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Canal Livre com Mario Sergio Cortella - Uma reflexão sobre a Velhice e a Longevidade

por em
Você leitor do Mister Tube sabe o quanto aprecio o conteúdo desse grande professor e filósofo Cortella.

Há vários posts com assuntos diversos abordados por ele.

Hoje apresento a vocês um excelente debate entre Cortella, Mitre, Pannunzio e Casoy, sobre Longevidade, e lógico passando por temas como qualidade de vida na velhice, felicidade, entre outros.

Algumas frases, de muitas no debate:

"Ócio não é não ter o que fazer, mas é poder escolher o que vai fazer."

"A grande questão não é como vamos morrer, porque isso é um fato. A grande questão não é a morte, mas a vida que você terá enquanto ela não acontece, pra essa vida não ser pequena, banal, fútil, inútil."

Menciona Barão de Tereré..."A única coisa que você leva da vida, é a vida que você leva" ...

"A pessoa não tem que se preparar para a morte, ela tem que se preparar para não ter uma vida desperdiçada".

Menciona Quintana...."Um dia...Pronto!...Me acabo. Pois seja o que tem de ser. Morrer: Que me importa? O diabo é deixar de viver!"

E cita ao final Millor Fernandes “Atenção moçada, quando eu disser no meu tempo, quero dizer daqui a dez anos” e complementa com Pierre Dac "O futuro é o passado em preparação" E finaliza o programa com uma pergunta...."Que passado eu quero ter daqui a vinte ou trinta anos?"

Enfim, vale muito à pena assistir.

Boas reflexões pra você.

@tolstoy.

O que a Vida me Ensinou - Mario Sergio Cortella no Jô

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Se você não existisse, que falta faria? Qual o sentido daquilo que você faz da vida que você tem? Afinal, você veio neste mundo apenas para consumi-lo ou para deixar um legado que permita transformar o mundo que você recebeu quando nasceu, ou até quem sabe transformá-lo em vida?

A definição de felicidade. Qual a chave para a felicidade? Qual o caminho para encontrá-la? Enfim, é sempre muito bom estar com o Cortella, mesmo que seja dessa maneira, através de um vídeo, uma entrevista, um bate-papo. Pois uma coisa é certa, sempre aprenderemos algo de bom, ou algo que provoque uma reflexão sobre nós mesmos.

Abaixo, Cortella apresentando seu livro no Jô, da série "O que a vida me ensinou?" - Viver em Paz para Morrer em Paz (paixão, sentido e felicidade) - uma amostra dele aqui



Mario Sergio Cortella: Vida e Carreira, um equilíbrio possível....tempo é "prioridade"

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Sim, está se movendo!!!!

Desejo utópico? Seria apenas um sonho conciliar de maneira satisfatória a vida pessoal e familiar com uma carreira bem-sucedida? Cortella e Mandelli defendem que não se trata de nenhuma espécie de delírio. Ao contrário, lembram o leitor de que nem mesmo é possível separar a "vida pessoal" da "vida profissional" – elementos que compõem o cotidiano de cada um de nós. Mas, então, como lidar com os problemas no trabalho sem ser atropelado pelo estresse? E como responder ao alto nível de demanda familiar se há sempre trabalho acumulado à nossa espera? Eis algumas das questões que esses dois experientes consultores da área empresarial discutem nesse livro. Além disso, diversos temas importantes passam em revista: a trajetória profissional e a construção da carreira; as conexões entre estabilidade e segurança; valores e felicidade; a contribuição da tecnologia e muito mais. Ao final, valiosas dicas e virtudes que podemos e devemos cultivar para que realmente seja possível realizar esse sonho tão fundamental de aliar um modo de vida agradável com uma carreira gratificante! Super indicado - na livraria Saraiva.





Após o término deste vídeo, é só buscar as partes restantes de 3 a 7.

E que tal uma poesia do século XVII, para uma boa reflexão em nossa vida?

CONTA E TEMPO

Deus pede estrita conta de meu tempo
E eu vou do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta,
Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?

Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado, e não fiz conta;
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.

Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!

Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar, de prestar conta
Chorarão, como eu, o não ter tempo...

