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Privatizar ou Estatizar? Ou "Ninguém gasta o dinheiro dos outros tão cuidadosamente quanto gasta o seu" por Milton Friedman

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Por que é necessário tirar o Estado na gestão de empresas no pais, as chamadas Estatais? Por que é necessário privatizar Petrobrás, Eletrobrás e tantas Brás da vida??? Por que o Estado precisa se ater à poucas responsabilidades, e deixar para que a iniciativa privada atue nos segmentos como infraestrutura, matriz energética, telecomunicações (já privatizada), mineradoras, entre outros?

Em 4 minutos, Milton Friedman explica quais as razões para que nós não permitamos que o Estado esteja presente em tantos segmentos em nossa economia.


figura: drmoney.com.br

Como todos sabem, não é nada bom confiar na classe política, e se isso é uma verdade, por que cargas d´água confiaríamos a gestão das gigantes estatais como por exemplo a Petrobrás nas mãos dessa turma?? Não seria uma incoerência?? E mais, não seria melhor se o governo fosse apenas aquele sócio que cobra impostos dessas empresas?? Não teria que fazer a gestão, e querendo ou não, com ou sem prejuízo na última linha da empresa, o imposto está garantido. E melhor ainda, se a empresa tiver recordes de lucros, mais impostos o governo terá.

Pense nisso, e pare de achar que o petróleo é nosso, a energia é nossa! Isso tudo é uma verdadeira bobagem. Todo o dinheiro arrecadado com impostos e que anualmente bate recordes (este ano foi 1,7 trilhões de reais) fica nas mãos da classe política, que estão à frente dos poderes executivo e legislativo. Esta mesma classe é que direciona e toma a decisão do que fará com o dinheiro dos outros, o nosso!

Privatizemos tudo isso e nos livremos das estatais que mais servem aos políticos do que a própria sociedade! 

E invistamos em saúde, educação e segurança pública. É isto que mais interessa a todos nós, e como tal sempre está no discurso dos políticos desde quando eu comecei a votar, mas nunca cumprem com tais promessas.

Valorizemos aqueles que geram riquezas para o país, criemos políticas que incentivem o aparecimento de novos empreendedores. Lembro bem de uma frase do saudoso Roberto Campos: "O respeito ao criador da riqueza é o começo da solução da pobreza".

Por isso recomendo nesta importante época em que temos a oportunidade de mudar, que escolhamos candidatos que valorizem a iniciativa privada, o empreendedorismo e que tenham como premissas PRIVATIZAR as áreas em que notoriamente o governo já se mostrou ineficiente, incompetente e que usualmente as aparelham com o claro objetivo de fazer tráfico de favores, superfaturamento, corrupção e coação junto às empresas que dependem economicamente delas.

E fujam dos candidatos que buscam a todo custo ESTATIZAR a tudo e a todos!

Em suma, ninguém melhor do que nós mesmos para cuidar do nosso próprio dinheiro. Quando o Governo fica responsável por administrar o dinheiro dos contribuintes, coisas ruins acontecem e nós, os cidadãos pagadores de impostos são os que mais perdem.

Então a premissa é manter o Estado mínimo, o menor possível, pois assim ficará mais fácil de fiscalizá-lo, e como os impostos irão diminuir de maneira proporcional, a classe política terá menos dinheiro para administrar, o que contribuirá para diminuir superfaturamentos, corrupção e desvio de verbas públicas.

Agora fique com a explicação de Milton Friedman.

(...)"Existem apenas quatro maneiras de você poder gastar seu dinheiro. Você pode gastá-lo com você mesmo. Quando você faz isso, e você pode realmente ver o que está fazendo com ele, você tenta usá-lo da melhor forma possível. Mas você pode gastar seu dinheiro com outra pessoa. Por exemplo, eu compro um presente de aniversário para alguém. Bem, eu não estou preocupado com a eficácia satisfatória do presente, mas estou atento quanto ao seu custo. Então, eu posso gastar o dinheiro alheio comigo mesmo. E se eu gasto o dinheiro alheio comigo mesmo, então eu tenho certeza de que terei um bom almoço! Finalmente, eu posso gastar o dinheiro de alguém com outro alguém. E se eu gasto o dinheiro de alguém com outro alguém, eu não me importo com o custo e não me importo com o que conseguirei satisfazer. E isso é o governo. E isso é cerca de 40% do PIB." (Milton Friedman)

@tolstoy.


O Herói Anônimo - porque o que o mundo mais precisa é de Amor e Solidariedade

por em


O vídeo e o texto que o acompanha, é de uma lucidez e sabedoria que enfim, nos mostra o que realmente precisa ser focado em nossos objetivos na sociedade em que vivemos.

O que você lerá no texto a seguir e posteriormente no incrível comercial abaixo, Jesus Cristo sintetizou há séculos atrás com um mandamento:

"Amai-vos uns aos outros como eu vos amei."

Quem sabe um dia alcancemos a maturidade para cumprir com esta missão tao nobre, que consiste na simples atitude de ajudar ao próximo, sem esperar algo em troca.

Acompanho boas iniciativas quem vem de bilionários como Bill Gates com sua fundação Bill and Melinda, com projetos nas áreas de saneamento "Toilet 2.0" que até postei no meu blog, as pesquisas em vacinas em prol da vida.

Enfim, este é o caminho....a solidariedade entre os seres humanos sem buscar nada em troca.

Abraços a todos, boa leitura e uma ótima reflexão.

O Texto é de Alexandre Borges, e se você gostar do vídeo, não deixe de compartilhá-lo com esta narrativa, pois assim ficará muito mais completo, já com a opinião de quem propôs a reflexão:

Essa competente campanha da seguradora tailandesa Thai Life é um ótimo exemplo de como se faz uma pregação política poderosa, extremamente persuasiva e profundamente moral, sem falar nada que se pareça com política.

O comercial basicamente vende a idéia de que você deve escolher entre ser bom e ajudar os outros ou só pensar em você e tentar ser rico, quando para o conservador ocidental a solidariedade e o sucesso financeiro são totalmente compatíveis. É uma idéia totalmente coerente com a doutrina cristã ou, lembrando Weber, com a ética protestante. Mas para o criador do comercial, o herói do filme nunca será rico porque escolheu ser pago em "emoções", ter uma "compreensão profunda" da vida e amor.

Alguns caretas-conservadores-reacionários-direitistas-neocons como eu batem sempre na tecla de que é uma idiotice tentar vender as vantagens da economia de mercado sobre qualquer alternativa conhecida quando a guerra que está sendo travada (e perdida) é, antes de tudo, cultural e moral, mas infelizmente muita gente do nosso lado, ou que inadvertidamente aceitamos do nosso lado, não entende. A partir de um raciocínio infantilóide, ginasiano, neófito e amador, acham que como a economia de mercado é a opção mais "racional", no final, ela vai prevalecer, e que qualquer discussão moral é "usar o estado para impor seus códigos a outros". Que preguiça esse pessoal me dá.

Se você acha que a idéia de que a busca do lucro é imoral e é a antítese da solidariedade, do altruísmo e da fraternidade não está hoje profundamente arraigada no Ocidente, lembre apenas de um nome: Mitt Romney. O candidato derrotado por Barack Obama em 2012 é um mórmon, ex-missionário, que passou a vida ajudando o próximo de todas as formas possíveis e imaginárias, não apenas a pedinte da esquina mas de milhares de pessoas tanto com doações de boa parte do que ganhou durante sua brilhante carreira profissional e serviços voluntários como salvando empresas e empregos, mas perdeu a eleição porque o eleitor americano, doutrinado pelo complexo cultural que envolve imprensa, TV, cinema, celebridades e universidades, não aceita que um empresário muito bem sucedido e rico possa também ser, como ele é, quase um santo. Na cabeça dos formadores de opinião ocidentais de hoje, a riqueza proveniente do trabalho no mercado financeiro, na indústria, no varejo, é simplesmente uma exploração e um roubo do trabalho alheio, aliado a fraudes contábeis e evasão fiscal.

Em resumo, a prosperidade material e o sucesso pessoal de Mitt Romney, que há 50 anos seriam seus principais ativos eleitorais, são vistos hoje como um passivo, um empecilho para a vitória no país-símbolo da economia de mercado. E esse caldo cultural e moral é muito mais importante do que qualquer conversa com jargões econômicos liberais.

