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Canal Livre com Mario Sergio Cortella - Uma reflexão sobre a Velhice e a Longevidade

por em
Você leitor do Mister Tube sabe o quanto aprecio o conteúdo desse grande professor e filósofo Cortella.

Há vários posts com assuntos diversos abordados por ele.

Hoje apresento a vocês um excelente debate entre Cortella, Mitre, Pannunzio e Casoy, sobre Longevidade, e lógico passando por temas como qualidade de vida na velhice, felicidade, entre outros.

Algumas frases, de muitas no debate:

"Ócio não é não ter o que fazer, mas é poder escolher o que vai fazer."

"A grande questão não é como vamos morrer, porque isso é um fato. A grande questão não é a morte, mas a vida que você terá enquanto ela não acontece, pra essa vida não ser pequena, banal, fútil, inútil."

Menciona Barão de Tereré..."A única coisa que você leva da vida, é a vida que você leva" ...

"A pessoa não tem que se preparar para a morte, ela tem que se preparar para não ter uma vida desperdiçada".

Menciona Quintana...."Um dia...Pronto!...Me acabo. Pois seja o que tem de ser. Morrer: Que me importa? O diabo é deixar de viver!"

E cita ao final Millor Fernandes “Atenção moçada, quando eu disser no meu tempo, quero dizer daqui a dez anos” e complementa com Pierre Dac "O futuro é o passado em preparação" E finaliza o programa com uma pergunta...."Que passado eu quero ter daqui a vinte ou trinta anos?"

Enfim, vale muito à pena assistir.

Boas reflexões pra você.

@tolstoy.

Mister Tube Indica: It´s a Wonderful Life - A Felicidade não Se Compra (1946) - O Melhor Filme de Todos os Tempos

por em


Um excelente filme para assistir em família. A Felicidade não se Compra  é um filme inspirador, que fala sobre sentimentos humanos, aqueles que volta e meia as pessoas parecem esquecê-los. Solidariedade, o amor verdadeiro, a honestidade, a compaixão para com o próximo. Mostra também as adversidades da vida, as frustrações, enfim a vida como ela é.

Este é um daqueles filmes que vai se encaixando em histórias que já vimos por aí, na vida real.

E com um final estonteante.

Imperdível!


George Bailey (James Stewart) é um homem que nunca quis seguir a benevolente carreira de banqueiro do seu pai. Ele queria sair, para conhecer o mundo e seus segredos. Porém, por causa da necessidade de todos a seu redor, ele nunca conseguiu realizar o seu sonho. Até que pensou em se matar, por causa de uma dívida, e recebeu uma mãozinha lá de cima...



Este disco Blu-ray traz ainda vídeos extras inéditos, como o ótimo making of da produção.




CARACTERÍSTICAS:
Ano de Produção: 1946
Idioma do Áudio: Inglês
Idioma da Legenda: Português
País de Produção: Estados Unidos
Sistema de Som: Dolby Digital Mono, DTS HD 2.0, Dolby Digital 2.0
Inadequação: Tema: Natal, solidariedade

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3693025/a-felicidade-nao-se-compra-blu-ray

Abaixo comentários sobre o filme, explicando cada passagem, os significados, os simbolismos, enfim é mais um incentivo para que você assista o filme.



O Guilherme, que comenta o filme, tem um site que também merece ser navegado e acompanhado.

http://www.formacaopolitica.com.br/

Bom filme pra você!

@tolstoy.

Comportamento: O Perdão de mãos dadas com a Felicidade

por em





Portanto, peça desculpas, perdoe, esqueça, se liberte e seja feliz!

@tolstoy



Reflexão: Fazer aquilo que gosta ou aquilo que dá dinheiro?

por em
Quem nunca passou ou ainda passa por essa dúvida? Afinal, vale à pena buscar profissões que não são valorizadas, em detrimento a felicidade de estar fazendo aquilo que realmente ama? E, quanto ao dinheiro? A falta dele não traria infelicidade? No vídeo abaixo (ative a legenda em português) o autor filosofa sobre esta questão, e busca promover a decisão por aquilo que realmente nos faça feliz, e ainda, que apoiemos as decisões dos filhos, os encorajando a viver sob esta premissa, trabalhar naquilo que nos faça feliz.


