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O Mistério do Quarto Cálice: A tese de Scott Hahn que conecta a Santa Ceia à Cruz

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Compus esta canção inspirada na tese de Scott Hahn, que narra o mistério do "Quarto Cálice".

Jesus inicia a Nova Páscoa no Cenáculo, mas reserva a taça da consumação para o altar da Cruz. Ao clamar "Tenho sede" e receber o vinagre no hissopo, o Cordeiro de Deus encerra o rito pascal, selando a Nova e Eterna Aliança com Sua morte na Cruz.

No Seder judaico são 4 cálices, o terceiro é o cálice da bênção, o que Jesus consagrou transformando em sangue, e o quarto cálice é o cálice da consumação.


Você já se perguntou por que Jesus e os apóstolos não terminaram a ceia pascal da forma tradicional antes de irem para o Getsêmani?

Na teologia bíblica contemporânea, poucos estudos trazem tanta luz a essa questão quanto a tese de Scott Hahn em seu livro "O Quarto Cálice". Compreender essa conexão muda completamente a forma como enxergamos a Santa Missa e o sacrifício de Cristo.

O que é o Seder Judaico?

Para entender o mistério, precisamos voltar à noite em que Jesus celebrou a Última Ceia. Trata-se do Seder de Pessach, a ceia ritual que os judeus celebram anualmente para recordar a libertação da escravidão no Egito.

A palavra Seder significa literalmente "ordem" ou "arranjo". É uma liturgia familiar rígida, baseada em passos bem definidos que envolvem orações, canções, o consumo de ervas amargas, o cordeiro pascal e, fundamentalmente, quatro cálices de vinho.

O Significado dos Quatro Cálices

Os quatro cálices bebidos ao longo da noite correspondem às quatro promessas de libertação que Deus fez ao povo de Israel em Êxodo 6, 6-7:

  • 1º Cálice (Cálice da Santificação - Kaddesh): Bebido no início, santifica a festa e abençoa o dia.
  • 2º Cálice (Cálice da Libertação ou do Juízo): Servido após a proclamação das pragas do Egito e a narrativa do Êxodo.
  • 3º Cálice (Cálice da Bênção - Birkat Hamazon): Consumido junto com a refeição principal (o cordeiro e o pão ázimo). Foi exatamente este cálice que Jesus tomou e consagrou, dizendo: "Este é o Cálice do meu Sangue" (Lc 22, 20).
  • 4º Cálice (Cálice da Consumação - Hallel): O cálice final, bebido após o canto dos salmos de louvor (Hallel), que encerrava formalmente a liturgia da Páscoa.

A Grande Ruptura no Cenáculo

De acordo com os Evangelhos de Mateus e Marcos, após o terceiro cálice, algo incomum acontece. O texto bíblico narra: "Depois de terem cantado os salmos, saíram para o Monte das Oliveiras" (Mt 26, 30).

Para qualquer judeu da época, isso era um absurdo litúrgico. Eles saíram antes de beber o Quarto Cálice. A ceia pascal de Jesus ficou, estritamente falando, incompleta.

No Jardim das Oliveiras, a angústia de Jesus ganha um novo significado quando Ele reza: "Pai, se é do teu agrado, afasta de mim este cálice" (Lc 22, 42). Ele não falava de uma metáfora genérica, mas do cálice da consumação que ainda faltava beber.

A Consumação no Altar da Cruz

Scott Hahn demonstra que Jesus estende a liturgia da Última Ceia até o Calvário. A ceia iniciada no Cenáculo só termina na Cruz. No caminho do Calvário, oferecem a Jesus vinho com mirra (um analgésico), mas Ele recusa. Ele precisava manter a consciência clara para o momento final.

Momentos antes de expirar, sabendo que tudo estava cumprido, Jesus diz: "Tenho sede" (Jo 19, 28). Um soldado ensopa uma esponja em vinagre (vinho azedo), coloca-a na ponta de uma vara de hissopo — a mesma planta usada para marcar os batentes das portas com o sangue do cordeiro no Egito — e a eleva até a boca de Jesus.

Ao provar o vinho azedo, Jesus pronuncia Suas últimas palavras:

"Tudo está consumado!" (Consummatum est)

Ele inclina a cabeça e entrega o espírito. O Quarto Cálice foi finalmente bebido. A Páscoa da Nova e Eterna Aliança estava concluída.

Uma Canção Inspirada no Mistério

Movido por essa profunda verdade teológica, compus esta canção que busca traduzir em poesia e melodia esse mistério do Quarto Cálice. Ela narra o percurso do Cordeiro, que inicia Seu rito no Cenáculo e o sela definitivamente na Cruz.

"Jesus inicia a Nova Páscoa no Cenáculo, mas reserva a taça da consumação para o altar da Cruz. Ao clamar 'Tenho sede' e receber o vinagre no hissopo, o Cordeiro de Deus encerra o rito pascal, selando a Nova e Eterna Aliança com Sua morte na Cruz."

Que essa reflexão — e os acordes dessa melodia — nos ajudem a olhar para cada Santa Missa não apenas como uma lembrança, pois dessa forma é uma visão equivocada, mas como a real participação no banquete pascal que custou o sangue do Cordeiro, a atualização do sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Gostou dessa explicação? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe este post com quem quer entender mais profundamente as raízes bíblicas da nossa fé!

Padre Fabio de Melo e seu recado aos jornalistas que criticam a Igreja Católica

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“Às vezes eu fico incomodado de ver a mídia, jornalistas que nem são cristãos, preocupados com o que o papa está sendo contra ou com o que está sendo a favor. Porque que eles estão preocupados com isso? A regra é pra nós. Que calem a boca e vão viver a sua vida do jeito que quiserem”


Sobre o celibato:

“Já teve alguma passeata de padre querendo casar? Não, mas o que tem de gente imbecil que fica aí levantando bandeira de que nós precisamos casar. Vai arrumar marido em outro lugar. Não tem nenhum padre fazendo passeata pra ter o direito de casar não, esse problema é nosso e nós não pedimos a sua opinião não”.

Sobre o aborto:

"o papa é conta o aborto, a igreja é conta o aborto, eu sou conta o aborto, quem é católico cristão também é contra o aborto. Pronto, acabou. Ninguém é obrigado. Eu não tenho notícia de alguém que tenha sido amarrado e trazido à pia batismal: batiza essa criança, padre Fábio.

