanto os municípios devem dispor de 15% de seus recursos em saúde, os estados 12%, o governo federal negou-se a investir 10%.

As grandes conquistas na área da saúde continuam sendo as do governo do PSDB: Saúde da Família, genéricos, política de combate à AIDS.

Com a educação está acontecendo o mesmo. O governo herdou a universalização do ensino fundamental, mas foi incapaz de elevar o nível da qualidade em sala de aula.

Segundo denúncias da imprensa, das 6 mil novas creches prometidas em 2010 , no final de 2012, apenas 7 haviam sido entregues.

12. O mau exemplo: o estímulo à intolerância e o autoritarismo.

Setores do PT estimulam a intolerância como instrumento de ação política. Tratam adversário como inimigo a ser abatido.

Tentam, e já tentaram por ...... cercear a liberdade de imprensa.

E para tentar desqualificar as críticas, atacam e desqualificam os críticos, numa tática autoritária.

Para fugir do debate democrático, transformam em alvo os que têm a coragem de apontar seus erros.

A grande verdade é que o governo petista não dialoga com essa Casa, mantendo-o subordinado a seus interesses e conveniências, reduzindo- o a mero homologador de Medidas Provisórias.

13 - A defesa dos maus feitos: a complacência com os desvios éticos.

O recrudescimento do autoritarismo e da intolerância tem direta ligação com a complacência com que setores do petismo lidam com práticas que afrontam a consciência ética do país. Os casos de corrupção se sucedem, paralisando áreas inteiras do governo.

Não falta quem chegue a defender em praça pública a prática de ilegalidades sobre a ótica de que os fins justificam os meios.

Ao transformar a ética em componente menor da ação política, o PT presta enorme desserviço ao país, em especial às novas gerações.

Senhoras e senhores,

A grande verdade é, nestes dez anos, o PT está exaurindo a herança bendita que o governo Fernando Henrique lhe legou.

A ameaça da inflação, a quebra de confiança dos investidores, o descalabro das contas públicas são exemplos de crônica má gestão.

No campo político, não há mais espaço para tolerar o intolerável.

É intolerável, Senhoras e Senhores, a apropriação indevida da rede nacional de rádio e TV para que o governante possa combater adversários e fazer proselitismo eleitoral.

É intolerável o governo brasileiro receber de representantes de um governo amigo do PT informações para serem usadas contra uma cidadã estrangeira em visita ao nosso país.

Diariamente, assistimos serem ultrapassados os limites que deveriam separar o público do partidário.

E não falo apenas de legalidade. Falo de legitimidade.

Vejo que há quem sente falta da oposição barulhenta, muitas vezes irresponsável feita pelo PT no passado.

Pois digo com absoluta clareza: não seremos e nem faremos esta oposição.

Agir como o PT agiu enquanto oposição faria com que fôssemos iguais a eles.

E não somos.

Não fazemos oposição ao Brasil e aos brasileiros. Jamais fizemos.

Tentando mais uma vez dividir o país entre o nós e o eles, entre os bons e os maus, o PT foge do verdadeiro debate que interessa ao Brasil e aos brasileiros.

Como construiremos as verdadeiras bases para transformarmos a administração diária da pobreza em sua definitiva superação?

Como construiremos as bases para um desenvolvimento verdadeiramente sustentável e solidário com todos os brasileiros?

A esta altura, parece ser esta uma agenda proibida, sem qualquer espaço no governismo.

Até porque, Senhoras e Senhores, se constata aqui o irremediável: não é mais a presidente quem governa. Hoje, quem governa hoje o país é a lógica da reeleição.

Muito obrigado.

Aécio Neves
Senador

6 Comentários:

  1. Apoiado o discurso, porem o que ele faz é meio que suicídio. Acho cedo para se fazer um ataque direto feito pelo principal candidato oponente a eleição de presidente.
    Ate chegar as eleições tem um longo caminho. A metralhadora "suja", os militantes inescrupulosos do PT irão caçar qualquer sujeira do Aécio para tentar desmoraliza-lo. Isso é a tática da esquerda. O PT não vai se concentrar em rebater esses 13 fracassos levantados pelo senador, eles vão tentar desmoralizar (fritar) o interlocutor, isso tática da mais baixa da militância esquerdista.

    Acho cedo para um embate franco, colocando o principal (futuro) candidato na linha de frente, mas o discurso esta corretíssimo.

    Eu já acho que esse discurso veio tarde. Estava ansioso para ouvir uma oposição vinda de um partido político, de forma veemente, diante de tantos erros do governo. Uma oposição séria serve como uma bússola para que o governo possa corrigir premissas equivocadas, ou seja, é muito saudável para o país. Mas que bom que finalmente veio, e no meu entendimento de forma bastante assertiva. Ontem mesmo Lula falou sobre os 13 fracassos, mas não quis discuti-los. Falou que a resposta virá nas urnas, já declarando que a Dilma será a candidata do PT na próxima eleição. Além disso, disse que quer uma comparação de qual governo foi mais corrupto, o do PSDB ou o do PT.