Esse comercial tailandês apela diretamente ao coração do público e é mais eficiente do que milhões de textos sobre responsabilidade fiscal, eficiência de utilização de recursos econômicos, equilíbrio da balança comercial, combate à inflação, carga tributária, crescimento do PIB, superávit e blá blá blá. Não é a economia, estúpido, nunca foi, nunca será.

Ou a direita aprende a vencer a batalha moral ou está fora do jogo.

Com vocês, o incrível comercial "O Herói Anônimo"

Operação Pega Safado: Aprenda a Fiscalizar pela Internet os gastos (as fraudes) da Classe Política do nosso país

por em

Não é apenas através de um blog, de uma rede social, ou participando de uma manifestação que podemos enfim buscar as mudanças que nosso país precisa. É lógico que tudo isso ajuda, mas eu venho aqui através deste post, apresentar uma incrível e fácil maneira de nós investigarmos toda a classe política do nosso Brasil.

Bem, todos vocês já sabem que esta classe política que está aí, é paga com o nosso dinheiro, com o dinheiro dos impostos que pagamos através de cinco meses no ano, com o nosso trabalho.

Portanto, são todos sem exceção, nossos funcionários, tanto é que todos os gastos públicos, são públicos, ou seja a lei da transparência reza que se um cidadão solicitar qualquer informação sobre os gastos públicos, o solicitado é obrigado a apresentar toda a documentação referente àquele gasto, apesar de políticos mais graúdos como no caso da Presidência da República, terem uma exceção em caso da informação ser categorizada como "Segurança Nacional", aí, as informações não são passadas, temos exemplos recentes como no caso do Rosegate, e de alguns investimentos feitos no exterior em Cuba, África, que apesar da imprensa solicitar, as informações estão protegidas pela "Segurança Nacional".

Bom, então a Operação Pega Safado como foi chamada pelo seu criador Lucio Big, vem nos ajudar a fiscalizar a maioria dos gastos da classe política, mas não todas, ok?

Com a palavra o autor dos tutoriais que estaremos mostrando logo abaixo.

"Eu quero ver cada brasileiro fiscalizando quem deve ser fiscalizado. Poderá ser daqui a um ano, dez ou trinta. Pouco importa. O importante é que o "pontapé inicial" foi dado. Vamos agora fazer, cada um, a sua parte."

Através desses tutoriais, Lucio conseguiu provas de fraudes de um Senador da República, e foi ao TCU fazer a denúncia, mas este solicitou ao Lucio que fizesse uma denúncia com ao menos 20 políticos, pois assim seria mais impactante.

Há dois meses ele escreveu isso:

"Eu fiz uma "acordo" com o TCU após fazer uma denúncia de um único senador. Será melhor e mais impactante uma denúncia com vinte do que apenas com um."

E hoje, eu recebi o vídeo de uma das minhas fontes, onde Lucio Big mostra que hoje no Fantástico, teremos grandes surpresas, e das boas.....parece que o TCU deve ter enfim recebido as denúncias, e o Fantástico registrado todas elas através de uma super reportagem.



Updating: Conforme prometido, clique aqui para acesso à matéria que saiu no Fantástico

Todo o trabalho do Lucio Big deve ser enaltecido por todos nós, cansados de saber das maracutaias do Congresso Nacional, a última foi a de Donadon, o primeiro presidiário deputado do mundo, e nos sentirmos impotentes achando que nossa única arma seja o voto de 4 em 4 anos, ou fazer manifestações nas ruas, mas Lucio mostrou que se estudarmos as leis, se utilizarmos um pouco da tecnologia disponível, poderemos sim transformar esse país em algo decente.

Abaixo posto os vídeos tutoriais pra vocês leitores, anotarem os procedimentos e fazerem a fiscalização dos políticos que se elegeram e estão fazendo uso do nosso dinheiro de forma ilícita, para o enriquecimento próprio.









Então, viu como é fácil?

Em tempo, uma das investigações que Lucio fez, identificou uma outra maneira de ganhar dinheiro com a política. E ele explica tudinho, tim tim por tim tim neste vídeo.



Entendeu agora, que política para alguns políticos assim espero, é um jogo de toma lá da cá, um explícito Negócio Financeiro?

Bom, agora é aguardar a matéria do Fantástico e torcer para varremos de vez os maus políticos do nosso país.

Boa luta pra você e pra mim e lembre-se que no dia 07 de Setembro teremos manifestações nas ruas!

Abaixo os links para você acessar mais conteúdos desse incrível investigador, um brasileiro que na verdade se cansou de ver impotente o roubo do dinheiro público, e foi atrás para enfim lutar por um Brasil melhor!

Deixo aqui meu agradecimento ao Lucio Batista por tamanho exemplo de cidadão de bem, e que sabe fiscalizar o dinheiro dos nossos impostos e mais, divulgou a metodologia para que todos os brasileiros possam também fazê-lo!

Operação Pega Safado no facebook
Um grupo com o mesmo objetivo no facebook

@tolstoy.

Milton Friedman - Igualdade ou Liberdade, o que você prefere?

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Em uma das palestras de Milton Friedman, surgiu a seguinte pergunta:

É possível criar um sistema baseado na igualdade em que muitos acreditam, mas sem sacrificar a liberdade?

Milton respondeu:

"Na minha opinião, uma sociedade que visa a igualdade antes da liberdade, não terá nem igualdade nem liberdade." (Cuidado com o Socialismo - exemplos ruins tivemos aos montes como todos os países do Leste Europeu e a União Soviética, que não deram certo e causou uma igual pobreza e sofrimento a todos os seus cidadãos, pra não dizer coisas piores como chacinas e torturas.

E atualmente temos o que restou daquele modelo em Cuba e na Coréia do Norte.

Mais próximos a nós e a caminho pra esse terrível sistema estão Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina.

Aqui no Brasil o PT está lutando por isso junto com toda a Esquerda da América Latina organizados desde 1990 através do Foro de São Paulo, fundado por LULA e FIDEL CASTRO.

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"E uma sociedade que visa primeiro a liberdade, não terá igualdade, mas estará mais próxima da igualdade do que qualquer outro sistema já criado."  (Abrace a causa da liberdade! - Exemplos: Coréia do Sul, Estados Unidos, Inglaterra, Japão, e o nosso Brasil que sempre foi um país republicano que valorizou desde sempre a democracia)

"Você só pode visar a igualdade, dando a uns o direito de tirar o que é dos outros." (Cuidado com o Socialismo!)

E Atenção para com este raciocínio!

"E o que de fato ocorre quando se visa à igualdade, é que A e B decidem o que C deve fazer por D.  E A e B recebem uma pequena comissão por isso."

Caro leitor, você consegue identificar qual letra é você e quais são o Governo e seus partidários?

Abaixo, o vídeo com a pertinente resposta de Milton Friedman.

@tolstoy.




Conheça Duas Novas Opções de Partidos Políticos no Brasil - o NOVO e o LIBER

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Não tem como negar a enorme insatisfação do povo brasileiro com a classe política do nosso país. E foi pensando nisso que duas novas iniciativas estão nascendo do ZERO, em busca de fazer uma política diferente de tudo que já vimos em todos esses anos.

Trata-se de dois partidos que se fundamentam em parte ou no todo no Libertarianismo. O NOVO e o LIBER

Pra explicar a você leitor do que se trata essa palavra, posto abaixo uma explicação dada pelo diretor do departamento de economia da Universidade de Harvard, onde ele aborda a questão dos partidos republicano e democrata dos Estados Unidos, e mostra que ambos não tem nenhuma ideia libertária, mas ao contrário.



E o prêmio nobel de economia Milton Friedman dá uma aula sobre a essência do Libertarianismo



O partido NOVO, está bem adiantado quanto as fichas de apoio, mas ainda precisa alcançar a marca de 500 mil assinaturas.



Conheça abaixo alguns dos valores desse novo partido.


Partido Novo - Um jeito diferente de fazer política from Partido Novo on Vimeo.

Deu pra entender agora porque temos que criar um partido novinho em folha, sem políticos de carreira?



Aqui um manifesto do NOVO, quanto ao que podemos esperar desse novo partido.

