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Canal Livre com Mario Sergio Cortella - Uma reflexão sobre a Velhice e a Longevidade

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Você leitor do Mister Tube sabe o quanto aprecio o conteúdo desse grande professor e filósofo Cortella.

Há vários posts com assuntos diversos abordados por ele.

Hoje apresento a vocês um excelente debate entre Cortella, Mitre, Pannunzio e Casoy, sobre Longevidade, e lógico passando por temas como qualidade de vida na velhice, felicidade, entre outros.

Algumas frases, de muitas no debate:

"Ócio não é não ter o que fazer, mas é poder escolher o que vai fazer."

"A grande questão não é como vamos morrer, porque isso é um fato. A grande questão não é a morte, mas a vida que você terá enquanto ela não acontece, pra essa vida não ser pequena, banal, fútil, inútil."

Menciona Barão de Tereré..."A única coisa que você leva da vida, é a vida que você leva" ...

"A pessoa não tem que se preparar para a morte, ela tem que se preparar para não ter uma vida desperdiçada".

Menciona Quintana...."Um dia...Pronto!...Me acabo. Pois seja o que tem de ser. Morrer: Que me importa? O diabo é deixar de viver!"

E cita ao final Millor Fernandes “Atenção moçada, quando eu disser no meu tempo, quero dizer daqui a dez anos” e complementa com Pierre Dac "O futuro é o passado em preparação" E finaliza o programa com uma pergunta...."Que passado eu quero ter daqui a vinte ou trinta anos?"

Enfim, vale muito à pena assistir.

Boas reflexões pra você.

@tolstoy.

O que a Vida me Ensinou - Mario Sergio Cortella no Jô

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Se você não existisse, que falta faria? Qual o sentido daquilo que você faz da vida que você tem? Afinal, você veio neste mundo apenas para consumi-lo ou para deixar um legado que permita transformar o mundo que você recebeu quando nasceu, ou até quem sabe transformá-lo em vida?

A definição de felicidade. Qual a chave para a felicidade? Qual o caminho para encontrá-la? Enfim, é sempre muito bom estar com o Cortella, mesmo que seja dessa maneira, através de um vídeo, uma entrevista, um bate-papo. Pois uma coisa é certa, sempre aprenderemos algo de bom, ou algo que provoque uma reflexão sobre nós mesmos.

Abaixo, Cortella apresentando seu livro no Jô, da série "O que a vida me ensinou?" - Viver em Paz para Morrer em Paz (paixão, sentido e felicidade) - uma amostra dele aqui



Mario Sergio Cortella: Vida e Carreira, um equilíbrio possível....tempo é "prioridade"

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Sim, está se movendo!!!!

Desejo utópico? Seria apenas um sonho conciliar de maneira satisfatória a vida pessoal e familiar com uma carreira bem-sucedida? Cortella e Mandelli defendem que não se trata de nenhuma espécie de delírio. Ao contrário, lembram o leitor de que nem mesmo é possível separar a "vida pessoal" da "vida profissional" – elementos que compõem o cotidiano de cada um de nós. Mas, então, como lidar com os problemas no trabalho sem ser atropelado pelo estresse? E como responder ao alto nível de demanda familiar se há sempre trabalho acumulado à nossa espera? Eis algumas das questões que esses dois experientes consultores da área empresarial discutem nesse livro. Além disso, diversos temas importantes passam em revista: a trajetória profissional e a construção da carreira; as conexões entre estabilidade e segurança; valores e felicidade; a contribuição da tecnologia e muito mais. Ao final, valiosas dicas e virtudes que podemos e devemos cultivar para que realmente seja possível realizar esse sonho tão fundamental de aliar um modo de vida agradável com uma carreira gratificante! Super indicado - na livraria Saraiva.





Após o término deste vídeo, é só buscar as partes restantes de 3 a 7.

E que tal uma poesia do século XVII, para uma boa reflexão em nossa vida?

CONTA E TEMPO

Deus pede estrita conta de meu tempo
E eu vou do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta,
Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?

Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado, e não fiz conta;
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.

Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!

Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar, de prestar conta
Chorarão, como eu, o não ter tempo...

Frei Antônio das Chagas, por volta do Século XVII.


Se você é pai, mãe ou é responsável por alguém, não deixe de assistir este vídeo. Não tenho tempo, de Neimar de Barros.



Esse texto de Neimar de Barros fez parte da minha infância. Meu pai tinha este LP, e eu gostava muito de ouvi-lo.

Atualizando o texto, podemos perceber que hoje o tempo ficou ainda mais curto. Mas como disse o filósofo Mario Sergio Cortella em sua palestra mais recente "Em que mundo você vive?", na verdade não podemos falar que não temos tempo, mas sim que não priorizamos aquilo que não nos interessa naquele momento.

