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Animação/Reflexão: Salvem o Planeta do Homem, antes que seja tarde

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A nova animação de Steve Cutts, mostra como o homem com toda a sua sabedoria, vem destruindo e poluindo o Planeta. Ações brutais que trazem consequências irreversíveis para a qualidade de vida do próprio homem, e lógico de todos os seres vivos que habitam a Terra.

Salvem o Planeta do Homem, antes que seja tarde!


Inovação: IBM e a Faixa de Pedestre Iluminada

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Não é à toa que as empresas do mundo inteiro buscam modelos que fomentem a inovação em seus funcionários, colaboradores ou até na própria comunidade em que estão inseridas. A IBM é uma dessas empresas espertas, que não para de pensar e inventar. E foi exatamente assim que uma nova faixa de pedestre foi criada. A partir do conceito "Smarter Planet", ela decidiu buscar inspiração em uma escola na Holanda. A pergunta feita as crianças foi simples e direta: como o nosso planeta poderia funcionar melhor e de uma forma mais inteligente?



E olha a ideia bacana que as crianças tiveram. Uma faixa de pedestres totalmente iluminada, chamando a atenção de motoristas e pedestres. A IBM então botou a ideia em prática em uma das ruas mais movimentadas de Rotterdam. E olha só como a ideia pegou logo de cara.


A Sustentabilidade do Futuro da Internet

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Por Tolstoy Cardoso Neto


O Grande Legado da Humanidade Steve Jobs, que criou recentemente a tecnologia multi-touch e tantas outras inovações tecnológicas, foi o grande responsável pela mudança de comportamento de toda uma geração em todo o Planeta. Com a invenção do incrível smartphone iPhone e posteriormente o tablet iPad, alavancou toda uma indústria motivando seus concorrentes a produzirem os mesmos devices, resultando assim em uma explosão no consumo de conteúdo, super potencializado pelas redes sociais.Você imagina então caro leitor, o tamanho da encrenca que Jobs, Zuckerberg, Page e Brin geraram para as operadoras? Sim, as Operadoras que são as grandes responsáveis por suportar o tráfego de dados de todos os devices utilizados pela população, com seus tablets, smartphones, netbooks, ebooks, e transmitido ao longo de seus backbones. Elas ficaram com a difícil missão de além de garantir a sua própria rentabilidade e se degladiarem com a concorrência, ainda precisam atender as exigências da agência que regulamenta o setor. O resultado disso tudo, é a necessidade de investimentos cada vez maiores para alargar seus tubos e assim conseguir absorver um tsunami de informações geradas e propagadas pelas Gigantes da Internet com seus conteúdos e suas redes sociais.



E a tendência de consumo é só aumentar, por algumas razões que relaciono a seguir:

1. O comportamento do cidadão do século 21 é estar sempre conectado às redes. Acordamos e dormimos conectados a elas. Atualmente a principal fonte de informação de notícias e entretenimento são as redes sociais Facebook e Twitter. Estes estão alastrados de links que arremetem a conteúdos principalmente de fotos e vídeos, que consomem muita banda.

2. Mais um device vem fazendo parte do nosso dia-a-dia - a Smart TV conectada também a internet e que consome vídeos - geralmente de locadoras virtuais (Netmovies, Netflix) e o próprio You Tube, além lógico dos Games que usualmente são jogados através da rede. Ah, one more thing, ainda estão para popularizar as TV da Apple e Google, que vem pra engrossar ainda mais a demanda por vídeo.

3. Uma outra tendência num futuro breve, será a internet das coisas. onde "as coisas", nossa geladeira, máquina de lavar, tvs, aquecedores, carros, motos estarão todas conectadas na internet, na NUVEM (Cloud Computing). Ou seja, mais consumo e 24 horas/dia.



4. Agora, imaginem só quando a qualidade técnica desse conteúdo aumentar, e popularizar como é o caso dos vídeos 4K, extremamente superior ao já consagrado High Definition? A banda para suportar esse tipo de vídeo considerando tudo que falamos anteriormente terá que ser ainda maior. Um vídeo em 4K (4096x2304) seria 4 x o FULL HD (1080p). E olha que recentemente já disponibilizaram o 8K. E ainda tem a questão dos vídeos gravados em 3D, que inevitavelmente também consomem mais banda.



Percebeu agora o tamanho da encrenca?

