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"Ora Bolas, Caçarolas!" As lições de Roberto Campos, o saudoso diplomata e economista dono de uma mente brilhante

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Via Wikipedia sobre Roberto Campos

Trabalhou no segundo governo de Getúlio Vargas quando foi um dos criadores do atual Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do qual foi posteriormente presidente, de agosto de 1958 a julho de 1959 e participou da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos, que estudou os problemas econômicos brasileiros. Rompeu com Getúlio Vargas e foi designado para trabalhar no consulado brasileiro em Los Angeles, onde aproveitou para conhecer profundamente o cinema de Hollywood.
No governo de Juscelino Kubitschek, teve participação importante no Plano de Metas, sendo um dos coordenadores dos grupos de trabalhos desse plano. Roberto Campos havia sugerido que se chamasse "Programa de Metas", sugestão que Juscelino não acatou. Roberto Campos sugeriu também que se fizesse um plano mais amplo visando combater o déficit público e equilibrar as contas externas através de uma reforma cambial.
Exerceu os cargos de Embaixador do Brasil em Washington no governo João Goulart e Londres no governo Ernesto Geisel. Quando embaixador em Londres, Roberto Campos participou da banca de doutoramento em York do futuro presidente de Portugal, o professor Aníbal Cavaco Silva.



Apoiou, em 1964, o golpe militar no Brasil, e tornou-se ministro do Planejamento no governo Castelo Branco. Como ministro, juntamente com o colega Octávio Gouveia de Bulhões do Ministério da Fazenda, modernizou a economia e o estado brasileiro através de diversas reformas e controlou a inflação.
No Governo Castelo Branco, Roberto Campos participou do grupo que criou: o Banco Nacional da Habitação (BNH), o salário-educação, o cruzeiro novo, a indexação de preços na economia brasileira através da correção monetária pelas ORTNs, Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional. Elaborou e executou uma reforma fiscal através do novoCódigo Tributário Nacional, Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966. Liberalizou a lei de remessas de lucros, Lei nº 4.390, de 29 de agosto de 1964.
Criou, em conjunto com outros, o Banco Central do Brasil, o FGTS e o Estatuto da Terra. Foi o autor dos artigos econômicos da Constituição de 1967, a qual foi, nas palavras dele, "a constituição menos inflacionista do mundo", a qual, entre outros dispositivos anti-inflacionários, não permitia que o Congresso Nacional fizesse emendas ao orçamentoque aumentassem os gastos públicos da união.
O gosto pelo cinema, desenvolvido no período diplomático passado na Califórnia, fez com que garantisse as condições para a criação do Instituto Nacional do Cinema (INC), em1966. Seu cunhado, o cineasta Flávio Tambellini, foi o primeiro presidente do INC.
Como ministro foi combatido por governadores, entre eles Adhemar de Barros e Carlos Lacerda, que eram contra o corte de gastos públicos que Roberto Campos determinou para combater a inflação.




Roberto Campos teve grande influência na formulação da política externa do Brasil do governo Castelo Branco através da sua teoria dos círculos concêntricos.

Posteriormente, Campos tornou-se crítico dos rumos tomados por duas de suas criações: a correção monetária e o Banco Central do Brasil.

Roberto Campos e Otávio Gouveia de Bulhões, e mais Eugênio Gudin em 1954, foram os únicos economistas liberais a chegarem aos cargos de ministros da área econômica desde Joaquim Murtinho que foi ministro da fazenda de Campos Salles.

Foi senador, por Mato Grosso, pelo PDS, por oito anos (1983-1991), e deputado federal pelo Rio de Janeiro por duas legislaturas (1991-1999). Fez um discurso antológico na sua estreia no Senado Federal, que foi respondido pelo senador Severo Gomes, surgindo, então, uma rivalidade que marcaria época no Senado Federal.

Entrevista completa no "Roda Viva" - recomendo demais!



No auge do Plano Cruzado durante o Governo José Sarney, Roberto Campos foi uma das poucas vozes a criticá-lo.