O Analfabeto Político, por Bertold Bretch

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Você é um analfabeto político?






Política para não ser idiota, por Cortella




Participemos portanto de forma ativa na política de nosso país!

O Tempo, o Essencial, o Fundamental e a Liderança - Por Mario Sergio Cortella

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A repórter Larissa Guerra conversou, durante a Expogestão 2011, com o filosofo Mário Sérgio Cortella. Leia a seguir toda a entrevista:

Como conciliar trabalho, lazer e família em uma época em que cada vez mais as empresas fixam metas, exigem resultados, o que indiretamente acaba resultando em jornadas de trabalho de 10, 12, 13 horas?


Mário Sérgio Cortella - A gente precisa ter clareza que tempo é uma questão de prioridade. O meu dia hoje terá 24 horas e, ao menos que eu morra durante esse período, eu vou escolher o que eu vou fazer nessas 24 horas. Isso significa que é preciso criar tempos, organizar melhor o nosso trabalho de maneira que a gente possa fazer com que a nossa atividade laboral não soterre e não descarte o nosso tempo de convivência para outras atividades. Afinal, o trabalho é um pedaço da nossa vida. A vida profissional é parte da vida pessoal. Eu sou uma pessoa que tem várias dimensões: a profissão, a amizade, o casamento, o sindicato, a religião. Portanto, essa multiplicidade minha dentro de uma perspectiva de pessoa é que me leva a equilibrar isso. E equilibrar não significa dividir ao meio, deixar 12 horas para uma coisa e 12 horas para outra. Equilibrar é ser capaz de ir aos extremos sem se perder. Há momentos em que vou ficar intensamente cuidando de coisas que não estão ligadas ao trabalho e há momentos em que vou ficar cuidando do trabalho. E pode até ser por dez, 12, 15 horas, mas tendo clareza que é algo circunstancial, episódico e que não vai esgotar a minha condição.

A Notícia - O senhor considera que é necessária uma mudança de visão no que as pessoas definem como trabalho ou emprego?


Mário Sérgio Cortella - Sem dúvida. Emprego é fonte de renda e trabalho é fonte de vida. Há muitas pessoas que não estão em um emprego, mas que têm trabalho: mãe, dona de casa, pessoas que ajudam a cuidar de outros têm um trabalho. Já por outro lado, muitas pessoas encontram no emprego o trabalho que queriam ter. Isso significa que essas pessoas se sentem bem no trabalho que fazem porque o fazem, inclusive sendo na possibilidade de ser dentro de um emprego. Tem gente também que pensa diferente: "no dia em que eu puder, eu vou fazer o que eu gosto". Há uma definição clássica de trabalho, que não é sinônimo exclusivo de emprego, de que o trabalho é aquilo que eu faço com um prazer imenso, ou, sendo mais sincero, aquilo que eu faria até de graça. Se você consegue fazê-lo recebendo, isto é, transformando seu trabalho em um emprego, essa é a melhor coisa que existe. Eu sou professor, sou palestrante, tudo isso que eu faço é o meu trabalho. Como eu faço isso dentro de um emprego, como profissão, isso me torna mais feliz ainda.

A Notícia - O que é fundamental e o que é o essencial na vida das pessoas?


Mário Sérgio Cortella - O fundamental é tudo aquilo que ajuda a chegar ao essencial. E aí, você me pergunta: o que é o essencial? O essencial na vida é tudo aquilo que não pode não ser: a amizade, lealdade, fraternidade, sexualidade, espiritualidade, religiosidade, solidariedade, honestidade, em última instância, felicidade. Isso é essencial. O fundamental é como uma escada: ninguém tem uma escada para ficar em cima dela. Você tem uma escada para ir a algum lugar. Por exemplo, dinheiro não é essencial. Dinheiro é fundamental. Sem ele, você tem problemas, mas ele não é essencial. Carreira não é essencial, carreira é fundamental. Eu tenho uma carreira para alguma coisa, que me leve à minha realização, à minha capacidade de partilha. E nessa hora, quando se confunde o essencial com o fundamental, a pessoa fica aprisionada dentro daquilo que é a mera escada. E há pessoas que ficam paradas em cima da escada, ao invés de ir ao lugar onde precisam ir.

A Notícia - O senhor defende a ideia de que liderança é uma virtude, e não um dom?