E agora eu pergunto, ou melhor, acho que trata-se de uma pergunta de todas as Operadoras. Qual a sustentabilidade desse modelo de negócios da Internet? Como as operadoras vão garantir a qualidade de toda esta demanda que não pára de crescer, se aquilo que elas vendem se tornaram "commodities"?

A conta simplesmente não fecha, pelo menos na situação que hoje se encontra o modelo. É inevitável que todos aqueles que participam direta ou indiretamente do setor revejam as questões capitais, os ofensores que podem inviabilizar a internet do futuro, a "Era Zetabytes (vide infográfico)".

Abaixo dois vídeos onde a Cisco mostra o volume de tráfego que se espera até 2015 para plataformas móveis



e um outro vídeo que apresenta a internet daqui há dois anos.



Operadoras, fabricantes de equipamentos e fibras ópticas, geradores de conteúdo, as redes sociais, o próprio governo com suas exigências, não esquecendo também de todos os setores que "vendem" espaço físico nas cidades e estradas para construção das redes, precisam encontrar um novo caminho. Mas nem todos estão a fim de entrar nessa discussão, como é o caso das Gigantes da Internet e até o próprio governo (união, estados e municípios).

Hoje, li uma reportagem sobre o confronto iminente entre Operadoras responsáveis por prover infra-estrutura e os grandes utilizadores da infraestrutura, como Google, Facebook, YouTube e eBay, que não pagam pelo intenso tráfego que geram nas redes. Essa discussão antecede a revisão do tratado global de telecomunicações. A negociação está prevista para a Conferência Mundial sobre Telecomunicações Internacionais, que ocorrerá em dezembro, em Dubai.



Bom, o tempo continua sendo o Senhor da Razão. Vamos então aguardar pra começar a perceber quem sobreviverá no setor onde conteúdo, broadcast e as redes que as suportam não chegam num acordo. Uma coisa é certa: uma não vive sem a outra, pelo menos por enquanto. Sem infra não tem internet e sem conteúdo ela não teria razão de existir.

Digo por enquanto, porque a Google já está implantando o seu projeto Google Fiber, cabeando cidades nos Estados Unidos, começando pelo Kansas para ela mesma ser a provedora da infra-estrutura. Mas não é uma rede qualquer, é uma rede com 1 Gbps direto pro cliente.

Para as operadoras restam um importante atributo e alavancador de diferenciais perante a concorrência - a inovação. É principalmente com ela, que tal desafio terá maiores chances de ser superado.

Quem viver verá!

@tolstoy


Sustentabilidade Social: As Grandes Fortunas do Planeta e a Promoção da Vida Humana

por em

Eu fico aqui pensando com meus botões, sobre por que o ser humano ainda consegue viver neste mundo apenas para acumular fortunas e consumi-las a benefício próprio, sem se preocupar com o tanto de vidas que hoje tal fortuna parada no banco, poderia salvar? E outra, de que adianta ser o homem mais rico do cemitério, plagiando o guru Steve Jobs? Não seria melhor fazer com que tal fortuna servisse ao social, às pessoas, às crianças? Que tal fortuna fosse usada para projetos sociais, educacionais, econômicos, tecnológicos e ecológicos com o único intuito de trazer sustentabilidade social, e para a promoção da Vida? Imagine o incrível legado de benefícios tal ser humano não poderia deixar? Mas não! Por que? Arriscaria dizer que trata-se de Vaidade. Vaidade das vaidades, tudo é vaidade segundo o Rei Salomão. O supérfluo, o nada, o vazio. É pra isso que servem as fortunas, para mostrar que está na lista dos 100 maiores ricos do planeta? E por incrível que pareça, se juntarmos a fortuna dos 100, deverá chegar a 80% da renda mundial. Isso mesmo, o muito nas mãos de poucos.


Na lista dos 100 homens mais ricos, salvam alguns que felizmente são exceções em referência ao bom uso da fortuna. Como é o caso de Bill Gates, que tem construído um legado de ações que beneficiam e muito a promoção da vida. Mas tais exceções deveriam se tornar regra, e exemplo para os demais, pois somente dessa maneira conseguiremos chegar ao que defino como "O Capitalismo Perfeito", um sistema que tem como premissa o uso de uma fortuna individual ou corporativa para a sustentabilidade social. Não trata-se de socialismo ou comunismo, mas sim do uso racional dos valores acumulados para promoção da vida.

Quando pensamos em melhorar a vida das pessoas, a nossa vida melhora.

Afinal, não seria esta a razão principal da vida? Sermos felizes? Prestem atenção, sermos como conjunto, comunidade e não sermos, eu, apenas eu, nada mais que eu!