O fundador do NOVO apresenta premissas desse novo partido. Redução de impostos e gestão eficiente do dinheiro público estão entre essas premissas, além de não aceitar políticos de carreira. Ele foi entrevistado pelo Rodrigo Constantino, do Instituto Liberal (updating 08/2013).








Além do NOVO, um outro partido está nascendo, é o LIBER. Este fez uma encarte muito bacana que mostra justamente a diferença entre um partido de esquerda, de direita e um libertário.


Acesse o link e conheça mais sobre o LIBER, e se você concordar com tais premissas, preencha e assine a ficha de apoio para que viabilize este novo partido (são necessárias 500 mil assinaturas - está no comecinho). Não trata-se de filiação, mas de estar de acordo com a criação deste novo partido.

Acesse o link http://libertarios.org.br/liber/liber500-inicio e assine!

Daniel Fraga, por ser um libertário apoia e explica pra você as premissas desse novo partido.



Neste link http://libertarios.org.br/liber/direitos-individuais você pode analisar algumas demandas que o Liber tem para com o Brasil.

Espero realmente caro leitor, que você ajude a criação desses dois partidos. Lembre-se, que precisamos urgentemente de opções para as eleições que estão por vir.

E que continuemos nossa luta por um país melhor.

Boa luta pra você e pra mim.

@tolstoy.

O desenvolvimento, os bens e serviços do país, nas mãos do Governo ou da Iniciativa Privada? O que você prefere?

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O que você faria se alguém jogasse uma pedra na sua janela? Ficaria irritado com certeza, não? Afinal, você terá que tirar dinheiro do seu bolso para consertá-la. Mas se ao invés da pedra acertar a sua janela, esta fosse arremessada contra a janela da prefeitura da sua cidade? O que você faria? Possivelmente não ligaria, afinal você não terá que pagar pelo conserto da mesma, correto? Errado!

Sim cara pálida, é através dos recursos arrecadados pelos impostos que pagamos, que aquela janela será consertada. Portanto, você deveria se importar sim, se algum vândalo agir dessa forma, e ainda precisa explicar a ele exatamente isso, que a população paga por todas as despesas feitas pelo Governo.

Da mesma forma que não devemos aceitar a depredação do patrimônio público, muito menos temos que aceitar por serviços prestados sem qualidade, sem ter um mínimo de dignidade no atendimento.

Você não deve aceitar por exemplo que um Hospital não lhe atenda por falta de leitos, ou por falta de médicos, ou por falta de materiais. Sabe por que? Porque você paga impostos, ou seja, você tem que receber por aquilo que você paga.

Ah, mas serviço público é assim mesmo, não tem pra quem reclamar.



Tem sim! Procure o Procon da sua cidade e registre a sua reclamação. Se todos da sua comunidade fizerem o mesmo com relação àquele hospital que está com o atendimento precário, a Prefeitura, o Estado ou a União aumentará a fiscalização e buscará melhorar o atendimento.

Uma outra maneira mais efetiva ainda, e que já está acontecendo no país, é a manifestação nas ruas!! Combine com sua comunidade, pois é certo que você terá apoio, afinal todos sofrem com o péssimo atendimento.

Mas se você não reclamar, a tendência da qualidade do serviço será sempre a de piorar ainda mais.

Essa é a grande desvantagem de ter o Governo para administrar o nosso dinheiro e ainda ser responsável por prestar serviços essenciais como saúde, educação, saneamento básico, infraestrutura.



Mas se não temos como sair totalmente dele, ao menos reivindiquemos que o Governo seja bem menor, com menos responsabilidades, que privatize por exemplo todos os segmentos que estão parados ou por falta de investimentos ou por pura falta de competência de gestão ou ainda por problemas de corrupção, desvios de verba ou superfaturamento. A infraestrutura do país por exemplo, estradas ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos, nada disso está funcionando. E pior, está atrasando o desenvolvimento do país.

Vamos pensar comigo uma outra coisa.

Por que o Brasil precisa ser proprietário de empresas, por exemplo? Por que ser dona da Petrobrás? Eletrobrás?

Não seria bem melhor para o Governo ser apenas sócio, aquele mesmo que pega 30% da renda em impostos, sem ter responsabilidade nenhuma sobre a gestão dessas empresas, em investir grandes quantias, ou até se preocupar em situações de endividamento, que inclusive é o que está acontecendo neste momento com essas duas empresas?! Quem tem que ter empresa é a iniciativa privada, que tem grande responsabilidade pela gestão, pois se não tiver quebra!!! O Estado não tem o mesmo compromisso com suas empresas, pois teoricamente ele tem dinheiro infinito, dos nossos impostos, para tapar as más gestões, as decisões erradas, as incompetências do funcionalismo público, enfim.

É por esta razão que entendo que seja muito melhor para o país, que o Estado seja responsável por prestar apenas alguns serviços para a população, sabe por que?



Porque a gestão do Estado é corrupta, ineficaz e incompetente.

Faça uma comparação. Por exemplo, o que você prefere?

Um serviço hospitalar prestado por Particular ou pelo Estado?
Uma Estrada Privatizada ou uma Estrada Estadual ou Federal?
Uma escola municipal, estadual e federal ou uma escola particular?

Por que será que serviços prestados por empresas particulares são bem melhores do que pelo sistema público?

Ora, a resposta é simples.

No serviço particular, se uma empresa não presta um serviço de excelência, esta será engolida pela concorrência, ou seja, o mercado acaba fiscalizando e não perdoando pelos serviços prestados mal e porcamente.

Já no serviço público, não existe concorrência, e por esta razão o gestor é pouco cobrado, ele sendo ruim ou péssimo não interessa, ele está ali ou por concurso público ou por cargo comissionado.

Além disso, tem muito dinheiro para usar, ou seja, acaba tendo uma gestão equivocada, desperdiçando esse dinheiro que é nosso, não investindo no tempo certo, da forma correta, como foi o caso extremamente equivocado de investir em estádios ao invés de hospitais, ou até desviando verbas, o que na maioria das vezes acontece.

E tem uma outra coisa muito importante: só temos responsabilidade na gestão do dinheiro, se este for nosso. Não temos o mesmo cuidado quando o dinheiro não é nosso. Veja o que Milton Friedman fala sobre isso!



Só para refrescar sua memória: há quanto tempo você escuta essa mesma ladainha nas eleições:

Vamos investir mais em educação, saúde e segurança pública?

Bom, se você tiver uns 30 anos é bem capaz de ter escutado isso ao menos milhares de vezes, afinal isso é repetido sempre nos discursos feitos por políticos. Mas, se eles sempre fazem as mesmas promessas, por que será que os serviços continuam precários, e chegam a ser próximo da indignidade humana?

Ora, ora, porque o sistema os protege. Entenda o Sistema, como sendo as leis, a imunidade parlamentar por exemplo que é um estímulo aos políticos praticarem o crime, o judiciário pois aceita uma série de recursos até caducar o processo, e o executivo que não tem nenhum compromisso com suas próprias promessas, além de ser um corruptor do legislativo como foi no caso recente do mensalão já com réus julgados e condenados, e no caso do mensalão mineiro ainda por ser elucidado.

Agora, assista essa incrível fábula sobre corrupção.



Portanto cara pálida, o Sistema que comanda este país, digo o Executivo, o Legislativo e o Judiciário está corrompido, precisa ser reformado, de modo que as Leis ruins desapareçam, as Leis brandas sejam fortalecidas e por último que todas as Leis sejam cumpridas e de forma rápida, para afastar de vez a percepção que os homens de bem e os criminosos têm, de que no Brasil só os pobres vão pra cadeia.

Dando continuidade no meu raciocínio, gostaria que o leitor acompanhasse agora uma filosofia diferente de tratar esta questão do Estado.

Vamos lá. Se você pudesse escolher para administrar o seu dinheiro, você escolheria VOCÊ ou o GOVERNO? Imagino que seja a primeira opção, correto?

Ora, então por que não reivindicar nas próximas manifestações por mais privatizações, redução drástica e maior transparência nos gastos públicos, e por consequência de tudo isso, menos impostos?