Mário Sérgio Cortella - Ela não é, no ponto de partida, um dom. A liderança leva em conta coisas que são inatas. Por exemplo: eu lidero palestras, eu lidero aulas. Tem coisas em mim que nasceram comigo: eu sou grande, isso ajuda uma docência. Eu tenho uma voz que é naturalmente mais poderosa, que ajuda na minha produtividade. Mas, o falar, o conteúdo, o relacionamento com o público, a capacidade de sensibilidade, são coisas que vão sendo aprendidas. Portanto, a liderança é uma virtude, isto é, é uma capacidade intrínseca que conta com coisas inatas que alguns chamam de dom. Mas que eu chamo de apenas e somente uma característica inata que pode facilitar. Nem todo mundo que tem voz forte vai para o rádio ou para a docência. E nem está só na docência e no rádio quem tem voz forte. Ela não é definitiva, ao contrário, ela ajuda.

A Notícia - Como é possível, então,desenvolver esse potencial de liderança?


Mário Sérgio Cortella - A primeira coisa é que é preciso ter coragem para fazê-la. É preciso lembrar que a oportunidade é um vento que você precisa ir buscar. O bom navegador não fica esperando o vento chegar, ele vai atrás. Por isso, aquele ou aquela que desejam liderar um processo ou uma organização, ele não pode imaginar que a coisa vai passar ao lado dele e aí ele vai embarcar. Ao contrário, é preciso procurar. E para isso, é necessário ter coragem . E coragem não é a ausência de medo, é a capacidade de enfrentar o medo. Gente que diz que não tem medo não é corajosa, é inconsequente. O medo nos ajuda proteger, a cuidar, a prevenir. Mas a coragem é um enfrentamento do medo. Portanto, o primeiro passo é a atitude. E a atitude exige coragem. E coragem, antes de mais nada, está marcada pela capacidade nossa de termos clareza de para onde nós queremos ir. Eu sempre lembro a Alice no País das Maravilhas, quando o grande Lewis Carroll, em que há uma personagem magnífica, que é o gato. Quando a Alice o encontra pela segunda vez, ela está perdida e vira para o gato e pergunta "você pode me ajudar?". Aí o gato responde: "claro". Ela falou: "para onde vai esta estrada?". Ele fez uma pergunta ótima e falou: "para onde você quer ir?". Ela disse, "eu não sei, estou perdida". Ele falou: "bom, para quem não sabe aonde vai, qualquer caminho serve". É necessário, se você e eu quisermos liderar, que a gente tenha coragem e foco, isto é, para onde nós queremos ir? Quando a gente sabe para onde quer ir, aí a gente começa a caminhada naquela direção.

A Notícia - Quais personalidades o senhor considera hoje como líderes? Como se reconhece um líder?


Mário Sérgio Cortella - Nós temos várias pessoas que podemos considerar como líderes, como o Nelson Mandela é um líder estupendo, magnífico. Ele jovem advogado, aos 40 anos foi preso e ficou até os 67 anos nessa condição. Esse é um homem especial. Se você observa, hoje, há homens e mulheres que conseguem liderar processos. O Lula foi um líder político e ele continua nesse processo. Ele pegou a nação e durante oito anos deu a ela um avanço que não era exclusivo, não era inventado por ele, não era exclusividade também do grupo ideológico dele, mas é inegável o quanto nosso país avançou. Aliás, um líder é aquele que enxerga além do óbvio. Você já imaginou, se alguém dissesse para nós, há 20 anos, que esse país ia decolar se a gente tivesse como presidente da República um professor de Sociologia, um torneiro mecânico e uma guerrilheira? A gente diria que aquilo era uma coisa maluca. Ao contrário, são pessoas na sua atividade de forças de liderança. Mas, entre as pessoas que estão vivas, sem dúvida a que eu mais admiro é o Nelson Mandela, pela capacidade dele de produzir o bem. No nosso país, eu tinha uma grande admiração e ainda tenho pela Dra. Zilda Arns, já falecida, mas uma pessoa que se dedica a fazer com que as crianças não pereçam inutilmente, exerce uma liderança muito grande. No campo empresarial, eu destacaria várias empresas familiares que têm essa percepção, seja o Jorge Gerdau, seja o Emílio Odebrecht. Em Santa Catarina, dentro da Weg você tem líderes, na Marisol, você tem muitas lideranças. E por outro lado, há algumas empresas que só possuem chefes.

A Notícia- O senhor cita ainda que ninguém é líder ou liderado o tempo todo. Esse processo é facilmente perceptível?