Se plantarmos o bem, colheremos o bem.

Nós temos a incrível chance de escolher o que plantar, mas não temos a mesma chance de escolher o que colher, não é mesmo!


Torço e muito para que o homem consiga chegar na maturidade de entender que o melhor para ele é que a sustentabilidade social prevaleça.

Do contrário, estaremos mais e mais andando para trás - a involução da humanidade.


Recebam o meu abraço.

@tolstoy

Caloi: Menos de 3 Km? Então vai de bike

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Uma campanha muito bacana da Caloi, motivando todos a utilizarem suas bikes para percursos menores nas grandes cidades, ao invés de lotar os grandes centros com carros. Uma pena que os governos que até hoje passaram por nossas cidades ainda não perceberam o quanto é importante investir em transportes alternativos, e evitar ao máximo o uso de carros. Quer conhecer mais esta campanha, acesse o link do movimento caloi no facebook.

Abaixo o recado da Caloi...

"Alguns dizem que a rua é somente dos carros e ônibus. Outros dizem que este espaço pode ser compartilhado com as bicicletas.

O que você acha? Aqui na Caloi acreditamos que a convivência é possível. E que a cidade pode ficar bem melhor assim."

Fiquem agora com o incrível vídeo que além de inspirador foi muito, mas muito bem feito!

E aí, bora dar umas pedaladas para o trabalho?


Nasa: A Variação da Temperatura do Planeta Terra desde 1884 - a chapa esquentou!

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No vídeo abaixo, a NASA apresenta a variação da temperatura do Planeta desde 1884 até 2011. Dá pra perceber que houve um ligeiro esfriamento em 1968, mas depois disso a Terra só esquentou.


Nanotecnologia: Tinta Refletiva, uma solução sustentável que promove a redução no consumo de energia das empresas

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Mais uma empresa inovadora no país, chama a atenção de multinacionais. A Nanotech criou uma tinta que reflete 99% dos raios do sol, evitando assim a invasão de calor nos ambientes. Importada da NASA que a utiliza em Ônibus Espaciais, com a tinta refletiva, a ideia é reduzir o custo em até 30 % com climatização de ambientes, geralmente feita com ar condicionado.

O segredo da tinta está em flocos que parecem neve. A tinta contém milhares de microesferas cheias de ar. São bolinhas de vidro ocas, internamente com ar. O fato de ter ar impede a passagem do calor.

Cada microesfera é quase mil vezes menor que um grão de areia. Elas são misturadas com minerais, resina e pigmentos. Com isso, forma-se a tinta refletiva, que adere em qualquer material: aço, alumínio, madeira, plástico.

As microesferas também fazem a tinta funcionar como um poderoso isolante térmico. No programa Pequenas Empresas Grandes Negócios, você poderá ver um teste incrível mostrando o poder da tinta como isolante térmico.

Não precisa nem dizer que tal empresa será a grande protagonista nos investimentos de diversos segmentos do setor onde a climatização é premissa para o sucesso do negócio. A economia de energia, aliada ao ecologicamente correto, já que estamos falando de diminuir o calor também das cidades, os chamados prédios verdes sustentáveis, são fatores imprescindíveis para qualquer empresa que queira se diferenciar no mercado competitivo que vivemos.

“A busca dessa tecnologia é exatamente para trazer economia, alinhado com conceito de sustentabilidade de agredir muito menos a natureza, os clientes observam isso, sabem que nós estamos indo atrás de uma tecnologia que está bem alinhada com o conceito de sustentabilidade, diz o gerente de operações Alex Conceição.

Veja a reportagem do G1 e entenda mais sobre esta tecnologia importada da NASA.



De acordo com a reportagem, a empresa cobra de R$ 25 a R$ 28 por metro quadrado, conforme a dificuldade do telhado. Com três alpinistas, o serviço é rápido. Um dia de trabalho com aplicação em duas camadas de tinta.

Na oportunidade, a empresa ainda faz uma campanha motivando a população a pintar o telhado de branco, e com isso reduzir em um grau a temperatura das grandes cidades.



Vi a Nanotech no perfil do colega Othmar Ility.

Controle de Pragas Biológico: Vespas criadas em laboratórios by Bug Brasil

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Uma empresa de Piracicaba, no interior de São Paulo, desenvolveu um método inovador no controle das pragas, e ainda mais barato, já que substitui o uso do agrotóxico nas plantações. É a criação de micro vespas, que medem apenas 26 milímetros e são produzidas em laboratório.