Não tenho dúvidas que o Governo seria muito mais eficaz na gestão e no investimento do dinheiro público, se ficasse responsável por poucos segmentos, os casos de corrupção iriam diminuir, os gastos seriam bem menores, e diminuiria muito o valor gasto com funcionalismo público. Eu ainda acredito que nem mesmo a educação e a saúde tenha que ser serviço prestado pelo Estado. Eu prefiro que o Estado tenha apenas as seguintes atribuições: Justiça, Fazenda, Defesa, Segurança Pública.



Ou seja: TRANSFORMAREMOS MENOS EM MAIS!

MENOS IMPOSTOS, MENOS CUSTOS, MENOS GOVERNO, MENOS GESTÃO INCOMPETENTE, MENOS CORRUPÇÃO,

MAIS EMPREENDEDORES, MAIS RIQUEZAS, MAIS EMPREGOS, MAIS DESENVOLVIMENTO, MAIS OPORTUNIDADE, MAIS SERVIÇOS DE MELHOR QUALIDADE, MAIS TRANSPARÊNCIA NOS GASTOS PÚBLICOS.

Isso representa mais dinheiro no bolso do brasileiro, mais opção de escolha para a compra de serviços, mais qualidade nos serviços prestados e um desenvolvimento mais compatível com o mundo.

Então meus caros leitores, quando forem reivindicar nas ruas, lembrem-se de pedir a redução de impostos e de gastos públicos.

Vamos diminuir ao máximo a intervenção do Estado em nossas vidas.

Vamos depender menos de serviços prestados pelo Estado e muito mais da iniciativa privada!

Enfim, não existe almoço grátis, tudo que se pede ao governo, é através de nosso dinheiro.



Governo não gera riquezas, mas tão somente arrecada impostos, e pior, é corrupto, incompetente e péssimo na gestão dos recursos públicos.

Se pudesse, nunca deixaria meu suado dinheiro nas mãos do Governo, mas fazer o que né, isto me é IMPOSTO, ou seja sou obrigado a pagar, mesmo não tendo o devido retorno, portanto NÃO SOU LIVRE!

E é isso que tenho defendido aqui no meu blog. Que a população busque sua liberdade, tanto de expressão quanto de usar o seu dinheiro onde quer que seja, sem ser obrigado a pagar por algo que temos a certeza que não teremos retorno algum.

Boa luta pra você e pra mim.

Conheça dois novos partidos que estão próximos de serem reconhecidos pelo TSE, quem sabe para as eleições de 2018??

Partido Novo > https://www.facebook.com/partidonovo
Partido Liber >  https://www.facebook.com/sejaliber

@tolstoy.

Hospitais Públicos do Brasil - O Retrato da Vergonha Nacional Promovida Pela Classe Política do País

por em

SUS, a vergonha nacional escancarada na reportagem de Caco Barcelos! Interessante ser proibido a gravação de imagens, mas os repórteres acabaram gravando com câmeras escondidas.

E o Governo Federal investindo em Estádio de Futebol, é mole??



Para se indignar e aumentar ainda mais a sua voz nas manifestações!

Devido aos impostos pagos, a classe política tem a obrigação de prover uma infraestrutura médico-hospitalar digna para o povo brasileiro. O mínimo que se exige é a dignidade pela vida humana!

O SUS está numa situação calamitosa!!

Um desrespeito à Nação!

@tolstoy





Romário escancara nessa declaração, o maior roubo do dinheiro público da História do Brasil - Veja!

por em
O baixinho já havia dito isso ainda em 2012, e agora veja como acabou se desenrolando essa triste história!


Meu Deus do Céu - O governo já gastou até agora 28 bilhões de reais para a Copa de 2014, e ainda não terminou as obras.

Esse valor é maior do que foi o investimento realizado nas últimas três copas do mundo, cara pálida.

Enfim, ele fala das manifestações, enaltece a iniciativa de cidadania dos brasileiros, e escancara o quanto a classe política tem roubado o dinheiro arrecadado com os impostos!

Clique para se indignar ainda mais.

E boa luta pra vc e pra mim!

@tolstoy.

Três Recados em alto e bom som para a classe política brasileira que há décadas vira as costas para os brasileiros

por em


PRIMEIRO RECADO!

UM RECADINHO AO PÉ DO OUVIDO DA CLASSE POLÍTICA DE TODO O PAÍS........

"SÓ VAMOS PARAR, QUANDO A GENTE COLOCAR UM MILHÃO, DOIS MILHÕES, TRÊS MILHÕES, VINTE MILHÕES.....PRA FALAR PRA ELES...QUE NÃO TÁ CERTO...O QUE ELES FAZEM....COM O NOSSO DINHEIRO.....COM A NOSSA SAÚDE.....COM A NOSSA EDUCAÇÃO..." #VEMPRARUA



SEGUNDO RECADO!

Classe política, você inflamou o amor cívico dos brasileiros para com o Brasil



TERCEIRO RECADO, Um desabafo que nos representa!





O Povo não deveria temer o Governo, mas o Governo sim, deveria temer o Povo! 

Portanto políticos do meu Brasil varonil, mexam o doce, trabalhem em prol das reformas desse país, a começar pelo fim da imunidade parlamentar, dos foros privilegiados, e a redução de seus próprios salários, benefícios e auxílios paletó, gravata, moradia e o escambau!

As reivindicações são muitas, afinal foram décadas de descaso com o país.



Reforma Política, Eleitoral, Tributária e do Judiciário,

Redução drástica nos impostos,

Privatizações em massa - retirar o Estado dos segmentos em que há décadas se mostrou ineficiente, ineficaz e corrupto. A começar pela infraestrutura do país que está se aproximando de Cuba. Nada funciona nesse país, em pleno século XXI,

Aumento dos investimentos em Educação Infantil e Fundamental,

Aumento dos investimentos na Saúde,

Aumento da Segurança Pública,

Desburocratização e desoneração para os empreendedores,

Austeridade fiscal, redução drástica dos gastos públicos!

Transparência nos gastos públicos!



Sejam rápidos, por favor.

Sem mais.

@tolstoy.

Até quando teremos NADA em troca dos intermináveis impostos que pagamos?

por em
Por Tolstoy Cardoso

É notória a insatisfação da população com os rumos de desgoverno que encontra o nosso país.

O que a população reivindica?

A mesma coisa de sempre cara-pálida, e nunca é atendida: saúde, educação, infraestrutura, segurança pública, controle nos gastos públicos, cadê a austeridade fiscal?

Poxa vida, chega de fazer tráfico de influência com cargos comissionados, já estão instalados em Brasília nada mais nada menos do que TRINTA E NOVE MINISTÉRIOS, todos eles pagos com a arrecadação de impostos, pagos por nós em cento e cinquenta dias do ano.

Quer ser aplaudida Presidenta?





Ao invés de construir estádios milionários, poderia com essa dinheirama toda, investir em saúde, educação infantil e fundamental, segurança pública, política decente para o transporte público (pra que estimular a aquisição de mais automóveis?), duplicação de estradas, investimento na infra de portos, aeroportos e ferrovias.

Afinal de contas, a copa de 2014 durará menos de dois meses, e depois disso ficarão enormes elefantes brancos que não contribuirão em nada para o desenvolvimento do nosso país.

Ao passo que a construção de hospitais, escolas de tempo integral, rodovias, enfim ficariam com certeza para a posteridade, e iria contribuir de forma capital para o desenvolvimento do nosso país.



Mas tudo isso já havia sido dito antes que tudo fora iniciado, não é mesmo?

Uma pena que os manifestos de agora não ganharam as ruas antes......uma pena!

Esperança



Espero muito que nosso Brasil encontre políticos que usem o poder que o povo lhe delegou, para servir ao país e não para se servir dele.

Seria tão mais fácil fazer o correto, não é não? Afinal, qual o brasileiro não iria enaltecer a gestão de um governo que utilizou todo o dinheiro arrecadado com os impostos, a favor dos cidadãos?

Mas, infelizmente a população continua sendo mal servida de políticos! E o pior, não existe esperança que tal cenário mude. Não mesmo!



Alerta - O Gigante está acordando.....

Esta vaia em plena inauguração da Copa das Confederações, não deveria servir só para a Dilma, mas para toda a classe política que não tem atendido as demandas dos brasileiros.

Sem exceção!

Seja Situação, seja Oposição, ambos não estão honrando o enorme poder que delegamos a eles. 