A importância da beleza, por Roger Scrutton

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“Em qualquer época entre 1750 e 1930, se você pedisse às pessoas cultas para descrever o objetivo da poesia, da arte ou da música, elas teriam respondido: a Beleza. E se você perguntasse pela razão disso, você aprenderia que a Beleza é um valor, tão importante quanto a Verdade e o Bem.

Depois, no século XX, a beleza deixou de ser importante. A arte, cada vez mais, concentrou-se em perturbar e em quebrar tabus morais. Não era a beleza, mas a originalidade, conseguida por qualquer meio e a qualquer custo moral, que ganhava os prêmios.

Não apenas a arte fez um culto à feiura; a arquitetura também se tornou desalmada e estéril. E não foi somente o nosso ambiente físico que se tornou feio. Nossa linguagem, nossa música e nossas maneiras estão cada vez mais rudes, egoístas e ofensivas; como se a beleza e o bom gosto não tivessem nenhum lugar real em nossas vidas. [...]

Eu acho que nós estamos perdendo a beleza e há um risco de que, com isso, nós percamos o sentido da vida.”

Importância da beleza | Why Beauty Matters (Legendado PT-PT) from Ricardo Mateus on Vimeo.

A saudosa visita de Chico Anysio ao Sr Brasil de Rolando Boldrin

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Dono de um talento impar, Chico em menos de 20 minutos mostra todas as suas habilidades em uma saudosa visita no Sr. Brasil de Rolando Boldrin. Humorista, poeta, escritor, compositor, contador de causo, e humildade de sobra, Chico ao final de muitas risadas, emociona alguém da plateia com uma linda homenagem, o sumido Belchior.

Pra você dar boas gargalhadas e se emocionar.

Saudades Chico!





Pais e Filhos: Que a tecnologia não nos roube a comunicação entre os mais próximos, marido, mulher e filhos.

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O smartphone chegou para ficar com sua tecnologia, que aliada as redes sociais acabam nos aproximando de amigos e parentes que estão longe, além de propiciar informações que nos atualizam a todo momento, mas nos distanciando daqueles que são muito importantes em nossas vidas, aqueles que estão à nossa volta, do nosso lado, marido, mulher e os filhos, sim "os de casa".

Como tudo em nossa vida, os excessos são perigosos, o que nos vale uma reflexão de que é preciso usar a tecnologia com parcimônia, moderação e principalmente verificar se estamos dando a devida importância e o devido tempo àqueles que nós amamos. 

Lembrem-se: palavras movem, mas exemplos arrastam.

Se o bom exemplo for dado, nossos filhos terão boas referências, mas se forem maus exemplos nossos pequenos se tornarão adolescentes que darão atenção apenas para a pequena telinha, ignorando aqueles que estão à sua volta.

Daí, as lágrimas serão em vão!

O correto uso da tecnologia poderá sim continuar nos aproximando daqueles que estão longe de nós, e depende apenas de nós, dedicar tempo para os que estão ao nosso lado. Bastando para isso nos desconectarmos.

Experimente e permita-se isso! Isso lhe mostrará que você é quem domina a tecnologia, e não o contrário.

Boas reflexões para todos nós dessa geração que se encontra cada vez mais conectada. Que permitamos nos desconectar várias vezes ao dia para aproveitar momentos importantes entre família e amigos. 

Faça isso agora! Quem sabe tem um filho brincando sozinho e que está louco por sua atenção e carinho.

1979 - Recordar é viver: A última participação de Mazzaropi na TV numa humorada entrevista à Hebe Camargo

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Um post para recordar os velhos e bons tempos do humorismo brasileiro, com um dos maiores artistas do país, Amácio Mazzaropi em sua última participação na TV, concedendo essa entrevista bem humorada à sua amiga Hebe Camargo na TV Bandeirantes.
Mazzaropi fez a plateia inteira rir, com piadas que possivelmente você já tenha ouvido, e agora ficará sabendo quem as criaram.
Enfim, divirta-se com Mazzaropi!

Privatizar ou Estatizar? Ou "Ninguém gasta o dinheiro dos outros tão cuidadosamente quanto gasta o seu" por Milton Friedman

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Por que é necessário tirar o Estado na gestão de empresas no pais, as chamadas Estatais? Por que é necessário privatizar Petrobrás, Eletrobrás e tantas Brás da vida??? Por que o Estado precisa se ater à poucas responsabilidades, e deixar para que a iniciativa privada atue nos segmentos como infraestrutura, matriz energética, telecomunicações (já privatizada), mineradoras, entre outros?

Em 4 minutos, Milton Friedman explica quais as razões para que nós não permitamos que o Estado esteja presente em tantos segmentos em nossa economia.


figura: drmoney.com.br

Como todos sabem, não é nada bom confiar na classe política, e se isso é uma verdade, por que cargas d´água confiaríamos a gestão das gigantes estatais como por exemplo a Petrobrás nas mãos dessa turma?? Não seria uma incoerência?? E mais, não seria melhor se o governo fosse apenas aquele sócio que cobra impostos dessas empresas?? Não teria que fazer a gestão, e querendo ou não, com ou sem prejuízo na última linha da empresa, o imposto está garantido. E melhor ainda, se a empresa tiver recordes de lucros, mais impostos o governo terá.

Pense nisso, e pare de achar que o petróleo é nosso, a energia é nossa! Isso tudo é uma verdadeira bobagem. Todo o dinheiro arrecadado com impostos e que anualmente bate recordes (este ano foi 1,7 trilhões de reais) fica nas mãos da classe política, que estão à frente dos poderes executivo e legislativo. Esta mesma classe é que direciona e toma a decisão do que fará com o dinheiro dos outros, o nosso!

Privatizemos tudo isso e nos livremos das estatais que mais servem aos políticos do que a própria sociedade! 

E invistamos em saúde, educação e segurança pública. É isto que mais interessa a todos nós, e como tal sempre está no discurso dos políticos desde quando eu comecei a votar, mas nunca cumprem com tais promessas.

Valorizemos aqueles que geram riquezas para o país, criemos políticas que incentivem o aparecimento de novos empreendedores. Lembro bem de uma frase do saudoso Roberto Campos: "O respeito ao criador da riqueza é o começo da solução da pobreza".