Frei Antônio das Chagas, por volta do Século XVII.


Se você é pai, mãe ou é responsável por alguém, não deixe de assistir este vídeo. Não tenho tempo, de Neimar de Barros.



Esse texto de Neimar de Barros fez parte da minha infância. Meu pai tinha este LP, e eu gostava muito de ouvi-lo.

Atualizando o texto, podemos perceber que hoje o tempo ficou ainda mais curto. Mas como disse o filósofo Mario Sergio Cortella em sua palestra mais recente "Em que mundo você vive?", na verdade não podemos falar que não temos tempo, mas sim que não priorizamos aquilo que não nos interessa naquele momento.

O Tempo, o Essencial, o Fundamental e a Liderança - Por Mario Sergio Cortella

por em
A repórter Larissa Guerra conversou, durante a Expogestão 2011, com o filosofo Mário Sérgio Cortella. Leia a seguir toda a entrevista:

Como conciliar trabalho, lazer e família em uma época em que cada vez mais as empresas fixam metas, exigem resultados, o que indiretamente acaba resultando em jornadas de trabalho de 10, 12, 13 horas?


Mário Sérgio Cortella - A gente precisa ter clareza que tempo é uma questão de prioridade. O meu dia hoje terá 24 horas e, ao menos que eu morra durante esse período, eu vou escolher o que eu vou fazer nessas 24 horas. Isso significa que é preciso criar tempos, organizar melhor o nosso trabalho de maneira que a gente possa fazer com que a nossa atividade laboral não soterre e não descarte o nosso tempo de convivência para outras atividades. Afinal, o trabalho é um pedaço da nossa vida. A vida profissional é parte da vida pessoal. Eu sou uma pessoa que tem várias dimensões: a profissão, a amizade, o casamento, o sindicato, a religião. Portanto, essa multiplicidade minha dentro de uma perspectiva de pessoa é que me leva a equilibrar isso. E equilibrar não significa dividir ao meio, deixar 12 horas para uma coisa e 12 horas para outra. Equilibrar é ser capaz de ir aos extremos sem se perder. Há momentos em que vou ficar intensamente cuidando de coisas que não estão ligadas ao trabalho e há momentos em que vou ficar cuidando do trabalho. E pode até ser por dez, 12, 15 horas, mas tendo clareza que é algo circunstancial, episódico e que não vai esgotar a minha condição.

A Notícia - O senhor considera que é necessária uma mudança de visão no que as pessoas definem como trabalho ou emprego?


Mário Sérgio Cortella - Sem dúvida. Emprego é fonte de renda e trabalho é fonte de vida. Há muitas pessoas que não estão em um emprego, mas que têm trabalho: mãe, dona de casa, pessoas que ajudam a cuidar de outros têm um trabalho. Já por outro lado, muitas pessoas encontram no emprego o trabalho que queriam ter. Isso significa que essas pessoas se sentem bem no trabalho que fazem porque o fazem, inclusive sendo na possibilidade de ser dentro de um emprego. Tem gente também que pensa diferente: "no dia em que eu puder, eu vou fazer o que eu gosto". Há uma definição clássica de trabalho, que não é sinônimo exclusivo de emprego, de que o trabalho é aquilo que eu faço com um prazer imenso, ou, sendo mais sincero, aquilo que eu faria até de graça. Se você consegue fazê-lo recebendo, isto é, transformando seu trabalho em um emprego, essa é a melhor coisa que existe. Eu sou professor, sou palestrante, tudo isso que eu faço é o meu trabalho. Como eu faço isso dentro de um emprego, como profissão, isso me torna mais feliz ainda.

A Notícia - O que é fundamental e o que é o essencial na vida das pessoas?