Boa reflexão!


Transcrição

"So I always ask the question: What would you like to do if money were no object? How would you really enjoy spending your life? Well it's so amazing as the result of our kind of educational system, crowds of students say 'Well, we'd like to be painters, we'd like to be poets, we'd like to be writers' But as everybody knows you can't earn any money that way! Another person says 'Well I'd like to live an out-of-door's life and ride horses.' I said 'You wanna teach in a riding school?'

Let's go through with it. What do you want to do? When we finally got down to something which the individual says he really wants to do I will say to him 'You do that! And forget the money!' Because if you say that getting the money is the most important thing you will spend your life completely wasting your time! You'll be doing things you don't like doing in order to go on living - that is to go on doing things you don't like doing! Which is stupid! Better to have a short life that is full of which you like doing then a long life spent in a miserable way. And after all, if you do really like what you are doing - it doesn't really matter what it is - you can eventually become a master of it. It's the only way of becoming the master of something, to be really with it. And then you will be able to get a good fee for whatever it is. So don't worry too much, somebody is interested in everything. Anything you can be interested in, you'll find others who are.

But it's absolutely stupid to spend your time doing things you don't like in order to go on spending things you don't like, doing things you don't like and to teach our children to follow the same track. See, what we are doing is we are bringing up children and educating to live the same sort of lifes we are living. In order they may justify themselves and find satisfaction in life by bringing up their children to bring up their children to do the same thing. So it's all retch and no vomit - it never gets there! And so therefore it's so important to consider this question:

What do I desire?"

- Alan Watts

O Tempo, o Essencial, o Fundamental e a Liderança - Por Mario Sergio Cortella

por em
A repórter Larissa Guerra conversou, durante a Expogestão 2011, com o filosofo Mário Sérgio Cortella. Leia a seguir toda a entrevista:

Como conciliar trabalho, lazer e família em uma época em que cada vez mais as empresas fixam metas, exigem resultados, o que indiretamente acaba resultando em jornadas de trabalho de 10, 12, 13 horas?


Mário Sérgio Cortella - A gente precisa ter clareza que tempo é uma questão de prioridade. O meu dia hoje terá 24 horas e, ao menos que eu morra durante esse período, eu vou escolher o que eu vou fazer nessas 24 horas. Isso significa que é preciso criar tempos, organizar melhor o nosso trabalho de maneira que a gente possa fazer com que a nossa atividade laboral não soterre e não descarte o nosso tempo de convivência para outras atividades. Afinal, o trabalho é um pedaço da nossa vida. A vida profissional é parte da vida pessoal. Eu sou uma pessoa que tem várias dimensões: a profissão, a amizade, o casamento, o sindicato, a religião. Portanto, essa multiplicidade minha dentro de uma perspectiva de pessoa é que me leva a equilibrar isso. E equilibrar não significa dividir ao meio, deixar 12 horas para uma coisa e 12 horas para outra. Equilibrar é ser capaz de ir aos extremos sem se perder. Há momentos em que vou ficar intensamente cuidando de coisas que não estão ligadas ao trabalho e há momentos em que vou ficar cuidando do trabalho. E pode até ser por dez, 12, 15 horas, mas tendo clareza que é algo circunstancial, episódico e que não vai esgotar a minha condição.

A Notícia - O senhor considera que é necessária uma mudança de visão no que as pessoas definem como trabalho ou emprego?


Mário Sérgio Cortella - Sem dúvida. Emprego é fonte de renda e trabalho é fonte de vida. Há muitas pessoas que não estão em um emprego, mas que têm trabalho: mãe, dona de casa, pessoas que ajudam a cuidar de outros têm um trabalho. Já por outro lado, muitas pessoas encontram no emprego o trabalho que queriam ter. Isso significa que essas pessoas se sentem bem no trabalho que fazem porque o fazem, inclusive sendo na possibilidade de ser dentro de um emprego. Tem gente também que pensa diferente: "no dia em que eu puder, eu vou fazer o que eu gosto". Há uma definição clássica de trabalho, que não é sinônimo exclusivo de emprego, de que o trabalho é aquilo que eu faço com um prazer imenso, ou, sendo mais sincero, aquilo que eu faria até de graça. Se você consegue fazê-lo recebendo, isto é, transformando seu trabalho em um emprego, essa é a melhor coisa que existe. Eu sou professor, sou palestrante, tudo isso que eu faço é o meu trabalho. Como eu faço isso dentro de um emprego, como profissão, isso me torna mais feliz ainda.