Por isso recomendo nesta importante época em que temos a oportunidade de mudar, que escolhamos candidatos que valorizem a iniciativa privada, o empreendedorismo e que tenham como premissas PRIVATIZAR as áreas em que notoriamente o governo já se mostrou ineficiente, incompetente e que usualmente as aparelham com o claro objetivo de fazer tráfico de favores, superfaturamento, corrupção e coação junto às empresas que dependem economicamente delas.

E fujam dos candidatos que buscam a todo custo ESTATIZAR a tudo e a todos!

Em suma, ninguém melhor do que nós mesmos para cuidar do nosso próprio dinheiro. Quando o Governo fica responsável por administrar o dinheiro dos contribuintes, coisas ruins acontecem e nós, os cidadãos pagadores de impostos são os que mais perdem.

Então a premissa é manter o Estado mínimo, o menor possível, pois assim ficará mais fácil de fiscalizá-lo, e como os impostos irão diminuir de maneira proporcional, a classe política terá menos dinheiro para administrar, o que contribuirá para diminuir superfaturamentos, corrupção e desvio de verbas públicas.

Agora fique com a explicação de Milton Friedman.

(...)"Existem apenas quatro maneiras de você poder gastar seu dinheiro. Você pode gastá-lo com você mesmo. Quando você faz isso, e você pode realmente ver o que está fazendo com ele, você tenta usá-lo da melhor forma possível. Mas você pode gastar seu dinheiro com outra pessoa. Por exemplo, eu compro um presente de aniversário para alguém. Bem, eu não estou preocupado com a eficácia satisfatória do presente, mas estou atento quanto ao seu custo. Então, eu posso gastar o dinheiro alheio comigo mesmo. E se eu gasto o dinheiro alheio comigo mesmo, então eu tenho certeza de que terei um bom almoço! Finalmente, eu posso gastar o dinheiro de alguém com outro alguém. E se eu gasto o dinheiro de alguém com outro alguém, eu não me importo com o custo e não me importo com o que conseguirei satisfazer. E isso é o governo. E isso é cerca de 40% do PIB." (Milton Friedman)

@tolstoy.


Cuerdas - Há cordas que não Amarram, mas sim Libertam

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Eu serei os teus pés, eu serei os teus braços, a tua companheira, a sua brincadeira, a sua alegria e o amor que preencherá toda a sua vida! Uma Maria feita de amor!

Esta foi a mensagem que entendi sobre este maravilhoso curta.



Inspirada na história real do filho do diretor do filme, Pedro Solis. Sua filha Alejandra (Maria) foi a grande companheira do irmão com paralisia cerebral Nicolas. No final do filme ele homenageia a todos, inclusive sua esposa Lola.

O filme espanhol ‘Cordas’ (Cuerdas), é premiadíssimo na categoria "melhor curta-metragem de animação".


Pedro Solís: "há cordas que não amarram; e sim, libertam."

Mais sobre o filme no site: http://cuerdasshort.com/





Reflexão: Ser Útil ou Ser Amado? Por Padre Fabio de Melo

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A dura realidade de um dia nos tornarmos descartáveis por aqueles a quem dedicamos a vida toda.......o pior é que isto não é uma exceção, pois basta irmos até um asilo pra constatar isso, ou quem aí não testemunhou algo parecido em reportagens de tv, como aquelas situações em que alguém passa a ser um fardo, um estorvo para a família, após um acidente ou uma doença e terminar sua vida numa cama, jogado à solidão de um quarto frio e vazio, dependendo de "cuidadores" mas que mais parecem algozes.

Lembro também uma vez em que o cantor Moacyr Franco apresentou uma reflexão para seu público pouco antes de começar uma canção, e que já postei no blog:


"É preciso que uma vez por ano vocês deem uma chegadinha num asilo, para abraçar o seu passado, ou quem sabe o seu futuro!"

Enfim, esta reflexão que o Padre fez, e que recomendo a todos os meus amigos e seguidores, sobre "sermos verdadeiramente amados" ou apenas "sermos úteis a alguém" é perfeita.

E tem um final de arrepiar: "Você não presta para nada, mas não consigo viver sem você"

E aí eu pergunto: o que você acha que acontecerá a você, tão logo se torne inútil para seus pares? Será descartado ou será amado e cuidado?

Recomendo este vídeo a você e toda a sua família.

O Herói Anônimo - porque o que o mundo mais precisa é de Amor e Solidariedade

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O vídeo e o texto que o acompanha, é de uma lucidez e sabedoria que enfim, nos mostra o que realmente precisa ser focado em nossos objetivos na sociedade em que vivemos.

O que você lerá no texto a seguir e posteriormente no incrível comercial abaixo, Jesus Cristo sintetizou há séculos atrás com um mandamento:

"Amai-vos uns aos outros como eu vos amei."

Quem sabe um dia alcancemos a maturidade para cumprir com esta missão tao nobre, que consiste na simples atitude de ajudar ao próximo, sem esperar algo em troca.

Acompanho boas iniciativas quem vem de bilionários como Bill Gates com sua fundação Bill and Melinda, com projetos nas áreas de saneamento "Toilet 2.0" que até postei no meu blog, as pesquisas em vacinas em prol da vida.

Enfim, este é o caminho....a solidariedade entre os seres humanos sem buscar nada em troca.

Abraços a todos, boa leitura e uma ótima reflexão.

O Texto é de Alexandre Borges, e se você gostar do vídeo, não deixe de compartilhá-lo com esta narrativa, pois assim ficará muito mais completo, já com a opinião de quem propôs a reflexão:

Essa competente campanha da seguradora tailandesa Thai Life é um ótimo exemplo de como se faz uma pregação política poderosa, extremamente persuasiva e profundamente moral, sem falar nada que se pareça com política.

O comercial basicamente vende a idéia de que você deve escolher entre ser bom e ajudar os outros ou só pensar em você e tentar ser rico, quando para o conservador ocidental a solidariedade e o sucesso financeiro são totalmente compatíveis. É uma idéia totalmente coerente com a doutrina cristã ou, lembrando Weber, com a ética protestante. Mas para o criador do comercial, o herói do filme nunca será rico porque escolheu ser pago em "emoções", ter uma "compreensão profunda" da vida e amor.