Mário Sérgio Cortella - O fundamental é tudo aquilo que ajuda a chegar ao essencial. E aí, você me pergunta: o que é o essencial? O essencial na vida é tudo aquilo que não pode não ser: a amizade, lealdade, fraternidade, sexualidade, espiritualidade, religiosidade, solidariedade, honestidade, em última instância, felicidade. Isso é essencial. O fundamental é como uma escada: ninguém tem uma escada para ficar em cima dela. Você tem uma escada para ir a algum lugar. Por exemplo, dinheiro não é essencial. Dinheiro é fundamental. Sem ele, você tem problemas, mas ele não é essencial. Carreira não é essencial, carreira é fundamental. Eu tenho uma carreira para alguma coisa, que me leve à minha realização, à minha capacidade de partilha. E nessa hora, quando se confunde o essencial com o fundamental, a pessoa fica aprisionada dentro daquilo que é a mera escada. E há pessoas que ficam paradas em cima da escada, ao invés de ir ao lugar onde precisam ir.

A Notícia - O senhor defende a ideia de que liderança é uma virtude, e não um dom?


Mário Sérgio Cortella - Ela não é, no ponto de partida, um dom. A liderança leva em conta coisas que são inatas. Por exemplo: eu lidero palestras, eu lidero aulas. Tem coisas em mim que nasceram comigo: eu sou grande, isso ajuda uma docência. Eu tenho uma voz que é naturalmente mais poderosa, que ajuda na minha produtividade. Mas, o falar, o conteúdo, o relacionamento com o público, a capacidade de sensibilidade, são coisas que vão sendo aprendidas. Portanto, a liderança é uma virtude, isto é, é uma capacidade intrínseca que conta com coisas inatas que alguns chamam de dom. Mas que eu chamo de apenas e somente uma característica inata que pode facilitar. Nem todo mundo que tem voz forte vai para o rádio ou para a docência. E nem está só na docência e no rádio quem tem voz forte. Ela não é definitiva, ao contrário, ela ajuda.

A Notícia - Como é possível, então,desenvolver esse potencial de liderança?


Mário Sérgio Cortella - A primeira coisa é que é preciso ter coragem para fazê-la. É preciso lembrar que a oportunidade é um vento que você precisa ir buscar. O bom navegador não fica esperando o vento chegar, ele vai atrás. Por isso, aquele ou aquela que desejam liderar um processo ou uma organização, ele não pode imaginar que a coisa vai passar ao lado dele e aí ele vai embarcar. Ao contrário, é preciso procurar. E para isso, é necessário ter coragem . E coragem não é a ausência de medo, é a capacidade de enfrentar o medo. Gente que diz que não tem medo não é corajosa, é inconsequente. O medo nos ajuda proteger, a cuidar, a prevenir. Mas a coragem é um enfrentamento do medo. Portanto, o primeiro passo é a atitude. E a atitude exige coragem. E coragem, antes de mais nada, está marcada pela capacidade nossa de termos clareza de para onde nós queremos ir. Eu sempre lembro a Alice no País das Maravilhas, quando o grande Lewis Carroll, em que há uma personagem magnífica, que é o gato. Quando a Alice o encontra pela segunda vez, ela está perdida e vira para o gato e pergunta "você pode me ajudar?". Aí o gato responde: "claro". Ela falou: "para onde vai esta estrada?". Ele fez uma pergunta ótima e falou: "para onde você quer ir?". Ela disse, "eu não sei, estou perdida". Ele falou: "bom, para quem não sabe aonde vai, qualquer caminho serve". É necessário, se você e eu quisermos liderar, que a gente tenha coragem e foco, isto é, para onde nós queremos ir? Quando a gente sabe para onde quer ir, aí a gente começa a caminhada naquela direção.

A Notícia - Quais personalidades o senhor considera hoje como líderes? Como se reconhece um líder?