Sentia-se como sendo o único parlamentar na Assembleia Nacional Constituinte de 1988 a defender a economia de mercado. Não teve nenhuma de suas ideias aprovadas quando deputado e senador. Apresentou 15 projetos de leis no Senado, todos rejeitados, entre os quais, estão projetos propondo:

Livre negociação salarial no setor privado e estabelece medidas de flexibilização do mercado de trabalho para evitar o desemprego.
Extinguir, como empresas estatais, as que forem deficitárias, privatizando-as ou liquidando-as.
Estabelecer a livre negociação salarial.
Criar contratos de trabalho simplificados para facilitar novos empregos.
Terminou o mandato de senador constituinte reclamando da solidão do liberal no Brasil.

Ao lado de José Guilherme Merquior foi um dos ideólogos do Governo Collor, chegando a ser fortemente cogitado para ocupar o cargo de Ministro das Relações Exteriores no início de 1992, acerto que não se concretizou devido a desacertos políticos entre o PDS e o governo federal. 

Porém votou pela sua cassação, quando deixou o hospital onde estava internado com septicemia e compareceu de cadeira de rodas no Congresso Nacional, seu voto foi muito aplaudido.


Candidatou-se, à reeleição ao Senado Federal, pelo Rio de Janeiro, em 1998, perdendo por uma diferença de 5%, para Roberto Saturnino Braga.



Aqui, uma bela entrevista pro "Conexão"




As ideias de Roberto Campos

Durante o início de sua carreira, Roberto Campos defendeu a intervenção estatal na economia desde que ligada ao desenvolvimento conjunto do setor privado capitalista e sem preconceito contra o capital estrangeiro, o que lhe rendeu a reputação de entreguista e a apelido (codinome) "Bobby Fields" dado por adversários de tendência anti-americana.

Fez este tipo de intervenção na economia, quando ministro do planejamento e no Plano de Metas de Juscelino Kubitschek, onde não se criaram muitas empresas estatais.

Roberto Campos cunhou as expressões monetarismo e estruturalismo na década de 1950 para identificar as duas principais visões que os economistas tinham sobre inflação. Foi crítico da Cepal e dos economistas da Unicamp. Era crítico também da Reforma Agrária.

Após o governo Castelo Branco, com o progresso do gigantismo estatal e da burocratização no Brasil durante os governos subsequentes da ditadura militar, muito especialmente nos governos de Emílio Garrastazu Médici e Ernesto Geisel, intensificou sua posição aberta de doutrinário liberal defendendo a tese de que um país só pode ter liberdade política com liberdade econômica. Criticou fortemente as estatizações de empresas e a criação de novas empresas estatais pelos seus sucessores no Ministério do Planejamento.

Convenceu-se de que o estatismo é trágico e empobrecedor quando foi embaixador em Londres, nas décadas de 1970 e 1980, quando acompanhou de perto o programa de privatização da economia inglesa feito pela primeira ministra da Grã-Bretanha Margaret Thatcher. Nesse período participou da banca de doutoramento em economia na Universidade de York do atual presidente de Portugal Dr. Aníbal Cavaco Silva.

O triunfo do neoliberalismo, termo que ele dizia ser inexato, na década de 1990, deu-lhe a oportunidade de dizer, no seu livro de memórias:

"Estive certo quando tive todos contra mim".
— Roberto Campos

Ao morrer, com 84 anos, deixou a fama, entre seus admiradores, de sempre ter razão de remar contra a maré e ser um liberal solitário no Brasil.

Combateu, sem o menor apoio e êxito, o monopólio da Petrobrás, que Roberto Campos chamava de Pretrossauro, repetindo a frase do Presidente Castelo Branco que dizia: "Se é eficiente não precisa do monopólio, se precisa, não o merece". Sobre Petróleo, Roberto Campos dizia que "Petróleo é apenas um hidrocarboneto e não ideologia".

Mostrou seus dons de profeta quando previu, em 1982, que a Lei de informática aprovada naquele ano pelo Congresso Nacional e que era de iniciativa do governo João Figueiredo, iria condenar o Brasil ao atraso na área de informática, atraso o qual persiste até hoje com o Brasil importando hardwares de pequenos países asiáticos.