Um partido que se vende em troca de algo, é responsável por tudo que está ocorrendo em nosso país!

Um político que se vende em troca de algo, é responsável por tudo que está ocorrendo em nosso país

Manifeste, vá para as ruas e faça valer a sua voz!

Enfim, que as manifestações ocorram de forma pacífica e principalmente inteligente, sendo claros nas reivindicações durante os protestos. Isso ajuda muito, e evita badernas e desorganizações!

E que a polícia exerça a sua função, com responsabilidade e principalmente respeitando os cidadãos de bem!

Até Quando?

Até quando teremos NADA em troca dos intermináveis impostos que pagamos?

Acho que agora é a hora de enfim ir para as ruas e fazer valer a voz de quem realmente deve guiar os rumos do Brasil.

O povo brasileiro!

Abraços, e boa luta pra mim e pra você!

@tolstoy.

A gota que faltava por Alexandre Versignassi

por em
Ontem li um excelente artigo sobre inflação que é magistralmente finalizado com o valor de vinte centavos, e hoje ao final da tarde apareceu uma arte, que fora feita para representar os protestos que começaram em São Paulo e acabou contaminando outras grandes cidades, em referência ao aumento da tarifa do transporte coletivo.

O artigo de Alexandre Versignassi, dá uma aula de metáfora que faz qualquer leigo entender como nasce e como é alimentada uma inflação.

Enfim, não teve como não juntar as duas coisas, a arte e o artigo.

Boa reflexão para os meus leitores do Mister Tube. Espero que abracem tais protestos, que no final das contas não se resume ao simples aumento da tarifa, mas algo muito maior.

A arte é do "Propósito Soluções Visuais"

Boa reflexão pra vocês!


A gota que faltava por Alexandre Versignassi

Para entender melhor o que está acontecendo na rua, imagine que você é o presidente de um um país fictício. Aí você acorda um dia e resolve construir um estádio. Uma “arena”.

O dinheiro que o seu país fictício tem na mão não dá conta da obra. Mas tudo bem. Você é o rei aqui. É só mandar imprimir uns 600 milhões de dinheiros que a arena sai.

Esses dinheiros vão para bancar os blocos de concreto e o salário dos pedreiros. Eles recebem o dinheiro novo e começam a construção. Mas também começam a gastar a grana que estão recebendo. E isso é bom: se os caras vão comprar vinho, a demanda pela bebida aumenta e os vinicultores do seu país ganham uma motivação para produzir mais bebida. Com eles plantando mais e fazendo mais vinho o PIB da sua nação fictícia cresce. Imprimir dinheiro para construir estádio às vezes pode ser uma boa mesmo.

Mas e se houver mais dinheiro no mercado do que a capacidade de os vinicultores produzirem mais vinho? Eles vão leiloar as garrafas. Não num leilão propriamente dito, mas aumentando o preço. O valor de uma garrafa de vinho não é o que ela custou para ser produzida, mas o máximo que as pessoas estão dispostas a pagar por ela. E se muita gente estiver com muito dinheiro na mão, essa disposição para gastar mais vai existir.

Agora que o preço do vinho aumentou e os vinicultores estão ganhando o dobro, o que acontece? Vamos dizer que um desses vinicultores resolve aproveitar o momento bom nos negócios e vai construir uma casa nova, lindona. E sai para comprar o material de construção.
Só tem uma coisa. Não foi só o vinicultor que ganhou mais dinheiro no seu país fictício. Foi todo mundo envolvido na construção do estádio e todo mundo que vendeu coisas para eles. Tem bastante gente na jogada com os bolsos mais cheios. E algumas dessas pessoas podem ter a idéia de ampliar as casas delas também. Natural.

Então as empresas de material de construção vão receber mais pedidos do que podem dar conta. Com vários clientes novos e sem ter como aumentar a produção do dia para a noite, o cara do material de construção vai fazer o que? Vai botar o preço lá em cima, porque não é besta.

Mas espera um pouco. Você não tinha mandado imprimir 600 milhões de dinheiros para fazer um estádio? Mas e agora, que ainda não fizeram nem metade das arquibancadas e o material de construção já ficou mais caro? Lembre-se que o concreto subiu justamente por causa do dinheiro novo que você mandou fazer.

Mas, caramba, você tem que terminar a arena. A Copa das Confederações Fictícias está logo ali… Então você dá a ordem: “Manda imprimir mais 1 bilhão e termina logo essa joça”. Nisso, os fabricantes de material e os funcionários deles saem para comprar vinho… E a remarcação de preços começa de novo. Para quem vende o material de construção, tudo continua basicamente na mesma. O vinho ficou mais caro, mas eles estão recebendo mais dinheiro direto da sua mão.

Mas para outros habitantes do seu país fictício a situação complicou. É o caso dos operários que estão levantado o estádio. O salário deles continua na mesma, mas agora eles têm de trabalhar mais horas para comprar a mesma quantidade de vinho.

O que você fez, na prática, foi roubar os peões. Ao imprimir mais moeda, você diminuiu o poder de compra dos caras. Inflação é um jeito de o governo bater as carteiras dos governados.
Foi mais ou menos o que aconteceu no mundo real. Primeiro, deixaram as impressoras de dinheiro ligadas no máximo. Só para dar uma ideia: em junho de 2010, havia R$ 124 bilhões em cédulas girando no país.

Agora, são R$ 171 bilhões. Quase 40% a mais. Essa torrente de dinheiro teve vários destinatários. Um deles foram os deputados, que aumentaram o próprio salário de R$ 16.500 para de R$ 26.700 em 2010, criando um efeito cascata que estufou os contracheques de TODOS os políticos do país, já que o salário dos deputados federais baliza os dos estaduais e dos vereadores. Parece banal. E até é. Menos irrelevante, porém, foi outro recebedor dos reais novos que não paravam de sair das impressoras: o BNDES, que irrigou nossa economia com R$ 600 bilhões nos últimos 4 anos. Parte desse dinheiro se transformou em bônus de executivo. Os executivos saíram para comprar vinho… Inflação. Em palavras mais precisas, o poder de compra da maioria começou a diminuir. Foi como se algumas notas tivessem se desmaterializado das carteiras deles.

Algumas dessas carteiras, na verdade, sempre acabam mais ou menos protegidas. Quem pode mais tem mais acesso a aplicações que seguram melhor a bronca da inflação (fundos com taxas de administração baixas, CDBs que dão 100% do CDI…, depois falamos mais sobre isso). O ponto é que o pessoal dos andares de baixo é quem perde mais.
Isso deixa claro qual é o grande mal da inflação: ela aumenta a desigualdade. Não tem jeito. E esse tipo de cenário sempre foi o mais propício para revoltas. Revoltas que começam com aquela gota a mais que faz o barril transbordar. Os centavos a mais no ônibus foram essa gota.

Fonte: Superinteressante

Eu, o Lápis

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Um excelente exemplo do sucesso do Livre Comércio sem ter a danosa interferência do Estado, que é extremamente forte nos sistemas de governos socialistas/comunistas.




Você já viu este assunto abordado aqui no Mister Tube.

Sim, trata-se do exemplo dado por Milton Friedman, sobre a importância do livre comércio para o desenvolvimento da humanidade.



E o Adam Smith também ajuda explicar por que as nações que protegem a liberdade do indivíduo são mais ricas do que aquelas que colocam o Estado maior que os próprios cidadãos. Quando o Estado começa a praticar políticas assistencialistas, na verdade ele está buscando tirar a liberdade do cidadão de buscar atender as suas necessidades com o resultado do próprio trabalho, dos seus estudos, da sua inovação, em troca de permanecer totalmente dependente. Uma política de cabresto, mantendo o povo nas rédeas da mediocridade, onde este se contenta com o pouco, ou o quase nada.

O povo sem educação, sem aprendizado não se qualifica para o mercado tornando aí um perigoso ciclo para as futuras gerações, ou seja, para o futuro do país. Quando não existem profissionais qualificados, o país acaba tendo que importar mão de obra, condenando seus cidadãos de vez à ter que prestar serviços que não exigem conhecimento técnico, mas apenas atividades manuais.

Como nos governos comunistas e socialistas, aqueles que estão no poder, ou seja, o partido que está à frente do governo é o único beneficiário desse sistema, e lógico as famílias e toda a base de apoio "comprada" a peso de ouro, com cargos comissionados para deixar tudo como está.