A Notícia - O que é fundamental e o que é o essencial na vida das pessoas?


Mário Sérgio Cortella - O fundamental é tudo aquilo que ajuda a chegar ao essencial. E aí, você me pergunta: o que é o essencial? O essencial na vida é tudo aquilo que não pode não ser: a amizade, lealdade, fraternidade, sexualidade, espiritualidade, religiosidade, solidariedade, honestidade, em última instância, felicidade. Isso é essencial. O fundamental é como uma escada: ninguém tem uma escada para ficar em cima dela. Você tem uma escada para ir a algum lugar. Por exemplo, dinheiro não é essencial. Dinheiro é fundamental. Sem ele, você tem problemas, mas ele não é essencial. Carreira não é essencial, carreira é fundamental. Eu tenho uma carreira para alguma coisa, que me leve à minha realização, à minha capacidade de partilha. E nessa hora, quando se confunde o essencial com o fundamental, a pessoa fica aprisionada dentro daquilo que é a mera escada. E há pessoas que ficam paradas em cima da escada, ao invés de ir ao lugar onde precisam ir.

A Notícia - O senhor defende a ideia de que liderança é uma virtude, e não um dom?


Mário Sérgio Cortella - Ela não é, no ponto de partida, um dom. A liderança leva em conta coisas que são inatas. Por exemplo: eu lidero palestras, eu lidero aulas. Tem coisas em mim que nasceram comigo: eu sou grande, isso ajuda uma docência. Eu tenho uma voz que é naturalmente mais poderosa, que ajuda na minha produtividade. Mas, o falar, o conteúdo, o relacionamento com o público, a capacidade de sensibilidade, são coisas que vão sendo aprendidas. Portanto, a liderança é uma virtude, isto é, é uma capacidade intrínseca que conta com coisas inatas que alguns chamam de dom. Mas que eu chamo de apenas e somente uma característica inata que pode facilitar. Nem todo mundo que tem voz forte vai para o rádio ou para a docência. E nem está só na docência e no rádio quem tem voz forte. Ela não é definitiva, ao contrário, ela ajuda.

A Notícia - Como é possível, então,desenvolver esse potencial de liderança?


Mário Sérgio Cortella - A primeira coisa é que é preciso ter coragem para fazê-la. É preciso lembrar que a oportunidade é um vento que você precisa ir buscar. O bom navegador não fica esperando o vento chegar, ele vai atrás. Por isso, aquele ou aquela que desejam liderar um processo ou uma organização, ele não pode imaginar que a coisa vai passar ao lado dele e aí ele vai embarcar. Ao contrário, é preciso procurar. E para isso, é necessário ter coragem . E coragem não é a ausência de medo, é a capacidade de enfrentar o medo. Gente que diz que não tem medo não é corajosa, é inconsequente. O medo nos ajuda proteger, a cuidar, a prevenir. Mas a coragem é um enfrentamento do medo. Portanto, o primeiro passo é a atitude. E a atitude exige coragem. E coragem, antes de mais nada, está marcada pela capacidade nossa de termos clareza de para onde nós queremos ir. Eu sempre lembro a Alice no País das Maravilhas, quando o grande Lewis Carroll, em que há uma personagem magnífica, que é o gato. Quando a Alice o encontra pela segunda vez, ela está perdida e vira para o gato e pergunta "você pode me ajudar?". Aí o gato responde: "claro". Ela falou: "para onde vai esta estrada?". Ele fez uma pergunta ótima e falou: "para onde você quer ir?". Ela disse, "eu não sei, estou perdida". Ele falou: "bom, para quem não sabe aonde vai, qualquer caminho serve". É necessário, se você e eu quisermos liderar, que a gente tenha coragem e foco, isto é, para onde nós queremos ir? Quando a gente sabe para onde quer ir, aí a gente começa a caminhada naquela direção.