Mário Sérgio Cortella - Nenhum de nós lidera tudo o tempo todo de todos os modos. Por exemplo, eu sou muito bom para liderar às vezes uma palestra, uma sala de aula, coisa que eu faço há décadas. Mas eu não sei liderar a organização de uma festa, ou para organizar uma excursão até o santuário da Madre Paulina. Eu nem sempre sei organizar um piquenique, mas há pessoas que o fazem bem. Eu sei fazer outras coisas. Por isso, quando eu fui secretário de Educação em São Paulo, uma das coisas que eu fazia era escolher para coordenar projetos a pessoa que era melhor do que eu. Aliás, há uma frase antiga que diz que quando você tem subordinados que são melhores do que você, você é melhor do que eles, no sentido de saber articulá-los, de trazê-los para o trabalho. Repito: nenhum e nenhuma de nós é líder ou liderado o tempo todo. A liderança é circunstancial e ela precisa ser partilhada. Há coisas que você sabe fazer no campo da mídia, e outras que você não sabe. Há coisas que eu sei fazer na universidade, na educação escolar, e outras que eu não sei. O que eu não posso é ser, ao invés de ser um líder formal, é ser um líder "formol", que é aquele que conserva os cadáveres daquilo que já foi.

vi no blog "e eu com isso" de Vandré Kramer

A Felicidade por Mario Sergio Cortella

por em


"No dia que eu me for, eu quero fazer falta. Você só faz falta quando se torna uma pessoa importante. Não confunda importante com famoso. Tem famoso que é importante e tem muita gente importante que não é famosa. Você se torna importante quando alguém te porta para dentro, te importa e aí você passa a fazer falta na vida dos outros. Inspirar-se é ser capaz de construir uma vida que seja importante. Há pessoas que nós exportamos e há pessoas que nós importamos” Mario Sérgio Cortella

Trechos da entrevista com Mário Sérgio Cortella. Documentário EU MAIOR, sobre autoconhecimento e busca da felicidade. Para mais informações, visite www.eumaior.com.br

O que falta para o Brasil ser um país de todos?

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Por Tolstoy Cardoso Neto

A imagem que vale por todos os votos de um país! Viva a democracia, mas que esta esteja suportada por eleitores educados, informados e questionadores!

O que falta então? Educação e informação sem manipulação! Já dizia nosso querido escritor Monteiro Lobato: "Um país se faz com homens e livros". Para que isso aconteça, o questionamento é fundamental e essencial! Não deixe de questionar, de perguntar os "por ques" na sua vida. Experimente fazê-lo, e verás o quanto a sua vida se tornará mais clara!


É através do por que, que inventamos, inovamos, buscamos melhorar, saímos do comodismo e das situações que tem nos prejudicado, aprendemos os nossos direitos e deveres, enfim os benefícios são infinitos!

Isto sem falar que o "por que" provoca mudanças, e quando mudamos temos um resultado diferente e provavelmente bem melhor do que estávamos acostumados a experienciar. Afinal, ninguém busca mudar para piorar, mas pelo contrário para melhorar e muito!

Quando deixamos de questionar, nos aproximamos da mediocridade nos tornamos "tontos", e isto para um país e para a nossa vida é algo que temos que evitar com toda a nossa resiliência.


Você certamente já escutou ou perguntou algo como: Por que juros tão altos? Por que tantos impostos? Por que os serviços prestados pela União, Estado e Município estão abaixo daquilo que esperamos? Por que?


Está vendo? Após ter as respostas, vem o fundamental - atitude, ação! A luta por mudanças! E quando lutamos com as armas certas, os resultados podem demorar, mas acabam aparecendo.

Fique agora com os 4 por ques de Mario Sergio Cortella e sua incrível receita do sucesso!



“Há três caminhos para o sucesso: ensinar o que se sabe, praticar o que se ensina, e perguntar o que se ignora”. (São Beda - século VIII).

@tolstoy

Ser pequeno e o caminho para o Sucesso, por Cortella

por em


Anote aí:

“Há três caminhos para o fracasso: não ensinar o que se sabe, não praticar o que se ensina, e não perguntar o que se ignora”. (São Beda).

Portanto, agora você já sabe o caminho do Sucesso!

Esse vídeo e muito mais você encontra no mistertube.com.br ou em nossa fanpage http://www.facebook.com/pages/Mister-Tube/205156322828896 clica aí e curta a nossa página no facebook!

Vamos sempre ser pequenos, para termos espaço para crescermos ainda mais!

Recebam o meu abraço!

@tolstoy

Em que mundo você vive? Excelente palestra de Mario Sergio Cortella (Set/2011)

por em

Highlights da palestra de Cortella:

"Tempo é prioridade! Não tenho tempo, na verdade deve-se dizer "não tenho prioridade para...." Não tenho prioridade para atividades físicas, brincar com meus filhos, etc..." Pois o tempo é um só e sempre será!"

‎"Cansaço resulta de um esforço intenso e stress resulta de um esforço sem sentido. Stress é não ver sentido naquilo que faz. Cansaço você cura dormindo, stress você cura mudando de objetivo e de vida!"

"A coisa que mais escuto é: se pudesse eu largava tudo isso e ia fazer aquilo que eu gosto."