Ex-keynesiano, mais tarde discípulo do economista austríaco Friedrich August von Hayek, e lamentava ter perdido tempo com outros autores. Roberto Campos postulava como Hayek que o Estado deveria ter o tamanho mínimo possível para o cidadão não se tornar servo dele. Schumpeter também foi um economista que Roberto Campos admirou já na juventude. Sua tese não concluída de doutorado (Phd) teria Schumpeter como "tutor").

Em 1994, diria que sua defesa do dirigismo estatal havia sido um erro de juventude, "como a gonorreia" - um exemplo da ironia corrosiva pela qual se tornou conhecido. Sua inteligência nunca deixou de ser reconhecida até pelos inimigos políticos.

Seus adversários jamais cessaram de dizer que o seu apoio entusiástico, no início, ao Golpe de 1964, não era consistente com suas defesas da liberdade política, a não ser que por "liberdade" se entendesse a liberdade econômica e o fato do país não cair nas mãos do comunismo. Seus defensores, por outro lado, dizem que Roberto Campos fazia parte do "grupo castelista" e que, portanto, apoiou só o Governos Castelo Branco e Geisel, que, segundo seus defensores, foram governos mais liberais. Porém Roberto Campos foi contra as estatizações e criações de empresas feitas por Geisel, do qual ele mesmo foi o seu embaixador em Londres.



Sobre o socialismo e capitalismo, ele acreditava que:

" - O princípio axiológico do capitalismo é que o homem é dono de seu corpo e do produto de suas faculdades e só pode ser privado do produto dessas faculdades por consenso, contrato, ou pela aceitação de tributos sujeitos ao crivo da representação democrática. Já o socialismo parte do princípio de que o homem é proprietário de seu corpo, mas não é proprietário do uso de suas faculdades. Esse produto pode — e deve — ser redistribuído segundo determinados critérios ideológicos e políticos para alcançar algo definido como justiça social… O resultado é que não se otimiza o esforço produtivo. Toda a tragédia do socialismo é, no fundo, a sub-otimização do esforço produtivo". (trecho retirado do livro "Conversas com Economistas Brasileiros").

"O mundo não será salvo pelos caridosos, mas, pelos eficientes". 
— Roberto Campos

Roberto Campos também era muito crítico da sua profissão de economista: uma das suas frases mais famosas era:

"Há três maneiras de o homem conhecer a ruína: a mais rápida é pelo jogo; a mais agradável é com as mulheres; a mais segura é seguindo os conselhos de um economista."

Conheça Duas Novas Opções de Partidos Políticos no Brasil - o NOVO e o LIBER

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Não tem como negar a enorme insatisfação do povo brasileiro com a classe política do nosso país. E foi pensando nisso que duas novas iniciativas estão nascendo do ZERO, em busca de fazer uma política diferente de tudo que já vimos em todos esses anos.

Trata-se de dois partidos que se fundamentam em parte ou no todo no Libertarianismo. O NOVO e o LIBER

Pra explicar a você leitor do que se trata essa palavra, posto abaixo uma explicação dada pelo diretor do departamento de economia da Universidade de Harvard, onde ele aborda a questão dos partidos republicano e democrata dos Estados Unidos, e mostra que ambos não tem nenhuma ideia libertária, mas ao contrário.



E o prêmio nobel de economia Milton Friedman dá uma aula sobre a essência do Libertarianismo



O partido NOVO, está bem adiantado quanto as fichas de apoio, mas ainda precisa alcançar a marca de 500 mil assinaturas.



Conheça abaixo alguns dos valores desse novo partido.


Partido Novo - Um jeito diferente de fazer política from Partido Novo on Vimeo.

Deu pra entender agora porque temos que criar um partido novinho em folha, sem políticos de carreira?



Aqui um manifesto do NOVO, quanto ao que podemos esperar desse novo partido.

O fundador do NOVO apresenta premissas desse novo partido. Redução de impostos e gestão eficiente do dinheiro público estão entre essas premissas, além de não aceitar políticos de carreira. Ele foi entrevistado pelo Rodrigo Constantino, do Instituto Liberal (updating 08/2013).








Além do NOVO, um outro partido está nascendo, é o LIBER. Este fez uma encarte muito bacana que mostra justamente a diferença entre um partido de esquerda, de direita e um libertário.