A técnica é a seguinte: a vespa deposita os ovos dentro dos ovos das pragas e impede o crescimento delas. Oito dias depois, nasce uma vespa ao invés de novas pragas. O maior uso das vespas está em plantações de cana-de-açúcar, mas ela também pode ser usada em 28 culturas diferentes.

A empresa produz 300 milhões de vespas por dia.


A substituição dos agrotóxicos fará com que cada brasileiro deixe de consumir por ano, seis litros de produtos químicos que são usados para livrar de pragas, segundo dados da Universidade de São Paulo, USP.

A população agradece!!!

Abaixo um artigo que saiu na iG, sobre a Bug Agentes Biológicos, que recebeu o título de "empresa mais inovadora do Brasil".

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Na última sexta-feira, os sócios da Bug Agentes Biológicos almoçaram em uma churrascaria de Piracicaba (SP) com quase 70 funcionários da empresa. Foi uma comemoração merecida. Em sete anos, a companhia passou da fase experimental para um negócio com faturamento milionário e vendas em todo o país. Nos últimos dias, essa ascensão surpreendeu até os fundadores. Eles se viram, no acanhado escritório perto da cidade de Charqueada (SP) onde trabalham, segurando inesperadamente o título de “empresa mais inovadora do Brasil”.

A escolha é da respeitada revista americana Fast Company, que passou a acompanhar a Bug após descobri-la num livro sobre inovação e empreendedorismo, escrito pela jornalista Sarah Lacy.

A empresa ficou na 33ª posição mundial, numa lista liderada pelo Facebook – e na frente de Petrobras, Embraer, OGX e outras potências nacionais. “Os editores acharam que a gente tinha relevância suficiente para ser premiado porque estamos em duas culturas muito importantes no País, a cana e a soja”, diz o empresário Diogo Carvalho.

A Bug vende basicamente insetos e ácaros. O principal produto é a trichogramma, uma vespa tão pequena que um grama do preparado vendido pela empresa contém 37 mil ovos fertilizados com pequenas vespinhas. Ela é cultivada nesses ovos e, quando nasce, solta na lavoura. Ali vai parasitar outros ovos, de mariposas e borboletas, que são as principais pragas – quando em fase de lagarta – das grandes culturas brasileiras. A trichogramma responde por metade do faturamento da Bug.

A empresa tem como clientela 350 mil hectares de lavoura no País. Atende grandes grupos do setor de açúcar e álcool, como Raízen, Zilor e São Martinho – as vespas já substituem totalmente o agrotóxico numa usina de 35 mil hectares, para dar um exemplo. Tem clientes que plantam cana no Maranhão, soja no Centro-Oeste, morango no Espírito Santo, flores e pimentão em Minas Gerais, melão no Rio Grande do Norte, algodão, milho, tomate e assim por diante.

Os insetos da Bug proporcionam, segundo a empresa, uma economia de 30% em relação aos agrotóxicos. Além disso, as vespas normalmente só precisam ser aplicadas uma vez, no início do plantio, enquanto agentes químicos são borrifados até seis vezes durante a safra.

Mas não haveria nisso um perigo biológico? Será que o Brasil não vai acabar cheio dessas vespinhas? Bem, os argumentos dos sócios são convincentes. O principal é de que a trichogramma – que sempre existiu por aí, na natureza – parasita apenas os ovos dessas pragas. Logo, ela só poderia se reproduzir descontroladamente se a praga também se tornasse abundante. Acontece que a própria trichogramma evita isso – e os testes para comprovar a tese são feitos há mais de 30 anos nas universidades.

Na verdade, o Brasil usa insetos para controlar pragas faz tempo. A mosquinha cotésia é empregada na luta contra a lagarta “broca de cana” (a mesma combatida pela vespa da Bug) desde os anos 1980, no maior programa de controle biológico do mundo. Nos anos 1990, o País importou moscas da Califórnia para ajudar nas plantações de laranja. Numa busca no Google, é fácil achar mais de 300 mil pesquisas sobre a própria trichogramma. Era uma velha conhecida do meio acadêmico. A grande inovação da Bug foi conseguir produzi-la em escala comercial.

Em um desses laboratórios onde a trichogramma era estudada, na escola de agronomia da USP, em Piracicaba, Heraldo Negri, sócio de Diogo na Bug, trabalhou 20 anos com a vespinha. Nessa época, Diogo fazia mestrado no mesmo campus. As pesquisas dos dois – e de vários outros acadêmicos – já mostravam bons resultados, mas não havia aplicação mercadológica do inseto.

