Pra vc curtir, clicar e recomendar!

Publicidade:

Mostrando postagens com marcador Gentileza. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gentileza. Mostrar todas as postagens

Jonathan Zittrain: A Internet e a gentileza de seus usuários

por em


Estava com saudades de assistir a uma boa palestra da TED. Enfim, alcancei esta que é uma fonte inesgotável de questionamentos, das premissas que hoje as empresas possuem referente a qualquer projeto inovador ou não, com grandes pretensões ou até tímidos.

O palestrante é um advogado, que de forma divertida mostra como os projetos que têm a liberdade de serem inventados, inovados ou criados sem a premissa do lucro rápido, sem a necessidade que ao final deles, se transformem em dinheiro, têm grandes chances de se transformarem em sucessos absolutos.

E ele cita exemplos reais - a própria Internet que foi concebida sem fins lucrativos e o Wikipedia, uma ferramenta colaborativa sem o menor objetivo financeiro.

Além disso, evidencia que o ser humano é bastante solícito, generoso, colaborativo, quando este é demandado por situações que claramente agregam valor ao que ele acredita.

Pois bem, eu gostei muito da palestra e se fosse você não perdia ela por nada desse mundo.

"Vamos marchar?"

@tolstoy


"Conheser", "Gentileza gera gentileza", "Amorrr a natureza" por José Datrino o Profeta Gentileza

por em
Conheser com "S" é conhecer o ser, é conhecer a si mesmo! Quem disse isso foi José Datrino, o Profeta Gentileza. Houve um homem enviado ao Rio por Deus. Seu nome era José da Trino, chamado de Profeta Gentileza (1917-1996). Por mais de vinte anos circulava pela cidade com sua bata branca cheia de apliques e com seu estandarte, pregava nas praças e colocava-se nas barcas entre Rio e Niterói anunciando sem cansar: "Gentileza gera Gentileza". Só com Gentileza, dizia, superamos a violência que se deriva do "capeta-capital".



José Datrino, mais conhecido como profeta Gentileza (Cafelândia, São Paulo, 11 de abril de 1917 — Mirandópolis, São Paulo, 28 de maio de 1996) foi uma personalidade urbana carioca, espécie de pregador, que tornou-se conhecido a partir de 1980 por fazer inscrições peculiares sob um viaduto no Rio de Janeiro, onde andava com uma túnica branca e longa barba. Gentileza denunciava o mundo, regido "pelo capeta capital que vende tudo e destrói tudo". Via no circo destruído uma metáfora do circomundo que também será destruído. Mas anunciava a "gentileza que é o remédio para todos os males".

Deus é "Gentileza porque é Beleza, Perfeição, Bondade, Riqueza, a Natureza, nosso Pai Criador". Um refrão sempre voltava, especialmente nas 56 pilastras com inscrições na entrada da rodoviária Novo Rio no Caju: "Gentileza gera gentileza, amor". Convidava a todos a serem gentis e agradecidos. Anunciava um antídoto à brutalidade de nosso sistema de relações e, sob a linguagem popular e religiosa, um novo paradigma civilizatório urgente em toda a humanidade.

Inscreveu seus ensinamentos ligados à gentileza em 56 pilastras do viaduto do Caju, à entrada da cidade, recuperados sob a orientação do prof. Leonardo Guelman que lhe dedicou um rigoroso trabalho acadêmico (no vídeo abaixo), acompanhado de vídeo e um belíssimo CD-ROM com o título Universo Gentileza: a gênese de um mito contemporâneo.



Uma coisa não se pode negar. A gentileza gera gentileza, assim como violência gera violência. Acho que as palavras de ordem para seguirmos neste ano em busca de paz no coração seriam Gentileza e Generosidade. Apliquem estas palavras na sua vida. Sejam gentis, sejam generosos, busquem sempre o lado da paz, do perdão e do amor! A felicidade está coladinha com essas virtudes.

@tolstoy