Acesse o link e conheça mais sobre o LIBER, e se você concordar com tais premissas, preencha e assine a ficha de apoio para que viabilize este novo partido (são necessárias 500 mil assinaturas - está no comecinho). Não trata-se de filiação, mas de estar de acordo com a criação deste novo partido.

Acesse o link http://libertarios.org.br/liber/liber500-inicio e assine!

Daniel Fraga, por ser um libertário apoia e explica pra você as premissas desse novo partido.



Neste link http://libertarios.org.br/liber/direitos-individuais você pode analisar algumas demandas que o Liber tem para com o Brasil.

Espero realmente caro leitor, que você ajude a criação desses dois partidos. Lembre-se, que precisamos urgentemente de opções para as eleições que estão por vir.

E que continuemos nossa luta por um país melhor.

Boa luta pra você e pra mim.

@tolstoy.

Por Menos Governo, Menos Impostos, Mais Empreendedores e Mais Desenvolvimento

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Resolvi postar este vídeo do Daniel Fraga, por ele ter tido a felicidade de sintetizar apresentando exemplos da nossa realidade, de uma forma muito bacana, sobre liberalismo econômico, socialismo e a importância de manter o Estado menor, pequeno, do menor tamanho possível, com menos tentáculos intervindo em nossas vidas com serviços que não competem a ele, e nos obrigando a ter que usá-los, a não ser lógico, que paguemos por serviços da iniciativa privada, que é o que acaba ocorrendo.

Veja abaixo o que significa ter a liberdade econômica, a aplicação do livre comércio de bens e serviços:

Aplicando a definição típica de libertarianismo - "O libertário quer o menor, menos intrusivo governo, consistente com a liberdade máxima para cada indivíduo de perseguir seu próprio caminho, seus próprios valores, desde que ele não interfira em ninguém que esteja fazendo o mesmo." Milton Friedman

Cuidado ao levantar bandeiras para pedir coisas gratuitas ao governo federal.

Nas manifestações quando forem pedir algo para o governo, façam o contrário, lembrem-se que o ponto central é a "redução dos impostos", pois não queremos que ele, o Governo, administre o nosso dinheiro, pois ninguém administra melhor nosso dinheiro do que nós. Queremos então, a liberdade de aplicar o nosso dinheiro onde for melhor pra nós. Quando temos que pagar impostos, perdemos a liberdade de aplicar aquele dinheiro onde realmente nós achamos necessário, pois o dinheiro não estará mais na nossa mão, mas nas mãos do Governo, e este às vezes ou quase sempre irá investi-lo em coisas que não queremos, por exemplo em Estádios de Futebol, ou pior, desviá-lo para o bolso dos seus partidos, da classe política, etc.

Pagando menos impostos, sobrará dinheiro para pagarmos por serviços prestados pela livre concorrência, e naturalmente de muito mais qualidade. E o melhor de tudo, teremos a liberdade de usá-lo como quiser!

Não existe nada de graça minha gente. Mesmo se o governo oferecer algo em troca dos impostos que pagamos como Transporte, Saúde, Educação, tudo será com a grana dos nossos impostos, e o pior, com o Governo administrando, desviando, investindo conforme interesses dos seus partidos ao invés dos interesses do povo, e ainda oferecendo serviço público de quinta categoria.

Um pouco de Milton Friedman falando sobre a importância do Capitalismo.



Então, lembrem-se, colocar o Governo para administrar nossa grana é a maior roubada.

Outra bandeira a ser levantada é a retirada do governo de áreas que não são necessárias.

Gente, o Brasil possui 39 ministérios!!! Pra que tudo isso???

Vejam abaixo, o número de ministérios dos governos anteriores:

- Getulio Vargas - 13
- Juscelino Kubitschek - 13
- Ernesto Geisel - 20
- João Figueiredo - 16
- Sarney - 25
- Collor - 17
- Itamar Franco - 19
- FHC - 24 / 26
- Lula - 24 /24
- Dilma Rousseff - 39

Sumarizando: Menos Impostos, Menos Governo, Menos Corrupção, Mais Empreendedores, Mais Desenvolvimento, Mais serviços de qualidade prestados pelos empreendedores, Mais empregos, Mais riquezas e assim por diante.....

Agora fiquem com o vídeo do Daniel Fraga.



Boa reflexão e boa luta pra vc e pra mim!