    Quanto a maneira da oposição bravejar, já começou a aparecer, e em situações que não diz respeito ao nosso país, mas da blogueira cubana, chamando-a em pleno blog oficial da Dilma, de "rola bosta".

    Quanto aos defensores do PT, vê-se que realmente esses colocam o partido acima dos interesses do País, e não aceitam de forma alguma críticas vindas de onde quer que seja, da mídia a qual a chama de Golpista, dos partidos de oposição onde chegam a dizer que alguns deveriam ser extirpados do Brasil, e até da justiça brasileira, tentando de várias formas evitar o julgamento do Mensalão, chegando a citar conspirações envolvendo um dos magistrados.

    Ontem até respondi alguns colegas que são petistas, sobre os comentários desqualificando o interlocutor das críticas - Aécio, ao invés de ao menos perceber o que podem melhorar, afinal ser petista não quer dizer ser o dono da verdade.

    A minha resposta abaixo:

    Eu não compartilhei este post da agência Senado, com a intenção de que petistas aceitassem as críticas, mas para apresentar aos leitores do blog, aquilo que a Oposição pensa a respeito desses 10 anos de governo sob a liderança do Lula e agora da Dilma.

    Vamos torcer para que o Governo identifique seus erros, que seja um ou treze erros. Caso o texto apresentado pela Oposição, não reflita a realidade do governo atual e do nosso país aos olhos de Dilma e equipe, paciência. Continuarei torcendo para que nosso país tenha sucesso e torcendo para que a Oposição se manifeste constantemente e de uma forma mais ativa e pontual, pois um país sem oposição é deveras perigoso para qualquer democracia que se preze.

    A propósito, quando recebemos críticas geralmente temos a ganhar com isso, pois é um holofote que ilumina diretamente nos pontos em que erramos e que precisamos melhorar.

    A autocrítica também ajuda muito em não cair nas armadilhas da soberba, da arrogância, de achar que não tem mais nada a aprender.

    Tolstoy, não esmoeça diante de críticas infundadas, pois o que você faz é mostrar a realidade dos fatos, o julgamento fica por conta de cada um.
    Aécio Neves não é nenhum santo mas possui muito mais bom senso do que grande parte dos políticos do PT, ele disse o que as pessoas que tem senso crítico gostariam de ouvir há tempos. Ainda insisto que a grande contribuição desse partido para a nossa nação é a institucionalização da corrupção.
    Ainda me lembro muito bem do quanto eu criticava os desmandos do governo FHC e hoje percebo que o PT virou religião, não se pode discordar do que eles dizem ou fazem que você é rotulado.

    Sim concordo com você Tolstoy. Temos uma oposição omissa. Ela aparece só em época de eleição e mesmo assim fraca.
    Não peço também que se faça oposição igual fazia o PT (barulhenta) enquanto não estava no poder, mas que se faça uma oposição forte, usando as sua palavras mais ativa e pontual.

    Concordo contigo que esse discurso veio tarde ... talvez não consegui ser claro na minha opinião, mas minha critica é em relação a estrategia do PSDB, me parece uma estrategia suicida. Me parece que o partido não esta unido para fazer oposição. Mandam o principal candidato do partido para presidente para fazer o discurso. Me parece um partido sem liderança, sem estrategia, sem aliados. Vamos falar claro, manda outro cara, outro senador ou um dos aliados fazer esse discurso, não coloque o futuro candidato no 'frontline' neste momento. O Aécio deve fazer parte desta oposição mas ele não pode ser o único, não pode ser sozinho. Acho cedo o Aecio fazer um ataque direto. Mas também acho tarde a oposição fazer tal discurso.

    É uma mera opinião na estrategia.

    Marcus, o que você falou realmente tem muito sentido, talvez a estratégia tenha sido errada. Mas sabe de uma coisa, pelo incrível conteúdo verdadeiro desse discurso, e pela importância do mesmo, não poderia ter sido outra pessoa a não ser aquele que tem grandes chances de ser candidato a Presidência da República. Fico feliz de ver alguém levantando a voz, com a coragem que poucos tem, de dar a cara pra bater. Isso tem valor, mostra personalidade e idealismo. Temos visto idealismo só do outro lado, o antigo projeto do PT, que continua a cada ano que passa e a cada eleição ganha, sendo cumprido passo a passo. Vamos torcer para que essa oposição enfim se una para um grande embate a favor do nosso Brasil. Porque realmente não me vejo morando num sistema em que o Estado se coloca a serviço de um partido, e é isso que o Governo do PT tem feito todos esses anos.

    Sim, sim ... so espero que ele não vá sozinho no 'frontline'

Postar um comentário