Não estou falando de nenhum país em específico, mas é preciso estar atento ao que está acontecendo em nosso querido Brasil.

@tolstoy.

Faroeste Caboclo com Santo Lula

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Gênio.....

O Legado de Margaret Thatcher - A Dama do Liberalismo

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Fonte: Wikipedia

Margaret Hilda Thatcher, Baronesa Thatcher (Grantham, 13 de outubro de 1925 — Londres, 8 de abril de 2013) foi uma política britânica, primeira-ministra do Reino Unido de 1979 a 1990.

Nascida Margaret Roberts na localidade de Grantham, condado de Lincolnshire, Inglaterra, Thatcher estudou ciências químicas na Universidade de Oxford antes de se qualificar como barrister. Nas eleições gerais de 1959 no Reino Unido ela foi eleita parlamentar pela região de Finchley. Edward Heath nomeou Thatcher secretária do Departamento de Educação e Habilidades em seu governo de 1970.

Em 1975 ela foi eleita líder do Partido Conservador, sendo a primeira mulher a liderar um dos principais partidos do Reino Unido, e em 1979 ela se tornou a primeira mulher a ser primeira-ministra do Reino Unido.





Thatcher se tornou primeira-ministra em 4 de maio de 1979.

Chegando ao número 10 da Downing Street, disse, parafraseando a "Oração de São Francisco": Onde houver discórdia, que possamos trazer harmonia. Onde houver erro, que possamos trazer a verdade. Onde houver dúvida, que possamos trazer fé. E onde houver desespero, que possamos trazer esperança.


Ao liderar o governo do Reino Unido, Thatcher estava determinada a reverter o que via como o declínio nacional de seu país. Suas políticas econômicas foram centradas na desregulamentação do setor financeiro, na flexibilização do mercado de trabalho e na privatização das empresas estatais. Sua popularidade esteve baixa em meio à recessão econômica iniciada com a Crise do petróleo de 1979; no entanto, uma rápida recuperação econômica, além da vitória britânica na Guerra das Malvinas, fizeram ressurgir o apoio necessário para sua reeleição em 1983.



Devido ao fato de Thatcher ter sobrevivido a uma tentativa de assassinato em 1984, de sua dura oposição aos sindicatos e de sua forte crítica à União Soviética, foi alcunhada de "Dama de Ferro". Thatcher foi reeleita para um terceiro mandato em 1987, mas sua impopular visão crítica à criação da União Europeia lhe fez perder apoio em seu partido, renunciando aos cargos de primeira-ministra e líder do partido em 1990.

Thatcher tinha um título vitalício de pariato como Baronesa Thatcher de Kesteven, o que lhe garantia um assento na Câmara dos Lordes.



Na ficha de seleção para um emprego, ela foi rejeitada por ser “teimosa, obstinada e perigosamente dona de opiniões próprias”. Margaret Thatcher, primeira-ministra da Grã-Bretanha que mais tempo permaneceu no cargo no século passado, morreu nesta segunda-feira, aos 87 anos, deixando um papel bem definido na história: o de líder da revolução liberal que, na década de 1980, desmontou programas sociais deficitários, cortou impostos e gastos públicos, privatizou estatais perdulárias e tirou da paralisia a economia britânica para, depois, se espalhar pelo mundo.




Primeira mulher a chefiar um governo parlamentar na história da Europa, Thatcher ficou onze anos e meio no poder, de 1979 a 1990, tempo mais do que suficiente para os princípios que defendia (menos governo, menos despesas e independência em relação à União Europeia) se fixarem profundamente no modo de vida britânico. fonte: revista Veja




"Os russos estão empenhados em dominar o mundo e estão rapidamente adquirindo os meios para se tornar a mais poderosa nação imperial que o mundo já viu. Os homens do Politburo soviético não têm que se preocupar com o fluxo e refluxo da opinião pública. Colocam as armas antes da manteiga, enquanto nós colocamos quase tudo antes das armas."

Fonte: Wikipedia

Fernando Henrique Cardoso no Roda Viva - Dez-2011

por em


Política, economia e a sociedade do Brasil e do Mundo, foram pauta dessa entrevista realizada no final de 2011 com FHC. Além claro, de responder perguntas dos jornalistas sobre o seu legado como Presidente da República. Recomendo!

@tolstoy.



Algumas charges feitas por Caruso, durante a entrevista.



No dia 5 de dezembro, o sociólogo e ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, foi sabatinado no Roda Viva por Ancelmo Góis (colunista do jornal O Globo), Ricardo Gandour (diretor de Conteúdo do Grupo O Estado de S. Paulo), Maria Rita Khel (psicanalista e escritora), Lilia Schwarcz (historiadora e antropóloga, professora titular de Antropologia da USP) e Sérgio Dávila (editor-executivo do jornal Folha de S. Paulo).

Há 8 anos fora do poder, acaba de lançar o livro “A Soma e o Resto: um olhar sobre a vida aos 80 anos”, no qual faz revelações sobre a vida particular e sobre a política.

Ele pegou o Brasil caótico. Enfrentou uma das maiores inflações do mundo. Privatizou estatais e também atuou como professor da Universidade de São Paulo. Em seu segundo mandato, o real foi desvalorizado. “Eu peguei momentos muito difíceis, como a inflação”. A reforma agrária e o SUS foram citados como algo bom, feitos em seu governo para as classes mais baixas.
O ex-presidente também comentou a divisão política do país. “Esses negócios de direita e esquerda no Brasil geralmente são muito atrasados. Aqui no Brasil tem muito atraso”. Segundo ele, para o PSDB chegar ao poder novamente tem que primeiro aprender a ouvir.

FHC afirma que faltam lideranças, unidade e um discurso junto ao povo. “Eu não sei no futuro o que vai acontecer com o sistema partidário do Brasil. Tem mais legenda do que partido. Partido é outra coisa, tem que ter uma filosofia. Nós temos uma proliferação de legendas e não de partidos. Do jeito que está aumenta a descrença nos partidos”.

Sobre a maconha: “O Brasil é o segundo consumidor do mundo. Tem que haver uma mudança de paradigma. A nossa proposta foi para a ONU. A nossa organização nunca propôs a legalização, mas a descriminalização. Porque não fazer com a maconha como se faz com o cigarro?”.

Comparou o status que se tinha quem fumava [cigarro] anos atrás e a vergonha que muitos sentem hoje por serem presos ao vício. “Mas não sou nenhum especialista sobre isso”, brinca o ex-presidente.


Mais aqui.

Como Consertar o Brasil? Conheça a Iniciativa "Ranking dos Políticos"

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O objetivo dessa projeto é oferecer informação para ajudar de forma objetiva as pessoas a votarem melhor. Esse ranking usa dados públicos de diversas fontes para dar ou tirar pontos dos políticos brasileiros. Ao clicar no político, aparecem todos os pontos ganhos e perdidos. Cada político começa com 200 pontos e, de acordo com os dados que obtemos, ele pode ganhar ou perder pontos. Consideramos como válidas as informações vindas de fontes oficiais, como sites governamentais, do Instituto Transparência Brasil e de veículos de mídia de primeira linha. Além disso, acompanhamos as votações de cada político e classificamos as leis de acordo com o quanto elas ajudam ou atrapalham o País, de acordo com os critérios do site.



Enfim, trata-se de um ranking que compara políticos de todo o Brasil. Os legisladores são classificados do pior para o menos pior. Sabe-se que existe uma enorme quantidade de corruptos e incompetentes na política brasileira. A meta é oferecer informação para ajudar de forma objetiva as pessoas a votarem melhor.

Abaixo as categorias monitoradas e pontuadas pelo site.




Só quero ver quantos pontos terão os presidenciáveis no ano que vem!

Acesse o site e entenda a metodologia utilizada.

Divulgue essa ideia!

@tolstoy.