"Trabalho e emprego - emprego é fonte de renda e trabalho é fonte de vida!"

"Esperança de esperançar ao invés de esperar"

"Conheço muitos que não puderam quando deviam porque não quiseram quando podiam. A gente quer, deve e pode!"













Pra você curtir, clicar e recomendar! @tolstoy

A Ética e as 3 grandes questões da Vida: Quero? Devo? Posso?

por em



A ÉTICA E A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO HOJE

Mario Sergio Cortella
Professor-Titular do Departamento de Teologia e Ciências da Religião da PUC-SP



Ressaltemos desde o início: a ética é uma questão absolutamente humana! Só se pode falar em ética quando se fala em humano, porque a ética tem um pressuposto: a possibilidade de escolha. A ética pressupõe a possibilidade de decisão, ética pressupõe a possibilidade de opção.

É impossível falar em ética sem falar em liberdade. Quem não é livre não pode, evidentemente, ser julgado do ponto de vista da ética. Outros animais, ao menos nos parâmetros que utilizamos, agem de forma instintiva, não deliberada, sem uma consciência intencional. Cuidado. Há quem diga: “Eu queria ser livre como um pássaro”; lamento profundamente, pois pássaros não são livres, pássaros não podem não voar, pássaros não podem escolher para onde voam, pássaros são pássaros. Se você quiser ser livre, você tem de ser livre como um humano. Pensemos em algo que pode parecer extremamente horroroso: como disse Jean-Paul Sartre, nós somos condenados a ser livres.

Da liberdade, vêm as três grandes questões éticas que orientam (mas também atormentam, instigam, provocam e desafi am) as nossa escolhas:

Quero? Devo? Posso?



Retomemos o cerne: o exercício da ética pressupõe a noção de liberdade. Existe alguém sobre quem eu possa dizer que não tem ética? É possível falar que tal pessoa “não tem ética”? Não, é impossível. Você pode dizer que ele não tem uma ética como a tua, você pode dizer que ele tem uma ética com a qual você não concorda, mas é impossível dizer que alguém não tem ética, porque ética é exatamente o modo como ele compreende aquelas três grandes questões da vida: devo, posso, quero?

Tem coisa que eu devo mas não quero,
tem coisa que eu quero mas não posso,
tem coisa que eu posso mas não devo.

Nessas questões, vivem os chamados dilemas éticos; 
todas e todos, sem exceção, temos dilemas éticos, sempre, o tempo todo: 
devo, posso, quero?



Tem a ver com fidelidade na sua relação de casamento,
tem a ver com a sua postura como motorista no trânsito;
quando você pensa duas vezes se atravessa um sinal vermelho ou não,

se você ocupa uma vaga quando vê à distância que alguém está dando sinal de que ele vai querer entrar; quando você vai fazer a sua declaração de Imposto de Renda;
quando você vai corrigir provas de um aluno ou de um orientando seu;

quando você vai cochilar depois do almoço, imaginando que tem uma pia de louça que talvez seja lavada por outra pessoa, e como você sabe que ela lava mesmo, e que se você não fi zer o outro faz,

você tem a grande questão ética que é: devo, posso, quero?



Por exemplo, quando se fala em bioética: podemos lidar com clonagem? Podemos, sim. Devemos? Não sei. Queremos? Sim. Clonagem terapêutica, reprodutiva? É uma escolha. Posso eu fazer um transplante intervivos? Posso. Devo, quero? Tem coisa que eu devo, mas não quero; aliás, a área de Saúde, de Ciência e Medicina, é recheada desses dilemas éticos. Tem muita coisa que você quer, mas não pode, muita coisa que você deve, mas não quer.

Na pesquisa, já imaginou? Por que montamos comitês de pesquisa, por que a gente faz um curso sobre ética na pesquisa? Porque isso é complicado, e se fosse uma coisa simples, a gente não precisava fazer curso, não precisava estudar, não precisava se juntar. É complicadíssimo, porque estamos mexendo com coisas que têm a ver com a nossa capacidade de existir.



Quando se pensa especialmente no campo da ética, a relação com a liberdade traz sempre o tema da decisão, da escolha. Por que estou dizendo isso?

Porque não dá para admitir uma mera repetição do que disseram muitos dos generais responsáveis pelo holocausto e demais atrocidades emanadas do nazismo dos anos de 1940. Exceto um que assumiu a responsabilidade, todos usaram o mesmo argumento em relação à razão de terem feito o que fi zeram. Qual foi? “Eu estava apenas cumprindo ordens”. “Estava apenas cumprindo ordens”, isso me exime da responsabilidade? Estava apenas obedecendo... Essa é uma questão séria, sabe por quê? Porque “estava apenas cumprindo ordens” implica a necessidade de pensarmos se a liberdade tem lugar ou não.