A Notícia - Quais personalidades o senhor considera hoje como líderes? Como se reconhece um líder?


Mário Sérgio Cortella - Nós temos várias pessoas que podemos considerar como líderes, como o Nelson Mandela é um líder estupendo, magnífico. Ele jovem advogado, aos 40 anos foi preso e ficou até os 67 anos nessa condição. Esse é um homem especial. Se você observa, hoje, há homens e mulheres que conseguem liderar processos. O Lula foi um líder político e ele continua nesse processo. Ele pegou a nação e durante oito anos deu a ela um avanço que não era exclusivo, não era inventado por ele, não era exclusividade também do grupo ideológico dele, mas é inegável o quanto nosso país avançou. Aliás, um líder é aquele que enxerga além do óbvio. Você já imaginou, se alguém dissesse para nós, há 20 anos, que esse país ia decolar se a gente tivesse como presidente da República um professor de Sociologia, um torneiro mecânico e uma guerrilheira? A gente diria que aquilo era uma coisa maluca. Ao contrário, são pessoas na sua atividade de forças de liderança. Mas, entre as pessoas que estão vivas, sem dúvida a que eu mais admiro é o Nelson Mandela, pela capacidade dele de produzir o bem. No nosso país, eu tinha uma grande admiração e ainda tenho pela Dra. Zilda Arns, já falecida, mas uma pessoa que se dedica a fazer com que as crianças não pereçam inutilmente, exerce uma liderança muito grande. No campo empresarial, eu destacaria várias empresas familiares que têm essa percepção, seja o Jorge Gerdau, seja o Emílio Odebrecht. Em Santa Catarina, dentro da Weg você tem líderes, na Marisol, você tem muitas lideranças. E por outro lado, há algumas empresas que só possuem chefes.

A Notícia- O senhor cita ainda que ninguém é líder ou liderado o tempo todo. Esse processo é facilmente perceptível?


Mário Sérgio Cortella - Nenhum de nós lidera tudo o tempo todo de todos os modos. Por exemplo, eu sou muito bom para liderar às vezes uma palestra, uma sala de aula, coisa que eu faço há décadas. Mas eu não sei liderar a organização de uma festa, ou para organizar uma excursão até o santuário da Madre Paulina. Eu nem sempre sei organizar um piquenique, mas há pessoas que o fazem bem. Eu sei fazer outras coisas. Por isso, quando eu fui secretário de Educação em São Paulo, uma das coisas que eu fazia era escolher para coordenar projetos a pessoa que era melhor do que eu. Aliás, há uma frase antiga que diz que quando você tem subordinados que são melhores do que você, você é melhor do que eles, no sentido de saber articulá-los, de trazê-los para o trabalho. Repito: nenhum e nenhuma de nós é líder ou liderado o tempo todo. A liderança é circunstancial e ela precisa ser partilhada. Há coisas que você sabe fazer no campo da mídia, e outras que você não sabe. Há coisas que eu sei fazer na universidade, na educação escolar, e outras que eu não sei. O que eu não posso é ser, ao invés de ser um líder formal, é ser um líder "formol", que é aquele que conserva os cadáveres daquilo que já foi.

vi no blog "e eu com isso" de Vandré Kramer

A Felicidade por Mario Sergio Cortella

por em


"No dia que eu me for, eu quero fazer falta. Você só faz falta quando se torna uma pessoa importante. Não confunda importante com famoso. Tem famoso que é importante e tem muita gente importante que não é famosa. Você se torna importante quando alguém te porta para dentro, te importa e aí você passa a fazer falta na vida dos outros. Inspirar-se é ser capaz de construir uma vida que seja importante. Há pessoas que nós exportamos e há pessoas que nós importamos” Mario Sérgio Cortella

Trechos da entrevista com Mário Sérgio Cortella. Documentário EU MAIOR, sobre autoconhecimento e busca da felicidade. Para mais informações, visite www.eumaior.com.br

In this House.....

por em

vi no G+ Ricardo


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