O Legado dos Ex-Presidentes após a Ditadura Militar

por em

Fontes:

Último Segundo  IG
http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2012-08-20/relembre-os-principais-legados-dos-presidentes-da-era-democratica.html

Vídeos: Série dos Ex-Presidentes da República da Globo News (Sarney, Collor, Itamar e FHC)

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Desde a redemocratização do Brasil, após o período da ditadura militar (1964-1985), o País passou por uma série de transformações políticas, econômicas e sociais, que trouxeram o amadurecimento político. Nesses quase 30 anos, seis presidentes passaram pelo Palácio do Planalto: José Sarney (1985-1990), Fernando Collor de Mello (1990-1992), Itamar Franco (1992-1995), Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Dilma Rousseff (desde 2011), a atual chefe da nação.

José Sarney

Primeiro presidente após o período militar, José Sarney governou de 1985 a 1990 e foi considerado decisivo no processo de redemocratização do País. O político maranhense assumiu o cargo de forma interina em março de 1985, em decorrência dos problemas de saúde de Tancredo Neves, eleito por voto indireto do Colégio Eleitoral, que tinha Sarney como vice. Com a morte de Tancredo, Sarney assumiria a presidência de forma definitiva.

Em seu governo, foram lançados os primeiros planos para tentar conter a inflação. O que mais se aproximou de ter sucesso foi o Plano Cruzado, de 1986, que em princípio conteve o aumento dos preços e elevou o poder aquisitivo da população. Mas o congelamento forçado logo fez a economia se deteriorar, causando uma grave crise de abastecimento e, por fim, a volta da inflação.

Outros planos, como o Bresser e o Verão, tiveram ainda menos êxito. No seu governo, a censura foi oficialmente abolida, e o Brasil fez a Assembléia Nacional Constituinte, que restaurou a democracia e sepultou toda a legislação autoritária do regime militar. Deu início às negociações que levaram à oficialização do Mercosul, o bloco econômico formado originalmente por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Sarney, entretanto, deixou o governo em meio a uma forte crise econômica. Atualmente, ele comanda o Senado Federal. (updating: o presidente do senado agora é Renan Calheiros, "xupa essa manga").

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Em suma, para a democracia do país seu governo não atrapalhou sua consolidação, ou seja, as coisas correram naturalmente, e quanto a economia foi um completo desastre. No meu entendimento, Sarney apenas viu a banda passar e nada fez para o país.



Fernando Collor de Mello

Primeiro presidente eleito pelo voto popular desde o fim da ditadura militar, Fernando Collor de Mello ficou conhecido como “caçador de marajás” durante a campanha de 1989, quando derrotou o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva no 2º turno. Collor assumiu em 1990 e deixou como principal legado o início da abertura econômica do País. A redução dos impostos de importação causou uma verdadeira invasão de produtos importados, forçando a competitividade da produção nacional.

Também promoveu uma reforma administrativa, reduzindo o número de ministérios. Deu a largada num programa de privatizações que atingiria seu auge no governo FHC e livrou o País de várias leis cartoriais que impediam a livre concorrência em diversos setores da economia. Tentou ampliar o número de escolas primárias com aulas em tempo integral.

Mas Collor ficaria marcado pelo confisco da poupança do atrapalhado Plano Collor, além dos escândalos de corrupção que resultaram na abertura de um processo de impeachment no Congresso. Em 1992, sem sustentação política, ele renunciou ao mandato horas antes de ser condenado pelo Senado por crime de responsabilidade. Em 1994, o ex-presidente foi absolvido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por falta de provas.

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Não encontrei a entrevista da série ex-presidente, mas tem esta reportagem especial da Globo News, é como se fosse um direito de resposta. Collor aos 40 anos, foi um deslumbrado, e meteu os pés pelas mãos. Seu maior erro foi ser um péssimo político, não conseguindo ter maioria no congresso para poder governar, o que também foi seu principal problema, pois quando se identificou corrupção, não tinha quem o defendesse, o que acabou acarretando no impeachment. Ponto positivo que me lembro, foi a abertura da economia para a entrada dos carros importados, acho que se não tivéssemos essa iniciativa, ainda estávamos andando de carroça até hoje. E o negativo, foi ter confiscado dinheiro da população. Uma lástima!



Itamar Franco

Com a queda de Collor, assumiu o vice Itamar Franco, que exerceu o mandato-tampão em 1993 e 1994.

No vídeo abaixo, dá pra perceber que o país atravessava um período de hiperinflação, ou seja, pela manhã você comprava um pãozinho por x, e à noite já era o outro preço.



Era um momento especialmente delicado para a vida política do País, ainda traumatizado pelo impedimento do primeiro presidente eleito pelo voto direto. Mineiro e conciliador, Itamar conseguiu conduzir os ânimos no plano político – e ainda criou as condições para o lançamento do Plano Real, que também levou a assinatura do então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso.

Deu sequência ao processo de abertura econômica com a oficialização do Mercosul e avanços no programa de privatizações. Ressuscitou o fusca, mas também reduziu alíquotas para que a indústria automobilística oferecesse os chamados carros populares. O Real estabilizou a economia, acabou com a hiperinflação (chegava a 4% ao dia) e criou uma moeda confiável para a nação. O êxito catapultou a candidatura de FHC na eleição de 1994, com o apoio de Itamar.

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No meu entendimento, foi um dos melhores presidentes que este país já teve. Digno, íntegro, honesto, conciliador político e muito competente, transformou um país com hiperinflação a décadas para um país com índice de um dígito na inflação (ao final do seu mandato, a inflação já estava controlada, a 5% ao ano) em menos de dois anos, é mole? Uma pena, como ele mesmo falou, que a imprensa tenha se preocupado apenas em mostrar o lado pessoal dele, além de dar os louros do Plano Real ao seu ministro da fazenda FHC. Mas, sem dúvida alguma, foi o presidente que enfim mostrou grandes resultados para a nossa economia.



Fernando Henrique Cardoso

Eleito em 1994 após vencer Lula ainda no primeiro turno, Fernando Henrique Cardoso ficaria no cargo por oito anos – no meio do mandato, o Congresso aprovou uma emenda constitucional que instituiu, para os cargos executivos, o mandato de quatro anos com uma reeleição – e FHC soube tirar vantagem da emenda feita sob medida: foi o primeiro presidente da história brasileira a ser reeleito em um turno só. Mas o grande legado de FHC se concentraria no campo econômico.

Em 1994, ele teve papel fundamental na criação do plano que acabou com a hiperinflação. No ano seguinte, teria de domar a crise bancária gerada pelo fim da era inflacionária, no programa que ficou conhecido como Proer.

Em 1999, contornou mais uma ameaça à moeda, quando a mudança para o câmbio flutuante fez disparar a cotação do dólar, então tido como âncora do real. Para piorar, o período ficou marcado por crises financeiras sucessivas – no México, na Ásia, na Rússia – que também faziam a economia nacional balançar. Ainda que as manobras para segurar o real tenham sido alvo de críticas, no fim elas garantiram a estabilidade da moeda, quando ela foi testada de forma mais decisiva.

Na área social, FHC introduziu os primeiros programas de distribuição de renda, depois ampliados pelos sucessores. Mas enfrentou dificuldades com a crise no setor energético no segundo mandato, que gerou um racionamento de energia no País, o chamado “apagão”. Além disso, a política de aperto fiscal necessária para garantir a estabilidade impediu um crescimento mais acelerado da riqueza nacional, minando a popularidade de FHC. Após oito anos no poder, ele não conseguiu eleger seu candidato à sucessão, José Serra (PSDB), em 2002.

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Pra mim o grande legado de FHC foi a privatização de empresas que o governo controlava e que não atendia às necessidades da população, como foi o caso das telecomunicações. Lembra quanto custava um telefone fixo? Era praticamente o valor de um terreno, é mole? Incrível como a oposição trabalhou bem, no caso do PT, em fazer com que a população acreditasse (acreditam até hoje) que privatizar é um péssimo negócio para o povo brasileiro. Já comentei várias vezes quanto a este tema, dizendo que quanto mais longe o Governo estiver de empresas, melhor para o país, já que o governo é um péssimo gestor, não possui a responsabilidade de fazer as empresas darem lucro, lógico se estiver ruim é só aumentar impostos, colocam políticos ao invés de técnicos em posições estratégicas nas empresas, isso sem falar na corrupção que inegavelmente sempre aconteceu mais nas estatais do que nas empresas particulares, afinal se você gestor não der lucro numa empresa privada, você é demitido, mas se isso acontece numa estatal, o gestor político continua, dependendo se tem "as costas quentes ou não".