Alguns caretas-conservadores-reacionários-direitistas-neocons como eu batem sempre na tecla de que é uma idiotice tentar vender as vantagens da economia de mercado sobre qualquer alternativa conhecida quando a guerra que está sendo travada (e perdida) é, antes de tudo, cultural e moral, mas infelizmente muita gente do nosso lado, ou que inadvertidamente aceitamos do nosso lado, não entende. A partir de um raciocínio infantilóide, ginasiano, neófito e amador, acham que como a economia de mercado é a opção mais "racional", no final, ela vai prevalecer, e que qualquer discussão moral é "usar o estado para impor seus códigos a outros". Que preguiça esse pessoal me dá.

Se você acha que a idéia de que a busca do lucro é imoral e é a antítese da solidariedade, do altruísmo e da fraternidade não está hoje profundamente arraigada no Ocidente, lembre apenas de um nome: Mitt Romney. O candidato derrotado por Barack Obama em 2012 é um mórmon, ex-missionário, que passou a vida ajudando o próximo de todas as formas possíveis e imaginárias, não apenas a pedinte da esquina mas de milhares de pessoas tanto com doações de boa parte do que ganhou durante sua brilhante carreira profissional e serviços voluntários como salvando empresas e empregos, mas perdeu a eleição porque o eleitor americano, doutrinado pelo complexo cultural que envolve imprensa, TV, cinema, celebridades e universidades, não aceita que um empresário muito bem sucedido e rico possa também ser, como ele é, quase um santo. Na cabeça dos formadores de opinião ocidentais de hoje, a riqueza proveniente do trabalho no mercado financeiro, na indústria, no varejo, é simplesmente uma exploração e um roubo do trabalho alheio, aliado a fraudes contábeis e evasão fiscal.

Em resumo, a prosperidade material e o sucesso pessoal de Mitt Romney, que há 50 anos seriam seus principais ativos eleitorais, são vistos hoje como um passivo, um empecilho para a vitória no país-símbolo da economia de mercado. E esse caldo cultural e moral é muito mais importante do que qualquer conversa com jargões econômicos liberais.

Esse comercial tailandês apela diretamente ao coração do público e é mais eficiente do que milhões de textos sobre responsabilidade fiscal, eficiência de utilização de recursos econômicos, equilíbrio da balança comercial, combate à inflação, carga tributária, crescimento do PIB, superávit e blá blá blá. Não é a economia, estúpido, nunca foi, nunca será.

Ou a direita aprende a vencer a batalha moral ou está fora do jogo.

Com vocês, o incrível comercial "O Herói Anônimo"

"Ora Bolas, Caçarolas!" As lições de Roberto Campos, o saudoso diplomata e economista dono de uma mente brilhante

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Via Wikipedia sobre Roberto Campos

Trabalhou no segundo governo de Getúlio Vargas quando foi um dos criadores do atual Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do qual foi posteriormente presidente, de agosto de 1958 a julho de 1959 e participou da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos, que estudou os problemas econômicos brasileiros. Rompeu com Getúlio Vargas e foi designado para trabalhar no consulado brasileiro em Los Angeles, onde aproveitou para conhecer profundamente o cinema de Hollywood.
No governo de Juscelino Kubitschek, teve participação importante no Plano de Metas, sendo um dos coordenadores dos grupos de trabalhos desse plano. Roberto Campos havia sugerido que se chamasse "Programa de Metas", sugestão que Juscelino não acatou. Roberto Campos sugeriu também que se fizesse um plano mais amplo visando combater o déficit público e equilibrar as contas externas através de uma reforma cambial.
Exerceu os cargos de Embaixador do Brasil em Washington no governo João Goulart e Londres no governo Ernesto Geisel. Quando embaixador em Londres, Roberto Campos participou da banca de doutoramento em York do futuro presidente de Portugal, o professor Aníbal Cavaco Silva.



Apoiou, em 1964, o golpe militar no Brasil, e tornou-se ministro do Planejamento no governo Castelo Branco. Como ministro, juntamente com o colega Octávio Gouveia de Bulhões do Ministério da Fazenda, modernizou a economia e o estado brasileiro através de diversas reformas e controlou a inflação.
No Governo Castelo Branco, Roberto Campos participou do grupo que criou: o Banco Nacional da Habitação (BNH), o salário-educação, o cruzeiro novo, a indexação de preços na economia brasileira através da correção monetária pelas ORTNs, Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional. Elaborou e executou uma reforma fiscal através do novoCódigo Tributário Nacional, Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966. Liberalizou a lei de remessas de lucros, Lei nº 4.390, de 29 de agosto de 1964.
Criou, em conjunto com outros, o Banco Central do Brasil, o FGTS e o Estatuto da Terra. Foi o autor dos artigos econômicos da Constituição de 1967, a qual foi, nas palavras dele, "a constituição menos inflacionista do mundo", a qual, entre outros dispositivos anti-inflacionários, não permitia que o Congresso Nacional fizesse emendas ao orçamentoque aumentassem os gastos públicos da união.
O gosto pelo cinema, desenvolvido no período diplomático passado na Califórnia, fez com que garantisse as condições para a criação do Instituto Nacional do Cinema (INC), em1966. Seu cunhado, o cineasta Flávio Tambellini, foi o primeiro presidente do INC.
Como ministro foi combatido por governadores, entre eles Adhemar de Barros e Carlos Lacerda, que eram contra o corte de gastos públicos que Roberto Campos determinou para combater a inflação.




Roberto Campos teve grande influência na formulação da política externa do Brasil do governo Castelo Branco através da sua teoria dos círculos concêntricos.

Posteriormente, Campos tornou-se crítico dos rumos tomados por duas de suas criações: a correção monetária e o Banco Central do Brasil.

Roberto Campos e Otávio Gouveia de Bulhões, e mais Eugênio Gudin em 1954, foram os únicos economistas liberais a chegarem aos cargos de ministros da área econômica desde Joaquim Murtinho que foi ministro da fazenda de Campos Salles.

Foi senador, por Mato Grosso, pelo PDS, por oito anos (1983-1991), e deputado federal pelo Rio de Janeiro por duas legislaturas (1991-1999). Fez um discurso antológico na sua estreia no Senado Federal, que foi respondido pelo senador Severo Gomes, surgindo, então, uma rivalidade que marcaria época no Senado Federal.

Entrevista completa no "Roda Viva" - recomendo demais!