Ética tem a ver com liberdade, conhecimento tem a ver com liberdade, porque conhecimento tem a ver com ética. Por isso, se há algo que também é fundamental quando se fala em ciência, ética na pesquisa e produção do conhecimento, é a noção de integridade.

A integridade é o cuidado para se manter inteiro, completo, transparente, verdadeiro, sem máscaras cínicas ou fissuras. Nessa hora, um perigo se avizinha: assumir- se individual ou coletivamente uma certa “esquizofrenia ética”. Ela desponta quando as pessoas se colocam não como inteiras, mas repartidas em funções que pareceriam externas a elas.


Exemplos?


 “Eu por mim não faria isso, mas, como eu sou o responsável, tenho de fazê-lo”. Ora, eu não sou eu e uma função, eu sou uma inteireza, eu não sou eu e um professor, eu e um pesquisador, eu e um diretor, eu e um Secretário, eu sou um inteiro. “Eu por mim não faria”, então eu não faço!

Cautela! Coloca-se um estilhaçamento da integridade: “Eu, por mim, não lhe reprovaria, mas como eu sou seu professor, eu tenho que reprovar”; “Eu, por mim, não lhe mandaria embora, mas como eu sou seu chefe...”; “Eu, por mim, não lhe suspenderia, mas como eu sou seu superior...”; “Eu, por mim, não faria isso, mas como eu sou o contador...”; “Eu, por mim, não faria isso, mas como eu sou o responsável pelo laboratório...”.: “Eu por mim não faria”, então eu não faço; “Eu por mim não lhe reprovaria”, então não reprovo.

De novo: eu não sou eu e uma função, eu não sou eu e um pesquisador, eu e um chefe do laboratório, eu e um diretor de instituto, eu e um Secretário... O esboroamento da integridade pessoal e coletiva é a incapacidade de garantir que a “casa” fique inteira, e para compreender melhor a idéia de “casa íntegra”, vale fazer um breve passeio pelas palavras. Talvez as pessoas que estudaram um pouco de etimologia se lembrem que a palavra ética vem pra nós do grego ethos, mas ethos, em grego, até o século VI a. C., significava morada do humano, no sentido de caráter ou modo de vida habitual, ou seja, o nosso lugar.

Ethos é aquilo que nos abriga, aquilo que nos dá identidade, aquilo que nos torna o que somos, porque a sua casa é o modo como você é, onde está a sua marca. Mais tarde, esse termo para designar também o espaço físico foi substituído por oikos. Aliás, o conhecimento mais valorizado na sociedade grega era o que cuidava das regras da casa, para a gente poder viver bem e para deixar a casa em ordem. Como o vocábulo nomos significa “regra” ou “norma”, passou-se a ter a oikos nomos (a economia) como a principal ciência. No entanto, a noção original de ethos não se perdeu, pois os latinos a traduziram pela expressão more, ou mor, que acabou gerando pra nós também uma dupla concepção; uma delas é “morada”, e a outra, que vai ser usada em latim, é o lugar onde você morava, o seu habitus. Olha só, a expressão “o hábito faz o monge” não tem a ver com a roupa dele, habitus; habitus é exatamente onde nós vivemos, o nosso lugar, a nossa habitação.