A economia foi um sucesso total. No lado social deu início aos programas de distribuição de renda, o que foi ampliado logo após pelo seu sucessor Lula.

Em seu segundo mandato, lastimável diga-se de passagem, o único ponto positivo que eu me lembre foi a lei de responsabilidade fiscal, obrigando os gestores públicos a não gastar mais do que arrecadam.



A imprensa acusou corrupção em seu governo, no processo da emenda da reeleição e na privatização das teles, mas ao contrário de Lula não a chamou de imprensa golpista.

Luiz Inácio Lula da Silva

Luiz Inácio Lula da Silva governou o Brasil também por dois mandatos, entre 2003 e 2010, tendo vencido o tucano José Serra no 2º turno da eleição de 2002 e Geraldo Alckmin, também do PSDB, na rodada final do pleito de 2006. Em seu período na Presidência, Lula manteve as bases macroeconômicas dos governos FHC, mas ampliou fortemente os programas sociais e de transferência de renda, como o Bolsa Família.

O resultado, além da diminuição da pobreza, foi a ascensão social da chamada “classe C”, cujo ingresso no consumo foi o motor – junto com o alto preço das commodities – do crescimento acelerado na economia doméstica. Lula será lembrado ainda por dois fatos que, em última instância, também têm consequências econômicas: a descoberta da camada pré-sal de petróleo e a vitória da candidatura do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016.

Ainda no primeiro mandato, seu governo ficou marcado pelo escândalo do mensalão, que agora começou a ser julgado (updating: já julgado com a alta cúpula do PT condenada) no Supremo Tribunal Federal. Segundo a denúncia da Procuradoria Geral da República, houve compra de apoio político para a aprovação de projetos do interesse do governo no Congresso. O Ministério Público denunciou 36 pessoas pelo mensalão – Lula não foi incluído na ação penal.

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No meu entendimento, ninguém bate o Lula na arte de comandar as massas na base do gogó. Ele é um gênio. No palanque, ele é o rei. Faz analogias perfeitas usando temas que o povo mais gosta, futebol e cerveja, usa muito o humor e tem um carisma que acalanta o coração dos brasileiros.

Seu grande legado foi, manter a economia nos patamares do real,  manter e ampliar os programas de  distribuição de renda iniciados por FHC, o marketing internacional alavancando o nome do país no mundo, onde conseguiu trazer eventos mundiais para o país.

Pontos negativos, o aumento da dívida pública, aparelhamento do Estado aumentando de forma impensável o número de ministérios, Ministério da Pesca, da Mulher, da Igualdade Racial, um artifício para distribuir cargos aos políticos e assim ganhar força no Congresso, o desrespeito às leis eleitorais, não aceitar críticas da imprensa a qual apelidou-a de PIG (partido da imprensa golpista), querer "extirpar" partido política do país (falado em um discurso no palanque, durante campanha da Dilma), a falta de investimentos no ensino fundamental (optou-se por investir nas Universidades Públicas), e a série de escândalos que afetou seus dois mandatos, sendo o principal deles o Mensalão. Outro ponto negativo que entendo é o fato de ter a cara de pau de falar aos quatro cantos que recebeu uma herança maldita de FHC. Meu Deus, um país totalmente sem inflação?! O que mais ele queria?

Quanto a economia, em 2007 Lula afirmou ter quitado a dívida externa com os bancos internacionais, como realmente o fez, mas só escondeu do povo, o "como ele fez essa mágica"? Ele aumentou a dívida interna com os bancos nacionais, para pagar a dívida externa com os bancos internacionais, compreendeu cara-pálida?

Em 2002, FHC deixou um legado dívida total (852 bilhões) para Lula conforme abaixo:

Dívida externa = 212 Bilhões
Dívida interna = 640 Bilhões

Em 2007, Lula pagou a dívida externa deixando a dívida total (interna e externa) em 1,4 trilhões.

Em 2007 no governo Lula:
Dívida Externa = 0 Bilhões
Dívida Interna = 1.400 Trilhão

Em 2010 no governo Lula, a dívida externa voltou:

Dívida Externa = 240 Bilhões
Dívida Interna = 1.650 Trilhão
Total DA Dívida = 1.890 Trilhão

Entenderam, agora?

fonte: http://jorgeroriz.wordpress.com/a-magica-de-lula-e-o-pagamento-da-divida-externa/

Abaixo o pedido de desculpas de Lula quanto ao Mensalão.


Você e Sua Consciência por um Brasil com Ordem e Progresso

por em
Ao navegar pela minha timeline do facebook, me deparei com um texto que é praticamente uma terapia para aqueles que às vezes, seja por amor, ideologia ou orgulho, ainda têm dificuldades em aceitar a verdade.

Sim, cara-pálida! Aquela verdade que dói na alma, que escancara aos nossos olhos, mas por alguma razão abaixamos a cabeça pra não ver, ou disfarçamos, para que ela por algum milagre não nos alcance.

Mas, em tempos de internet e de redes sociais, isso é praticamente impossível.

Então, aquela verdade acaba chegando como um tapa na cara e aí, a dor acaba sendo inevitável, mas por outro lado, uma luz transpassa a sua razão e consciência, e o acorda novamente ao cenário político dessa nossa República, moribunda, machucada, que suplica por eleitores questionadores, exigentes, com atitudes para realizar as mudanças que este país merece e precisa.

Meus agradecimentos ao Walber M. Schwartz que, como eleitor, transcreveu num post da timeline de seu perfil no facebook, todo o seu racional diante dos fatos que vira e mexe, testam a nossa paciência, a nossa acomodação política e infelizmente a nossa resignação.

Segue o texto na íntegra, e entre aspas.

Abraços,

@tolstoy


"Eu cansei de avisar pra você que o PT não era nada mais que uma quadrilha mal disfarçada. Agora, que o fedor cada vez mais forte denuncia os cadáveres amontoados no armário, você, petista da minha timeline varonil, se cala como se não tivesse nada com isso. Se refugia numa postura indiferente, dá de ombros, diz pra si mesmo que "os outros também faziam", se consola com a ideia pueril de que "pelo menos tiramos a zelite de lá", ou na canalhice companheira do "não há provas" como se você morasse na Suíça e não num dos países mais corruptos do mundo. Um país onde suspeitas sobre políticos são certezas com chances desprezíveis de erro. Um país onde fumaça é incêndio, onde o que balança já está no chão e onde a mulher de César trabalha na Vila Mimosa.

Você se consola também com o pensamento cretino de que "nada pega no Lula" como se a questão fosse essa. Não é. E você sabe disso. Pouco importa que para milhões de iletrados, felizes com seus carnês das Casas Bahia e seus sons automotivos, Lula continuará digno de confiança e voto. Você não é assim. Você sabe. Você tem tanta certeza quanto eu, mas não diz. Você sabe que ele é só mais um biltre, cheio de dolo e culpa, chafurdado em corrupção e mentiras, usando o velho, manjado, vencido discurso da "sensibilidade social" para iludir incautos, mas não você. Você sabe e finge não saber.

Você só tem mesmo esse sentimentozinho de vingança contra uma zelite específica - provavelmente alguém do PSDB, ou algum eleitor "de direita" mais rico que você - para se agarrar. Você finge não ver que os maiores abutres da tal zelite continuam lá - Sarney, Collor, Maluf & Cia do crime - intactos e em companhia dos mesmos "capitalistas de Estado" de sempre, os mesmos eikes batistas que se enriqueceram em conluio com os governos anteriores e mais um ou outro como o próprio filho do ex-presidente; que passou de limpador de bosta no Zoológico de São Paulo para mega empresário de tecnologia, graças ao seu apoio.

Você sabe que não há "trabalhismo" algum, "socialismo" nenhum, que isso são só desculpas para aumentar (ainda mais) os impostos e concentrar (ainda mais) poder. Você finge indiferença, caro eleitor-cúmplice, porque, no fundo, não lhe resta nada. Você é orgulhoso demais para admitir que estava errado.

Este post é só pra lembrar que eu sei que você sabe que é parte dessa lama fétida. E é a pior parte: a consciente. Ou, no mínimo, a que não tem desculpa para não ser.

De qualquer forma, desculpas aceitas. A amizade continua a mesma. Feliz 2013."

Walber M. Schwartz