No auge do Plano Cruzado durante o Governo José Sarney, Roberto Campos foi uma das poucas vozes a criticá-lo.

Sentia-se como sendo o único parlamentar na Assembleia Nacional Constituinte de 1988 a defender a economia de mercado. Não teve nenhuma de suas ideias aprovadas quando deputado e senador. Apresentou 15 projetos de leis no Senado, todos rejeitados, entre os quais, estão projetos propondo:

Livre negociação salarial no setor privado e estabelece medidas de flexibilização do mercado de trabalho para evitar o desemprego.
Extinguir, como empresas estatais, as que forem deficitárias, privatizando-as ou liquidando-as.
Estabelecer a livre negociação salarial.
Criar contratos de trabalho simplificados para facilitar novos empregos.
Terminou o mandato de senador constituinte reclamando da solidão do liberal no Brasil.

Ao lado de José Guilherme Merquior foi um dos ideólogos do Governo Collor, chegando a ser fortemente cogitado para ocupar o cargo de Ministro das Relações Exteriores no início de 1992, acerto que não se concretizou devido a desacertos políticos entre o PDS e o governo federal. 

Porém votou pela sua cassação, quando deixou o hospital onde estava internado com septicemia e compareceu de cadeira de rodas no Congresso Nacional, seu voto foi muito aplaudido.


Candidatou-se, à reeleição ao Senado Federal, pelo Rio de Janeiro, em 1998, perdendo por uma diferença de 5%, para Roberto Saturnino Braga.



Aqui, uma bela entrevista pro "Conexão"




As ideias de Roberto Campos

Durante o início de sua carreira, Roberto Campos defendeu a intervenção estatal na economia desde que ligada ao desenvolvimento conjunto do setor privado capitalista e sem preconceito contra o capital estrangeiro, o que lhe rendeu a reputação de entreguista e a apelido (codinome) "Bobby Fields" dado por adversários de tendência anti-americana.

Fez este tipo de intervenção na economia, quando ministro do planejamento e no Plano de Metas de Juscelino Kubitschek, onde não se criaram muitas empresas estatais.

Roberto Campos cunhou as expressões monetarismo e estruturalismo na década de 1950 para identificar as duas principais visões que os economistas tinham sobre inflação. Foi crítico da Cepal e dos economistas da Unicamp. Era crítico também da Reforma Agrária.

Após o governo Castelo Branco, com o progresso do gigantismo estatal e da burocratização no Brasil durante os governos subsequentes da ditadura militar, muito especialmente nos governos de Emílio Garrastazu Médici e Ernesto Geisel, intensificou sua posição aberta de doutrinário liberal defendendo a tese de que um país só pode ter liberdade política com liberdade econômica. Criticou fortemente as estatizações de empresas e a criação de novas empresas estatais pelos seus sucessores no Ministério do Planejamento.

Convenceu-se de que o estatismo é trágico e empobrecedor quando foi embaixador em Londres, nas décadas de 1970 e 1980, quando acompanhou de perto o programa de privatização da economia inglesa feito pela primeira ministra da Grã-Bretanha Margaret Thatcher. Nesse período participou da banca de doutoramento em economia na Universidade de York do atual presidente de Portugal Dr. Aníbal Cavaco Silva.

O triunfo do neoliberalismo, termo que ele dizia ser inexato, na década de 1990, deu-lhe a oportunidade de dizer, no seu livro de memórias:

"Estive certo quando tive todos contra mim".
— Roberto Campos

Ao morrer, com 84 anos, deixou a fama, entre seus admiradores, de sempre ter razão de remar contra a maré e ser um liberal solitário no Brasil.

Combateu, sem o menor apoio e êxito, o monopólio da Petrobrás, que Roberto Campos chamava de Pretrossauro, repetindo a frase do Presidente Castelo Branco que dizia: "Se é eficiente não precisa do monopólio, se precisa, não o merece". Sobre Petróleo, Roberto Campos dizia que "Petróleo é apenas um hidrocarboneto e não ideologia".

Mostrou seus dons de profeta quando previu, em 1982, que a Lei de informática aprovada naquele ano pelo Congresso Nacional e que era de iniciativa do governo João Figueiredo, iria condenar o Brasil ao atraso na área de informática, atraso o qual persiste até hoje com o Brasil importando hardwares de pequenos países asiáticos.

Ex-keynesiano, mais tarde discípulo do economista austríaco Friedrich August von Hayek, e lamentava ter perdido tempo com outros autores. Roberto Campos postulava como Hayek que o Estado deveria ter o tamanho mínimo possível para o cidadão não se tornar servo dele. Schumpeter também foi um economista que Roberto Campos admirou já na juventude. Sua tese não concluída de doutorado (Phd) teria Schumpeter como "tutor").

Em 1994, diria que sua defesa do dirigismo estatal havia sido um erro de juventude, "como a gonorreia" - um exemplo da ironia corrosiva pela qual se tornou conhecido. Sua inteligência nunca deixou de ser reconhecida até pelos inimigos políticos.

Seus adversários jamais cessaram de dizer que o seu apoio entusiástico, no início, ao Golpe de 1964, não era consistente com suas defesas da liberdade política, a não ser que por "liberdade" se entendesse a liberdade econômica e o fato do país não cair nas mãos do comunismo. Seus defensores, por outro lado, dizem que Roberto Campos fazia parte do "grupo castelista" e que, portanto, apoiou só o Governos Castelo Branco e Geisel, que, segundo seus defensores, foram governos mais liberais. Porém Roberto Campos foi contra as estatizações e criações de empresas feitas por Geisel, do qual ele mesmo foi o seu embaixador em Londres.



Sobre o socialismo e capitalismo, ele acreditava que:

" - O princípio axiológico do capitalismo é que o homem é dono de seu corpo e do produto de suas faculdades e só pode ser privado do produto dessas faculdades por consenso, contrato, ou pela aceitação de tributos sujeitos ao crivo da representação democrática. Já o socialismo parte do princípio de que o homem é proprietário de seu corpo, mas não é proprietário do uso de suas faculdades. Esse produto pode — e deve — ser redistribuído segundo determinados critérios ideológicos e políticos para alcançar algo definido como justiça social… O resultado é que não se otimiza o esforço produtivo. Toda a tragédia do socialismo é, no fundo, a sub-otimização do esforço produtivo". (trecho retirado do livro "Conversas com Economistas Brasileiros").