Em 2001, eles fundaram a empresa, na incubadora da universidade. Até 2005, pesquisaram e desenvolveram produtos, numa época de muito trabalho e pouca estrutura. Chegaram a ter nove imóveis alugados em Piracicaba para tocar as pesquisas, sobrevivendo graças ao aporte – a fundo perdido – de R$ 1,2 milhão da FAPESP, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

Então, em 2005, eles receberam um telefonema. Um usineiro da região de Assis (SP) queria aplicar o produto numa área de 500 hectares de cana. Era um pedido de 500 gramas de ovos, cinco vezes a capacidade da empresa na época. Os sócios toparam, o que significaria a primeira receita de verdade da Bug. Em 2010, ela se tornou a primeira empresa a registrar um inseto (a trichogramma), com liberações da ANVISA, do IBAMA e do Ministério da Agricultura. Em 2011, protocolaram ácaros e insetos predadores. Cada processo levou cerca de três anos.

Cada cartela que vendem – uma embalagem engenhosa e também patenteada – tem 24 tabletes. O tablete, cerca de 2,5 mil vespinhas. Uma cartela tem entre 50 mil e 100 mil trichogrammas, dependendo do propósito. Para aplicar, o agricultor caminha pela plantação e solta um tablete a cada 20 metros. A cartela cobre um hectare e custa R$ 12 para cana e R$ 20 para soja, tipo com maior concentração de ovos. A capacidade de produção é de oito quilos de ovos por dia – ou oitenta vezes a de 2005, no pedido inicial.

No final de 2011, a empresa se fundiu com a Promip, de Marcelo Poletti. Tratava-se de um negócio com história parecida, que vinha crescendo 35% ao ano desde a fundação (em 2006) e tinha produtos complementares – é focada em ácaros e predadores microscópicos. Juntas, elas podem oferecer um pacote de soluções com várias espécies, para diferentes lavouras. Também vendem armadilhas para pragas e ovos para cultivo de vespas – esses últimos, exportam para a União Europeia.


A sociedade da Bug é dividida igualmente entre Diogo e Heraldo (fundadores), Marcelo (que entrou com a Promip) e dois fundos que investiram no negócio: o Criatec (do BNDES, representado por Francisco Jardim) e a Trigger Participações, liderado por Marcelo Berger. Novos investidores estão para entrar na empresa, para ajudar na expansão.

Espaço para crescer após o aporte, não falta. O controle biológico de pragas embolsa menos de 1% de um mercado de R$ 8 bilhões no Brasil, dominado pelos agrotóxicos. A Bug atende 35 usinas de cana, de um universo de 435 no país. No setor de soja, a penetração da empresa é ainda menor. “A tecnologia está pronta, agora é só usar os recursos para replicá-la e expandir”, diz Diogo.

A empresa já conta com duas fábricas e quase 80 funcionários – e está contratando. O faturamento, eles não revelam. Mas é fácil entender que estão num caminho sólido: vendem cartelas com preços entre R$ 12 e R$ 20 que cobrem um hectare, e têm 350 mil hectares de clientela. “O plano de negócios é que em cinco anos a empresa passe a faturar US$ 40 milhões por ano”, diz Poletti, que além de sócio virou diretor de pesquisa e desenvolvimento da Bug. As pequenas vespinhas são um grande negócio.

Pedro Carvalho, iG São Paulo

TED Global: Harald Hass - A revolucionária transmissão de dados sem fio via LED, o Li-Fi

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Imagine você usando o farol de seu carro para transmitir dados, ou até navegar na internet de forma segura em pleno voo, "conectado" apenas a "uma linha de visada" ou se preferir uma outra tradução, "a um raio de luz". Harald Haas está trabalhando nisso. Professor de engenharia na Edinburgh University, Haas tem estudado novas maneiras de realizar a comunicação eletrônica de sinais, desenhando técnicas de modulação para empacotar mais dados nas redes existentes. Mas este seu último trabalho é fascinante, pois ele usa a luz visível (as lâmpadas de LED) para a transmissão de dados, e esta transmissão é tão rápida que o olho humano não consegue vê-la, ou seja transparente e sem impactos para a nossa vida.

O sistema, o qual ele tem chamado de D-Light ou (Li-Fi), usa um "truque" matemático chamado de OFDM (orthogonal frequency division multiplexing), que permite a variação da intensidade luminosa na saída do LED, numa taxa extremamente veloz, invisível para o olho humano (para nós aquela lâmpada continuaria apenas fornecendo luz). O sinal pode ser recebido por simples receptores.