@tolstoy

O Capitalismo e a Liberdade por Milton Friedman

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“Se uma atividade governamental for privatizada ou eliminada, que seja por completo. Não faça concessões como a privatização ou a redução parciais. Isso simplesmente deixa um foco de oponentes determinados, que trabalharão com diligência, e às vezes com sucesso, para reverter a mudança”.

“Se colocarem o governo federal para administrar o deserto do Saara, em cinco anos faltará areia”.

“Nada é tão permanente quanto um programa governamental temporário”.

“Sou a favor da redução de impostos sob qualquer pretexto, por qualquer motivo, a qualquer momento possível”.

Alguns "rabiscos" sobre o Livre Mercado



"A solução do governo para um problema é usualmente tão ruim quanto o problema."

"A sociedade que coloca a igualdade à frente da liberdade irá terminar sem igualdade e liberdade."

"Ninguém gasta o dinheiro dos outros com tanto cuidado como gasta o seu próprio. Se quisermos eficiência e eficácia, se quisermos que o conhecimento seja bem usado, isso precisa ser feito por meio da iniciativa privada."

Da Série "Livres Para Escolher", com Milton Friedman uma motivação a mais para ir buscar as oportunidades latentes que o capitalismo proporciona. Uma pena que no Brasil seja tão difícil manter uma empresa, devido aos elevadíssimos tributos e a triste e já conhecida burocracia.



vi no https://www.facebook.com/ordemlivre

As Cidades Fantasmas da China

por em

Hoje assisti a uma reportagem impressionante, referente a uma cidade fantasma na China. Fantasma, não pela razão de migração devido a doenças ou alguma causa climatológica como furacões, terremotos ou coisas do gênero. Mas porque trata-se de uma cidade construída para receber cidadãos! Loucura não? Uma cidade novinha com toda a infra-estrutura necessária para se desenvolver. Mas a reportagem vem alertar para um problema que a China pode estar criando a si mesma - uma bolha imobiliária, como a vivida recentemente pelos americanos, mas com uma grande diferença - os americanos tem uma renda per capita 10 vezes maior que a dos chineses, ou seja, a bolha da China pode ter prejuízos estratosféricos para o país.



 (vi esse vídeo no perfil da Rosalina Vilela)

Abaixo, uma lista de mais cidades fantasmas na China, que podem ser comprovadas através de imagens do Google:


Cidades sem carros e sem pessoas nas ruas. Incrível, não?

-0-

Como acabei me interessando pelo assunto, encontrei um artigo em minhas pesquisas, muito bacana que fala justamente da China. O artigo, escrito por Alan Cruz (CEO da empresa Tora Tora) - A Farsa do Sucesso Chinês faz uma análise com números sobre o que seria o  "sucesso fabricado", uma economia totalmente maquiada, com números fajutos, enfim um tanto quanto polêmico e que vale a pena a leitura. É só clicar no link em destaque.

Uma pequena estória para explicar Economia para leigos!

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Um viajante chega numa cidade e entra num pequeno hotel.

O mesmo saca duas notas de R$ 100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto.

Enquanto o viajante inspeciona os quartos , o gerente do hotel sai correndo com as duas notas de R$ 100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.

Este pega as duas notas e vai até um criador de suínos a quem, coincidentemente, também deve R$ 200 e quita a dívida.

O criador, por sua vez, pega também as duas notas e corre ao veterinário para liquidar uma dívida de... R$ 200.

O veterinário, com a duas notas em mãos, vai até a zona quitar a dívida com uma prostituta. COINCIDENTEMENTE, a dívida era de R$ 200.

A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde, às vezes, levava seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações. Valor total da dívida: 200 reais. Ela avisa ao gerente que está pagando a conta e coloca as notas em cima do balcão.

Nesse momento, o gringo retorna dos quartos, pega as duas notas de volta, agradece e diz não ser o que esperava, saindo do hotel.

Ninguém ganhou nenhum vintém, porém agora toda a cidade vive sem dívidas e com o crédito restaurado, e começa a ver o futuro com confiança!



MORAL DA HISTÓRIA:

NÃO QUEIRA ENTENDER ECONOMIA




Como é que pode??





É, faz sentido!