"O mundo não será salvo pelos caridosos, mas, pelos eficientes". 
— Roberto Campos

Roberto Campos também era muito crítico da sua profissão de economista: uma das suas frases mais famosas era:

"Há três maneiras de o homem conhecer a ruína: a mais rápida é pelo jogo; a mais agradável é com as mulheres; a mais segura é seguindo os conselhos de um economista."

Amazon Dash, o último degrau da conveniência

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Após o lançamento incrível no ano passado da Amazon Fresh, onde os clientes recebem em casa produtos frescos da Amazon, agora tudo ficou muito mais simples.

Com a Amazon Dash, tudo que você tem a fazer é apontar o aparelho para o código de barras do produto que acabou ou está acabando, ou apenas dizer o nome do que deseja!

Pronto! No dia posterior, a sacola da Amazon Fresh estará lá em frente à sua porta, com toda a conveniência que se poder ter.

Dê adeus portanto a filas, trânsito e aquele seu precioso tempo perdido no supermercado!

Parabéns Amazon, você mais uma vez revolucionou o mercado, e não seria exagero dizer que tem tudo para dominar o varejo no Planeta!

Aos varejistas do país, um pedido! Sigam o exemplo da Amazon, pelo amor de Deus!!

As 15 lições de Ronald Reagan

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Antes de dar início às 15 lições de Reagan, atualizo hoje (02-09-2014) este post com uma premissa importante que guiou esse estadista ao longo de toda a sua vida política.

"Esquerdistas pedem para que concentremos nossos sonhos e nossas esperanças num homem. Para que confiemos que ele faça o que é melhor para nós. Minhas visão de governo não põe confiança num homem ou num partido, mas naqueles valores que transcendem pessoas e partidos." Ronald Reagan.



"Quinze lições de Ronald Reagan para você compreender melhor o mundo à sua volta e realmente passar a defender que ele seja melhor. - via blog A Bronca É Livre

1) Temos de rejeitar a ideia de que cada vez que uma lei é quebrada, a sociedade é culpada, em vez do infrator. É tempo de restaurar o preceito de que cada indivíduo é responsável por seus atos.

2) Governos existem para proteger as pessoas das outras pessoas. O governo passa do limite quando ele protege as pessoas delas mesmas.

3) As nove palavras mais terríveis que existem são: "eu sou do governo e estou aqui para ajudar".

4) A liberdade nunca está a mais do que uma geração de distância da extinção. Nós não a passamos aos nossos filhos na corrente sangüínea, ela deve ser protegida e entregue para que eles façam o mesmo.

5) Como você define um comunista? Bem, é alguém que lê Marx e Lenin. E como você define um anti-comunista? É alguém que entende Marx e Lenin.



6) Confie, mas verifique.

7) O governo é como um bebê. Um canal alimentar com um grande apetite numa ponta e nenhum senso de responsabilidade na outra.

8) O homem não é livre a menos que o governo seja limitado. Há uma clara causa e efeito aqui que é tão limpa e previsível quanto uma lei da física: conforme o governo expande, a liberdade diminui.

9) O propósito dos benefícios do governo deve ser o de eliminar, tanto quanto possível, a necessidade para a própria existência dos benefícios do governo.

10) O governo não resolve problemas, ele os subsidia.

11) O melhor programa social que existe se chama emprego.

12) Não espere que a solução venha do governo. O governo é o problema.

13) Um povo livre sempre escolhe a paz.

14) A história vai lembrar com perplexidade daqueles que eram os que mais tinham a perder e foram os que menos fizeram para prevenir o seu próprio fim.

15) Quando você não pode fazê-los ver a luz, faça com que sintam o calor.

Um Discurso em Homenagem a todos nós, Cidadãos Pagadores de Impostos por Magaret Thatcher

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Pare tudo que está fazendo, e ASSISTA ESSE DISCURSO DE MARGARET THATCHER, SOBRE O DINHEIRO PÚBLICO (2:22).

Como seria bom, se tivéssemos no Brasil, um partido político com premissas de valores tão importantes. Se cada partido político carregasse tais premissas com afinco e honestidade, nosso Brasil estaria com certeza entre as melhores nações de se viver.

Faço questão de transcrever tal discurso, de pouco mais de dois minutinhos, mas que possui conteúdo preciso, para quem tem o ideal de fazer a nação prosperar.

Segue a transcrição.

"Um dos grandes debates do nosso tempo, é sobre quanto do seu dinheiro deve ser gasto pelo Estado, e com quanto você deve ficar para gastar com sua família.

Não nos esqueçamos nunca desta verdade fundamental: o Estado não tem outra fonte de recursos, além do dinheiro que as pessoas ganham por si próprias. Se o Estado deseja gastar mais, ele só pode fazê-lo tomando emprestado a sua poupança, ou te cobrando mais tributos.

E é melhor não pensar que outra pessoa vai pagar. Essa outra pessoa é você. Não existe essa coisa de dinheiro público. Existe apenas o dinheiro dos pagadores de impostos. A prosperidade não virá, por inventarmos mais e mais programas generosos de gastos públicos. Você não enriquece por pedir outro talão de cheques ao banco. E nenhuma nação jamais se tornou próspera, por tributar seus cidadãos além de sua capacidade de pagar.

Nós temos o dever de garantir que cada centavo que arrecadamos com a tributação, seja gasto bem e sabiamente. Pois é nosso partido que é dedicado à boa economia doméstica. Na verdade, atrevo-me a apostar que, se o Sr. Gladstone estivesse vivo, filiar-se-ia ao Partido Conservador.

Proteger a carteira do cidadão, proteger os serviços públicos, essas são nossas duas maiores tarefas, e ambas devem ser conciliadas. Como seria prazeroso, como seria popular dizer, "gaste mais nisso, gaste mais naquilo", É claro que todos nós temos causas favoritas. Eu, pelo menos tenho.

Mas alguém tem que fazer as contas. Toda empresa tem de fazê-lo, toda dona de casa tem de fazê-lo, todo governo deve fazê-lo, e este irá fazê-lo."

O que Maria Corina tem a dizer no Senado Brasileiro, tem tudo a ver com a sua futura liberdade!