Segundo Haas, a taxa de transmissão alcançada hoje é de até 10 Mbps, mais veloz que conexões típicas de banda larga, e 100 Mbps até o final de 2011 (já estamos em 2012 - vou pesquisar e depois faço um updating) e grandes possibilidades de chegar a até 1 Gbps no futuro.

Apenas alternando a luz de um único LED, uma mudança muito rápida para o olho humano detectar, ele pode transmitir muito mais dados que uma torre de celular - e fazer isso de uma maneira que é mais eficiente, segura e ampla.

Ele conclui: "Uma tecnologia muito barata, pois encontramos luz em todos os lugares".


Usando o espectro de luz visível, que é grátis, você pode remanejar todos os serviços wireless existentes para qualquer equipamento que possua LED."


Imagine a revolução que tal tecnologia SEM FIO (MÓVEL) possibilitará? A inclusão digital em todo o Planeta. Enfim uma internet barata para todos. Sonho? Quem sabe? Mas com esta tecnologia, literalmente dá pra enxergar uma luz no fim do túnel. Isto sem falar em uma infinidade de aplicações que poderão fazer uso dessa tecnologia!

Fiquem agora com os 12 minutos mais incríveis da TED, e a revolucionária demonstração de uma transmissão de dados de um vídeo em HD, feita por uma lâmpada de LED.

Com vocês, Harald Haas!

Agradecimentos ao meu colega Marcílio, que compartilhou comigo esta super dica!







+ entrevista com Harald - Green IT: Let There Be Light

Salvem o Planeta......dos Homens

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Earth Hour 2012, é hoje às 20:30 - apague a luz e por uma hora faça algo a mais pelo Planeta

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This Earth Hour 2012: 8.30pm, Saturday 31 March, celebrate your action for the planet with the people of world by switching off your lights for an hour, then go beyond the hour.

From its inception as a single-city initiative -- Sydney, Australia - in 2007, Earth Hour has grown into a global symbol of hope and movement for change. Earth Hour 2011 created history as the world's largest ever voluntary action with people, businesses and governments in 135 countries across every continent coming together to celebrate an unambiguous commitment to the one thing that unites us all -- the planet.


Earth Hour 2012, é hoje às 20:30 - apague a luz e por uma hora faça algo a mais pelo Planeta. Clique no link e conheça mais sobre este evento que tem a participação de 135 países, 5251 cidades, alcançando 1.8 bilhões de pessoas! Tem gente que vai diminuir o tempo do banho, outras vão comprar menos garrafa de água por causa do plástico, enfim....e você, qual a sua proposta? Fontes renováveis de energia é um caminho bacana para nosso cotidiano. Pense nisso!

Nós agradecemos, já que o Planeta se adaptará a tudo, mas nós não. E sem um Planeta limpo, livre de toda poluição gerada pelo homem, a nossa espécie não sobrevive.

Além do vídeo acima, não deixe de assistir ao filme "There´s No Tomorrow" que possui legendas em português (clique em cc) e conta uma histórinha bacana, real e muito dinâmica sobre a já limitada fonte de energia do petróleo, e outras fontes alternativas e bastante viáveis presentes na matriz energética do planeta. É só clicar no link abaixo!

http://www.mistertube.com.br/2012/03/theres-no-tomorrow-sobre-matriz.html

Boa Hora do Planeta pra Nós!

Who cares about this planet?

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Quem se lembra da ECO 92, quando Severn Suzuki na altura de seus 12 anos, leu aquela famosa carta alertando de forma veemente as grandes autoridades dos países mais ricos, quanto ao perigo que o descaso para as questões ambientais que envolvem nosso Planeta?



O Progresso visando apenas o lucro é incompatível com responsabilidades sociais e ambientais! Eles não ligam para o Planeta, e diria até mais, eles não ligam para nós!! Já dizia o Rei do POP, MJ!

Até quando, o lucro será mais importante que a própria vida?

Chipotle um exemplo de sustentabilidade na indústria de alimentos

por em

Nunca é tarde para rever a forma como se tem realizado a atividade de criação de animais. Fazê-la de uma forma mais responsável e sustentável é a proposta da Chipotle!

No site da Chipotle você tem mais informações referentes a toda a cadeia de produção!




Pra você curtir, clicar e recomendar! You like, You click, You share! @tolstoy