Quando se pensa em ética e produção do conhecimento hoje, a grande questão é: como está a nossa possibilidade de sustentar a nossa integridade; essa integridade, como se coloca? A integridade da vida individual e coletiva, a integridade daquilo que é mais importante, porque uma casa, ethos, tal como colocamos, é aquela que precisa ficar inteira, é aquela que precisa ser preservada. Como está a morada do humano? Essa morada do humano desabriga alguém? Alguém está fora da casa, alguém está sem comer dentro dessa casa? Alguém está sem proteção à sua saúde, alguém está sem lazer dentro dessa casa? Essa morada do humano é inclusiva ou é exclusiva? Essa morada do humano lida com a noção de qualidade em ciência, ou lida com a noção de privilégio? Cuidado. Duas coisas que se confundem muito em ciência são qualidade e privilégio; qualidade tem a ver com quantidade total, qualidade é uma noção social, qualidade social só é representada por quantidade total. Qualidade sem quantidade não é qualidade, é privilégio. São Paulo é uma cidade em que se come muito bem, é verdade; quem come, quem come o quê? Qualidade sem quantidade total não é qualidade, é privilégio. Todas as vezes em que se discute essa temática, aparece a noção de uma qualidade restrita, e qualidade restrita, reforcemos, é privilégio. Nesse sentido, a grande questão volta: será que, na morada do humano, alguém está desabrigado? Será que essa casa está inteira, ela está em ordem nessa condição? Nessa nossa casa, quando a gente fala em cuidado, é o mesmo que falar em saúde; aliás, quando digo: “eu te saúdo”, ou, “queria fazer aqui uma saudação”, etimologicamente é a mesma coisa. Saudar é procurar espalhar a possibilidade de cuidado, de atenção, de proteção. Nossa casa, que casa é essa? Há nela saúde? A ética é a morada do humano; como essa casa é protegida? Qual é o lugar da ciência dentro dela? Qual é o papel que ela desempenha? Qual é a nossa tarefa nisso, para pensar exatamente aquelas três questões: posso, devo, quero?
É claro que essas questões e suas respostas não são absolutas, elas não são fechadas, elas são históricas, sociais e culturais. A mesma pergunta não seria feita do mesmo modo há vinte anos; a grande questão no nosso país há cento e cinqüenta anos, a grande questão ética há cento e cinqüenta anos era se eu podia açoitar um escravo e depois cuidar dele, ou só açoitá-lo e deixá-lo pra ser cuidado pelos outros; se eu poderia extrair o dente de alguém, se é mais recomendável para o dentista que ele faça a extração ou que ele tente o tratamento. Há alguns anos, algumas décadas, uma discussão de natureza ética era algo que nem passaria pela cabeça de um dentista. A pessoa chegava ao seu consultório e dizia: “Eu quero que o senhor arranque todos os meus dentes”. Ele respondia: “Tá bom”; hoje, você tem outra questão. O mesmo vale em relação ao uso de contraceptivos ou à legalização do aborto consentido, ou ainda sobre a separação entre princípios religiosos e conduta científica. Quando se pensa na manutenção da integridade, do devo, posso e quero, a grande questão, junto com essa tríade, é se estamos dirigindo, como critério último, a proteção da morada do humano, da morada coletiva do humano. Afinal de contas, não somos humanos e humanas individualmente, pois só o somos coletivamente. Fala-se muito em vivência, quando referimos a vida humana; no entanto, o mais correto seria sempre dizer convivência, pois ser humano é ser junto. Desse modo, a noção de ethos, a noção de morada do humano, oferece um critério para responder ao posso, devo e quero, que é: protejo eu a morada ou desprotejo? Incluo ou excluo? Vitimo ou cuido?

Em um livro delicioso e de complexa leitura, Ética da Libertação, Enrique Dussel escreve sobre um percurso da história da ética dentro do mundo. Começa exatamente mostrando o lugar que a refl exão ética ocupa na história humana, mas conclui com algo que alguns até achariam curioso, hoje: ele não aceita a noção do termo exclusão, ou falar em excluídos, porque acha que a noção de excluído é muito pequena e insufi ciente. Dussel, ao pensar a Ética e os processos sociais, econômicos e culturais, trabalha com a noção de vítimas: as vítimas do sistema, as vítimas da estrutura. Pensa ele que, quando se fala em excluído, dá-se a impressão de que é uma coisa um pouco marginal, lateral, enquanto vitimação é uma idéia mais robusta e incisiva.

A principal virtude ética nos nossos tempos, para poder manter a integridade e cuidar da casa, da morada do humano, é a incapacidade de desistir, é evitar o apodrecimento da esperança, é evitar aquilo que padre Antonio Vieira apontou, no começou de um de seus Sermões, da seguinte maneira: “O peixe apodrece pela cabeça”. Já viu um peixe apodrecer? Tal como algumas pessoas, ele apodrece da cabeça para o resto do corpo... Um olhar sobre a ética em ciência e na pesquisa tem uma finalidade: 


manter a nossa vitalidade, manter a nossa vitalidade ética, mostrar que nós estamos preocupadas e preocupados, que a gente não se conforma com a objetividade tacanha das coisas, que a gente não acha que as coisas são como são e não podem ser de outro modo, que a gente não se rende ao que parece ser imbatível.

Ser humano é ser capaz de dizer não, ser humano é ser capaz de recusar o que parece não ter alternativa, ser humano é ser capaz de afastar o que parece sem saída. Ser humano é ser capaz de dizer não, e só quem é capaz de dizer não pode dizer sim; aí está a nossa liberdade. 

Tem gente que diz assim: “Ah, a minha liberdade acaba quando começa a do outro”; cuidado, a minha liberdade acaba quando acaba a do outro.

Liberdade, como saúde, tem de ser um conceito coletivo, a minha liberdade não acaba quando começa a do outro, a minha liberdade acaba quando acaba a do outro. Se algum humano não for livre, ninguém é livre, se algum homem ou mulher não for livre da falta de trabalho, ninguém é livre; se algum homem ou mulher não for livre da falta de socorro, de saúde, ninguém é livre; se alguma criança não for livre da falta de escola, ninguém é livre; a minha liberdade não acaba quando começa a do outro, minha liberdade acaba quando acaba a do outro.