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Durante a reunião da Comissão de Relações Exteriores do Senado, nesta quinta-feira, foi aprovado o convite a ser encaminhado à deputada venezuelana Maria Corina Machado, que recentemente teve seu mandato cassado pelo ditador comunista Nicolás Maduro, para que venha ao Senado brasileiro narrar de viva voz o que vem ocorrendo na Venezuela.

Caso não a conheçam, acredito que o vídeo abaixo em que mostra Maria frente a frente com o ditador Hugo Chavez, seja a melhor maneira de apresentá-la.

Assim como hoje acontece no Brasil, a oposição era muito fraca diante do domínio do estado chavista, mas ela não se intimidou e o enfrentou com argumentos que hoje, cada venezuelano vem sentindo na carne, pelo o que o socialismo fez com o país, desde o desabastecimento total de itens de higiene e alimentício, até a completa falta de segurança pública e liberdade!

Vamos agora acompanhar, quando Maria será ouvida em nosso Senado.

Diante de tudo que tenho visto na Venezuela, e por enquanto mais velado aqui no Brasil, lembro de uma frase da filha bastarda de Fidel Castro, sobre as terríveis coisas que tem acontecido na Venezuela, abre aspas......

"Eu vejo esses garotos sentados nas ruas e me pergunto: Quem são os verdadeiros culpados? Possivelmente avós, pais ou professores desses adolescentes nas ruas… Os estudantes que protestam hoje estão pagando a confusão, desinteresse ou ignorância das gerações que os precederam,” Alina Fernandez Revuelta.

Espero que não tenhamos de nos envergonhar quanto ao país que deixaremos no futuro para os nossos filhos e netos, por termos omitido fazer o que deveríamos ter feito, quando ainda podíamos!

Portanto, que tenhamos o devido senso de urgência, para exercermos uma forte oposição a tudo que esteja acontecendo de errado com o nosso país, sem se preocupar com o que a militância vá vociferar contra nós.

Não se calem, reajam!

Do contrário, em breve teremos um Congresso Nacional todo vermelho como neste vídeo, e apenas uma representante do povo como um grão de areia diante do mar, tendo que ter a coragem de falar as verdades diante de nosso próximo ditador e algoz.

Ainda temos tempo para evitar isso......e será nas eleições de Outubro!

Boas reflexões!



A Censura Comunista Escancarada Diante dos Nossos Olhos

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Ontem Paulo Eduardo Martins , um dos jornalistas do SBT que mais criticam a gestão do governo petista, comunicou que o Jornal das Massas encerrou o formato de "comentários livres sobre temas políticos" até então imagino eu de muito sucesso, ao menos aqui nas redes socais, pois sempre compartilhei seus vídeos, mas que não sairá, pois continuará no SBT como colunista no Jornal da noite.

Agora a pouco li que a Procuradoria Geral da República (PGR) aceitou nesta quinta-feira (27) a representação feita pela deputada federal comunista Jandira Feghali (PCdoB/RJ) contra a jornalista Rachel Sheherazade , do SBT.

A comunista solicita uma investigação, alegando que a âncora do "SBT Brasil" cometeu na bancada do telejornal o crime de apologia e incitamento à tortura e ao linchamento, caracterizado no artigo 287 do Código Penal.

Enfim, este post que trago aqui para vocês é um grande ALERTA.

Os dois jornalistas em questão, são aqueles que mais opinam no SBT contra as coisas erradas que acontecem no mundo político do nosso país, e são veementemente contra a ideologia SOCIALISTA, ou seja!?

A comunista Jandira, assim como todos aqueles que comungam dessa ideologia macabra, não admitem opiniões diferentes, mas exigem sim, o discurso único....são avessos às pessoas que possuem pensamentos diferentes, que pensam de forma livre.

E como tal, os partidos socialistas como PT, PCdoB, PSOL, PSTU, todos marxistas-leninistas, vem a cada dia tentando cercear a liberdade de expressão em nosso país, como por exemplo na internet com o Marco Civil recentemente aprovado na Câmara dos deputados e a regulamentação da mídia, que ataca diretamente mídia impressa e televisiva, que vira e mexe tentam aprová-la.

O vídeo que trago aqui hoje pra vocês, é um alerta para que todos fiquem atentos aos pequenos passos que estão sendo dados por esses partidos, e diante do discernimento de cada um, busquem a verdade nas entrelinhas das leis e das suas reais intenções.

E nunca, nunca apoiem a censura!


50 Anos de 31 de Março de 1964 - E nós não viramos Cuba - Documentário, Depoimentos e Pronunciamentos

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Recomendo a leitura....

O QUE FOI 31 DE MARÇO DE 1964

Alexandre Paz Garcia (updating) "atenção, este texto não é do jornalista Alexandre Garcia da Rede Globo" - fonte original aqui -

Gostaria de dizer algumas coisas sobre o que aconteceu no dia 31/03/1964 e nos anos que se seguiram. Porque concluo, diante do que ouço de pessoas em quem confio intelectualmente, que há algo muito errado na forma como a história é contada. Nada tão absurdo, considerando as balelas que ouvimos... sobre o "descobrimento" do Brasil ou a forma como as pessoas fazem vistas grossas para as mortes e as torturas perpetradas pela Igreja Católica durante séculos. Mas, ainda assim, simplesmente não entendo como é possível que esse assunto seja tão parcial e levianamente abordado pelos que viveram aqueles tempos e, o que é pior, pelos que não viveram.

Nesta seara, os fatos falam por si e por mais que se tente vislumbrar certos aspectos sob um prisma eufemístico, tortura e morte são realidades que emergem de maneira inegável.

Ocorre que é preciso contextualizar as coisas. Porque analisar fatos extirpados do substrato histórico-cultural em meio ao qual eles foram forjados é um equívoco dialético (para os ignorantes) e uma (para os que conhecem os ditames do raciocínio lógico). E o que se faz com relação aos Governos Militares do Brasil é justamente ignorar o contexto histórico e analisar seus atos conforme o contexto que melhor serve ao propósito de denegri-los.

Poucos lembram da Guerra Fria, por exemplo. De como o mundo era polarizado e de quão real era a possibilidade de uma investida comunista em território nacional. Basta lembrar de Jango e Janio; da visita à China; da condecoração de Guevara, este, um assassino cuja empatia pessoal abafa sua natureza implacável diante dos inimigos.