Mário Sérgio Cortella - Nós temos várias pessoas que podemos considerar como líderes, como o Nelson Mandela é um líder estupendo, magnífico. Ele jovem advogado, aos 40 anos foi preso e ficou até os 67 anos nessa condição. Esse é um homem especial. Se você observa, hoje, há homens e mulheres que conseguem liderar processos. O Lula foi um líder político e ele continua nesse processo. Ele pegou a nação e durante oito anos deu a ela um avanço que não era exclusivo, não era inventado por ele, não era exclusividade também do grupo ideológico dele, mas é inegável o quanto nosso país avançou. Aliás, um líder é aquele que enxerga além do óbvio. Você já imaginou, se alguém dissesse para nós, há 20 anos, que esse país ia decolar se a gente tivesse como presidente da República um professor de Sociologia, um torneiro mecânico e uma guerrilheira? A gente diria que aquilo era uma coisa maluca. Ao contrário, são pessoas na sua atividade de forças de liderança. Mas, entre as pessoas que estão vivas, sem dúvida a que eu mais admiro é o Nelson Mandela, pela capacidade dele de produzir o bem. No nosso país, eu tinha uma grande admiração e ainda tenho pela Dra. Zilda Arns, já falecida, mas uma pessoa que se dedica a fazer com que as crianças não pereçam inutilmente, exerce uma liderança muito grande. No campo empresarial, eu destacaria várias empresas familiares que têm essa percepção, seja o Jorge Gerdau, seja o Emílio Odebrecht. Em Santa Catarina, dentro da Weg você tem líderes, na Marisol, você tem muitas lideranças. E por outro lado, há algumas empresas que só possuem chefes.

A Notícia- O senhor cita ainda que ninguém é líder ou liderado o tempo todo. Esse processo é facilmente perceptível?


Mário Sérgio Cortella - Nenhum de nós lidera tudo o tempo todo de todos os modos. Por exemplo, eu sou muito bom para liderar às vezes uma palestra, uma sala de aula, coisa que eu faço há décadas. Mas eu não sei liderar a organização de uma festa, ou para organizar uma excursão até o santuário da Madre Paulina. Eu nem sempre sei organizar um piquenique, mas há pessoas que o fazem bem. Eu sei fazer outras coisas. Por isso, quando eu fui secretário de Educação em São Paulo, uma das coisas que eu fazia era escolher para coordenar projetos a pessoa que era melhor do que eu. Aliás, há uma frase antiga que diz que quando você tem subordinados que são melhores do que você, você é melhor do que eles, no sentido de saber articulá-los, de trazê-los para o trabalho. Repito: nenhum e nenhuma de nós é líder ou liderado o tempo todo. A liderança é circunstancial e ela precisa ser partilhada. Há coisas que você sabe fazer no campo da mídia, e outras que você não sabe. Há coisas que eu sei fazer na universidade, na educação escolar, e outras que eu não sei. O que eu não posso é ser, ao invés de ser um líder formal, é ser um líder "formol", que é aquele que conserva os cadáveres daquilo que já foi.

vi no blog "e eu com isso" de Vandré Kramer

A Felicidade por Mario Sergio Cortella

por em


"No dia que eu me for, eu quero fazer falta. Você só faz falta quando se torna uma pessoa importante. Não confunda importante com famoso. Tem famoso que é importante e tem muita gente importante que não é famosa. Você se torna importante quando alguém te porta para dentro, te importa e aí você passa a fazer falta na vida dos outros. Inspirar-se é ser capaz de construir uma vida que seja importante. Há pessoas que nós exportamos e há pessoas que nós importamos” Mario Sérgio Cortella

Trechos da entrevista com Mário Sérgio Cortella. Documentário EU MAIOR, sobre autoconhecimento e busca da felicidade. Para mais informações, visite www.eumaior.com.br

O que falta para o Brasil ser um país de todos?

por em


Por Tolstoy Cardoso Neto

A imagem que vale por todos os votos de um país! Viva a democracia, mas que esta esteja suportada por eleitores educados, informados e questionadores!

O que falta então? Educação e informação sem manipulação! Já dizia nosso querido escritor Monteiro Lobato: "Um país se faz com homens e livros". Para que isso aconteça, o questionamento é fundamental e essencial! Não deixe de questionar, de perguntar os "por ques" na sua vida. Experimente fazê-lo, e verás o quanto a sua vida se tornará mais clara!


É através do por que, que inventamos, inovamos, buscamos melhorar, saímos do comodismo e das situações que tem nos prejudicado, aprendemos os nossos direitos e deveres, enfim os benefícios são infinitos!

Isto sem falar que o "por que" provoca mudanças, e quando mudamos temos um resultado diferente e provavelmente bem melhor do que estávamos acostumados a experienciar. Afinal, ninguém busca mudar para piorar, mas pelo contrário para melhorar e muito!