Ser humano é ser junto, e é em relação a isso que vale pensarmos nossa capacidade de dizer não a tudo que vitima e sermos capazes de proteger o que eleva a Vida. O vínculo da Ética com a Produção do Conhecimento está relacionado à capacidade deste de cuidar daquela, isto é, manter a integridade digna da vida coletiva.

Ética é a possibilidade de recusar a falência da liberdade, a ética é a nossa capacidade de recusar a idéia de que alguns cabem na nossa casa, outros não cabem; alguns comem, outros não comem; alguns têm graça, outros têm desgraça.

A ética é o exercício do nosso modo de perceber como é que nós existimos coletivamente, e então pensar com seriedade naquilo que François Rabelais vaticinou:


“Conheço muitos que não puderam, quando deviam, porque não quiseram, quando podiam”.

Quero? Devo? Posso?

Vamos resumir sobre Ética?

Ética é o conjunto de valores e princípios que eu e você usamos para decidir as três grandes questões da vida, que são: “Quero – Devo – Posso”

Quais são os princípios que usamos em nossas vidas?

- Existem coisas que eu quero mas não devo;
- Existem coisas que eu devo mas não posso;
- Existem coisas que eu posso mas não quero.

Quando é que você tem paz de espírito? Você tem paz de espírito quando aquilo que você quer é o que você pode e é o que você deve.

Como se define a ética? Através dos modos, através do exemplo, através de princípios da sociedade, religiosos ou não; através de normatizações…

Exemplificando:

Há vinte anos, num auditório, algumas pessoas fumariam e outras não. Há dez anos haveria uma placa: “É proibido fumar”. Hoje não é mais preciso nenhuma imposição, ninguém fuma por censo comum. Às vezes isso surge como norma.

Quando o cinto de segurança passou a ser obrigatório no Brasil, tinha gente que até vestia a camisa do time de futebol Vasco da Gama (que é branca com uma faixa transversal preta) só para enganar o agente da lei, tal a má vontade em obedecer a essa normatização. Hoje, todo mundo entra no carro e automaticamente coloca a faixa, sem nem lembrar da multa. – Isso significa que a ética vai se construindo.

Não existe ninguém “sem ética”. O deputado que frauda, rouba, o falso amigo que mente e engana e o patrão que explora seus empregados? Esses têm uma ética contrária à ética da maioria. São “antiéticos”. Mas isso ainda é um tipo (deturpado) de ética.



Recebam todos o meu abraço, e espero que esse texto atraente, verdadeiro e muito pertinente para nossos dias e para a nossa VIDA, venha abrir nossos corações, nossas mentes para todos buscarmos nesse mundo e de forma coletiva, a Ética construtora para o benefício e o crescimento de todos nós.

Que sempre pensemos na COLETIVIDADE

@tolstoy



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Dia Nacional do Livro - Um País se faz com Homens e Livros Monteiro Lobato

por em

foto: Biblioteca de Nova Iorque

Ler é uma das maneiras mais bacanas de buscar o conhecimento. Através da leitura aumentamos nosso vocabulário, melhoramos a nossa dissertação, nossos argumentos se tornam mais claros e de quebra nos traz a alegria e a renovação de sempre estar aprendendo. Podemos até arriscar a também escrever o próprio Livro, por que não??

Algumas indicações de livros que li e que achei muito bacana:

Não Nascemos Prontos
A Semente da Vitória
Tu És Pedro

O vídeo abaixo, é um trabalho de filosofia que encontrei e que "pescou" algumas das frases que estão no livro Não Nascemos Prontos, do teólogo e filósofo Mario Sergio Cortella.




E aqui uma homenagem do Blog que é fissurado em Livros





Bom, pra quem ainda não foi sensibilizado por aquele velho livro de papel, a tecnologia dá uma mãozinha: compre um tablet ou um Kindle e tenha uma experiência nova com a leitura. 



E aí, qual foi o último livro que você leu?

Indique no comentários.....







foto: Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, a maior da América Latina

Pra fechar este post, não poderia deixar de buscar alguma entrevista, desse que é uma referência para mim e para tantos outros: Cortella

Veja que bacana - Os 4 "por ques" de Mario Sergio Cortella



Anote aí:
“Há três caminhos para o fracasso: não ensinar o que se sabe, não praticar o que se ensina, e não perguntar o que se ignora”. (São Beda)

Portanto, agora você já sabe o caminho do Sucesso!

Abraços, e leia sempre!!

@tolstoy



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