Nada contra o Comunismo, diga-se de passagem, como filosofia. Mas creio que seja desnecessário tecer maiores comentários sobre o grau de autoritarismo e repressão vivido por aqueles que vivem sob este sistema.

Porque algumas pessoas adoram Cuba, idolatram Guevara e celebram Chavez, até. Mas esquecem do rastro de sangue deixado por todos eles; esquecem as mazelas que afligem a todos os que ousam insurgir-se contra esse sistema tão "justo e igualitário".

Tão belo e perfeito que milhares de retirantes aventuram-se todos os anos em balsas em meio a tempestades e tubarões na tentativa de conseguirem uma vida melhor.

A grande verdade é que o golpe ou revolução de 1964, chame como queira, talvez tenha livrado seus pais, avós, tios e até você mesmo e sua família de viver essa realidade. E digo talvez, porque jamais saberemos se isso, de fato, iria acontecer. Porém, na dúvida, respeito a todos os que não esperaram sentados para ver o Brasil virar uma Cuba.

Respeito, da mesma forma, quem pegou em armas para lutar contra o Governo Militar. Tendo a ver nobreza nos que renunciam ao conforto pessoal em nome de um ideal. Respeito, honestamente. Mas não respeito a forma como esses "guerreiros" tratam o conflito. É uma simplificação que as pessoas costumam fazer. Fruto da forma dual como somos educados a raciocinar desde pequenos. Ainda assim, equivocada e preconceituosa.

Numa guerra não há heróis. Menos ainda quando ela é travada entre irmãos. E uma coisa que se aprende na caserna é respeitar o inimigo. Respeitar o inimigo não é deixar, por vezes, de puxar o gatilho. Respeitar o inimigo é separar o guerreiro do homem. É tratar com nobreza e fidalguia os que tentam te matar, tão logo a luta esteja acabada. É saber que as ações tomadas em um contexto de guerra não obedecem à ética do dia-a-dia. Elas obedecem a uma lógica excepcional; do estado de necessidade, da missão acima do indivíduo, do evitar o mal maior.

Os grandes chefes militares não permanecem inimigos a vida inteira. Mesmo os que se enfrentam em sangrentas batalhas. E normalmente se encontram após o conflito, trocando suas espadas como sinal de respeito. São vários os exemplos nesse sentido ao longo da história. Aconteceu na Guerra de Secessão, na Segunda Guerra Mundial, no Vietnã, para pegar exemplos mais conhecidos. A verdade é que existe entre os grandes Generais uma relação de admiração.

A esquerda brasileira, por outro lado, adora tratar os seus guerrilheiros como heróis. Guerreiros que pegaram em armas contra a opressão; que sequestraram, explodiram e mataram em nome do seu ideal.E aí eu pergunto: os crimes deles são menos importantes que os praticados pelos militares? O sangue dos soldados que tombaram é menos vermelho do que o dos guerrilheiros? Ações equivocadas de um lado desnaturam o caráter nebuloso das ações praticadas pelo outro? Penso que não.

E vou além. A lei de Anistia é um perfeito exemplo da nobreza que me referi anteriormente. Porque o lado vencedor (sim, quem fica 20 anos no poder e sai porque quer, definitivamente é o lado vencedor) concedeu perdão amplo e irrestrito a todos os que participaram da luta armada. De lado a lado. Sem restrições. Como deve ser entre cavalheiros. E por pressão de Figueiredo, ressalto, desde já. Porque havia correntes pressionando por uma anistia mitigada.

Esse respeito, entretanto, só existiu de um lado. Porque a esquerda, amargurada pela derrota e pela pequenez moral de seus líderes nada mais fez nos anos que se seguiram, do que pisar na memória de suas Forças Armadas. E assim seguem fazendo. Jogando na lama a honra dos que tombaram por este país nos campos de batalha. E contaminando a maneira de pensar daqueles que cresceram ouvindo as tolices ditas pelos nossos comunistas. Comunistas que amam Cuba e Fidel, mas que moram nas suas coberturas e dirigem seus carrões. Bem diferente dos nossos militares, diga-se de passagem.

Graças a eles, nossa juventude sente repulsa pela autoridade. Acha bonito jogar pedras na Polícia e acha que qualquer ato de disciplina encerra um viés repressivo e antilibertário. É uma total inversão de valores. O que explica, de qualquer forma, a maneira como tratamos os professores e os idosos no Brasil. Então, neste dia 31 de março, celebrarei aqueles que se levantaram contra o mal iminente. Celebrarei os que serviram à Pátria com honra e abnegação. Celebrarei os que honraram suas estrelas e divisas e não deixaram nosso país cair nas mãos da escória moral que, anos depois, o povo brasileiro resolveu por bem colocar no Poder.

Bem feito. Cada povo tem os políticos que merece.
Se você não gosta das Forças Armadas porque elas torturaram e mataram, então, seja, pelo menos, coerente. Mas tenha certeza que, se um dia for necessário sacrificar a vida para defender nosso território e nossas instituições, você só verá um desses lados ter honradez para fazê-lo.


E agora, documentários e depoimentos sobre o tema:






































Ex-Guerrilheiro da ALN e comandante principal de Marighella




"Sing Kenny!" Uma coletânea de alguns encontros Ao Vivo, de Kenny Rogers e Lionel Ritchie

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Neste vídeo Kenny Rogers conta uma breve história por trás da música Lady, muito engraçada diga-se de passagem (sabe-se lá se é verdade ou apenas uma brincadeira). Disse ele que o primeiro verso da canção nasceu com os primeiros acordes e apenas a palavra Lady.....e o segundo verso e imagino eu toda a música seis meses depois, composta no toilet da gravadora, há poucas horas da sua gravação....será?

Enfim...... Lionel e Kenny arrasaram nesta apresentação.

"Sing Kenny!"




Após assistir esse show, me apareceram outras apresentações com a mesma qualidade, dose de humor e cumplicidade entre os dois. Ou seja, tinha que ser postado aqui também.....

"Sing Kenny!"



 E pra terminar, The Gambler....





Nunca, nunca comemore antes da hora.....

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Não deixem de assistir o vídeo inteiro, destacando os pênaltis, as corridas e por último o basquete!

Hilário!!!

Uma lição de vida pra todos aqueles que cantam vitória antes da hora!!!