Quando deixamos de questionar, nos aproximamos da mediocridade nos tornamos "tontos", e isto para um país e para a nossa vida é algo que temos que evitar com toda a nossa resiliência.


Você certamente já escutou ou perguntou algo como: Por que juros tão altos? Por que tantos impostos? Por que os serviços prestados pela União, Estado e Município estão abaixo daquilo que esperamos? Por que?


Está vendo? Após ter as respostas, vem o fundamental - atitude, ação! A luta por mudanças! E quando lutamos com as armas certas, os resultados podem demorar, mas acabam aparecendo.

Fique agora com os 4 por ques de Mario Sergio Cortella e sua incrível receita do sucesso!



“Há três caminhos para o sucesso: ensinar o que se sabe, praticar o que se ensina, e perguntar o que se ignora”. (São Beda - século VIII).

@tolstoy

Ser pequeno e o caminho para o Sucesso, por Cortella

por em


Anote aí:

“Há três caminhos para o fracasso: não ensinar o que se sabe, não praticar o que se ensina, e não perguntar o que se ignora”. (São Beda).

Portanto, agora você já sabe o caminho do Sucesso!

Esse vídeo e muito mais você encontra no mistertube.com.br ou em nossa fanpage http://www.facebook.com/pages/Mister-Tube/205156322828896 clica aí e curta a nossa página no facebook!

Vamos sempre ser pequenos, para termos espaço para crescermos ainda mais!

Recebam o meu abraço!

@tolstoy

Em que mundo você vive? Excelente palestra de Mario Sergio Cortella (Set/2011)

por em

Highlights da palestra de Cortella:

"Tempo é prioridade! Não tenho tempo, na verdade deve-se dizer "não tenho prioridade para...." Não tenho prioridade para atividades físicas, brincar com meus filhos, etc..." Pois o tempo é um só e sempre será!"

‎"Cansaço resulta de um esforço intenso e stress resulta de um esforço sem sentido. Stress é não ver sentido naquilo que faz. Cansaço você cura dormindo, stress você cura mudando de objetivo e de vida!"

"A coisa que mais escuto é: se pudesse eu largava tudo isso e ia fazer aquilo que eu gosto."

"Trabalho e emprego - emprego é fonte de renda e trabalho é fonte de vida!"

"Esperança de esperançar ao invés de esperar"

"Conheço muitos que não puderam quando deviam porque não quiseram quando podiam. A gente quer, deve e pode!"













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Provocações Filosóficas com Cortella: Você sabe com quem você está falando?

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Uma reflexão sobre a arrogância de certos seres humanos.
Cortella com a maestria que lhe é peculiar nos provoca com aquela velha pergunta que alguns ainda insistem em fazer: você sabe com quem você está falando?
Cor da pele, sotaque, poder, dinheiro, religião, sexo, todos os temas que são motivos de preconceito de alguns são abordados, e de uma forma simples e comparativa, consegue colocar o arrogante em seu devido lugar. Todos somos iguais. Ninguém é melhor que ninguém só pelo dinheiro que tem, pela roupa que veste, pelo cargo que ocupa, pelos "amigos" que tem, pelos idiomas que fala, pela graduação que tem, e por aí vai.



Agora, se algum arrogante lhe fizer esta pergunta você sabe o que responder!

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@tolstoy

Cortella, com suas provocações filosóficas

por em


Para pensar e agir:

Esperançar, ir atrás, fazer acontecer!
Não ser Omisso (ausente)!
Poder para servir, não para se servir!
Nos colocar como agente de mudança!

Algumas frases:

François Rabelais, foi um Monge Beneditino e escritor Francês do século XVI. Ele escreveu: "Conheço muitos que não puderam quando deviam, porque não quiseram quando podiam".
A gente quer deve pode!

Um grande político britânico do século XIX, Benjamim Disraeli disse: "A vida é muito curta pra ser pequena"

E uma das maneiras de apequenar uma vida que já é curta é :
A conivência, a conformidade, é esperar que alguém faça por você!